gente, gente, gente!
Karma, meu novo livro de poemas, já está sendo vendido, e bem vendido (!), no site da editora @_pedregulho_
comprem lá também! :)
(abaixo, uma amostra) +
https://t.co/QdG9PjewAO
Penso, especialmente, na transformação da língua Dzubukuá em processos contemporâneos de estudo linguístico e de retomada linguística por povos do Nordeste brasileiro.
Amanhã, 29 de agosto de 2025, defendo meu Mestrado em Linguística e Línguas Indígenas pelo Museu Nacional/UFRJ
NOMES RELATIVOS EM DZUBUKUÁ: análise diacrônica a partir dos termos de parentesco
A defesa será online, às 15h (acesso por aqui: https://t.co/U70fy2eomj)
Nesse trabalho, analiso o catecismo bilíngue (Dzubukuá-Português) de Bernardo de Nantes, do séc. XVIII, e busco compreender como a documentação linguística presente nele tem contribuído, de formas diretas e indiretas, para a transformação da língua +
preparando pra retomar a pesquisa com budismo, encontrei esse artigo recente de Bhikkhu Anālayo, grande professor, defendendo que se é verdade que o capitalismo a tudo domina, transformando até meditação em mercadoria, isso não é desculpa pra não meditar
https://t.co/cF1KhzN8kL
depois de dez anos, voltei a escrever prosa pra um livro novo. Há novidades vindo aí, duas publicações para o ano, esse novo, de contos, e um tanto de outras ideias para 2025, aqui em Natal e por outros cantos
a literatura, no fim das contas, é aquilo que segue no meio de tudo
do ponto de vista das garras
que nos rasgam a pele enquanto
nos sobem o peito buscando
só deus sabe o quê
uma criança
ou os filhotes
de outro animal
são o mesmo
de todos os outros pontos de vista
não