Bom dia Brasil 🇧🇷
Nunca se esqueça: a verdadeira luta é o povo contra o governo.
Você trabalha todo dia para bancar uma casta de bandidos intocáveis qual a única função é sugar o trabalho do povo.
Menos Estado = mais $$$ no seu bolso.
No Brasil, cerca de 90 milhões de pessoas não têm coleta de esgoto. É mais gente sem rede de esgoto do que a população inteira da Alemanha. Outros 33 milhões não têm acesso a água tratada. Metade do esgoto que o país gera é despejado sem nenhum tratamento, direto na natureza. Nos Estados Unidos isso é serviço universal, água tratada e saneamento chegam a praticamente todo mundo, faz mais de meio século. Saneamento não é tecnologia de ponta, é cano enterrado e estação de tratamento, coisa do século 19. O Brasil arrecada como país rico e entrega esgoto a céu aberto pra quase metade da população.
Quem está entre os 5% mais ricos do Brasil estaria ABAIXO DA LINHA DA POBREZA nos EUA, podendo então receber uma série de benefícios federais!
O Brasil é um país pobre porque o estado TOMA a riqueza do povo. Isso tem um nome: escravidão.
No direito tributário brasileiro, o lançamento do fisco goza de presunção de legitimidade. Quer dizer que quando a Receita diz que você deve, presume-se que ela está certa, e cabe a você provar que não deve. A autoridade afirma, e o ônus de desmontar a afirmação é do cidadão, com documento, perícia, recurso, advogado. Compare com qualquer outra relação, quem acusa normalmente prova. No fisco, quem é acusado é que prova a inocência. E enquanto você prova, o débito já está inscrito, a certidão já travou, a cobrança já corre. A presunção de boa-fé, que deveria proteger o cidadão diante do poder, foi invertida pra proteger o poder diante do cidadão. Você nasce devedor na narrativa do Estado e precisa gastar tempo e dinheiro pra reverter uma presunção que joga contra você desde o primeiro dia.
Isso é correto?
@joaopedro Dilma foi pior do que a crise de 1929 e Lula foi pior que a pandemia.
E nas escolas vão ensinar que tava tudo bem e a culpa é do capitalismo.
O escândalo do Master só veio à tona porque o banco colapsou.
Imagine quantos esquemas similares estão ocorrendo neste exato momento, sem que nem corruptos, nem corruptores sejam incomodados?
Reconhecer uma firma, autenticar uma cópia, registrar um imóvel, tudo passa por cartório, e o cartório cobra por tabela fixada em lei, sem concorrência nenhuma. É um serviço privado com preço tabelado pelo Estado e mercado garantido por lei, onde o cliente não pode escolher outro fornecedor mais barato porque não existe outro. O Estado delegou um pedaço da própria burocracia pra particular, blindou de competição e deixou você pagando pedágio em cada ato da sua vida civil. Casar, comprar, vender, morrer, tudo passa pela guichê e tem preço de tabela.
Existe um teto constitucional pro salário do servidor, fixado no subsídio do ministro do Supremo. Na teoria, ninguém ganha acima disso, na prática, somam-se ao salário dezenas de verbas que a lei classifica como indenizatórias, auxílio, gratificação, abono, e essas não entram na conta do teto. O que vem daí é contracheque que ultrapassa o limite com folga, sem violar a regra no papel. O teto existe, e existe a engenharia pra furá-lo legalmente. A categoria que mais usa essa "malícia" é justamente a que interpreta a própria regra.
De tempos em tempos surge proposta pra perdoar dívida de partido com a Justiça Eleitoral, prescrição de irregularidade de campanha, anistia a prestação de conta rejeitada. Quem vota essa anistia é exatamente quem se beneficia dela. É o único arranjo em que o réu, o juiz da lei e o anistiado são a mesma pessoa votando no plenário. Nenhum cidadão comum tem o poder de aprovar o próprio perdão. O parlamentar tem, e usa, com naturalidade de quem considera isso parte do cargo.
Por anos o BNDES financiou obra de construtora brasileira no exterior, estádio, porto, hidrelétrica em outro país, com dinheiro do trabalhador brasileiro via FAT. Quando o tomador estrangeiro não pagou, quem absorveu o calote foi o Tesouro, ou seja, você. Financiou-se desenvolvimento de outras nações com a poupança compulsória do brasileiro, e parte virou PREJUÍZO. O dinheiro do seu FGTS e do seu PIS atravessou a fronteira pra erguer obra que você nunca vai usar, em país que talvez nunca pague.
Toda folha de pagamento financia compulsoriamente um conjunto de entidades, SESI, SENAI, SESC, SENAC, SEBRAE. São dezenas de bilhões por ano, arrecadados por força de lei, gastos por instituições privadas com fiscalização frouxa e dirigentes que se perpetuam. O dinheiro é tirado de você na origem, mas a prestação de contas não tem o rigor de gasto público nem a disciplina de empresa privada. Ficou no melhor dos dois mundos pra quem administra e no pior pra quem paga.
O cidadão que não vota leva multa, perde direito a passaporte, concurso, empréstimo em banco público. O partido que desviou fundo eleitoral negocia, parcela, devolve com desconto e segue recebendo verba no ano seguinte. A punição eleitoral é durésima com o eleitor individual e elástica com a estrutura partidária. Os que tem menos margem de manobra sentem mais os efeitos da burocracia. Pequenos descumprimentos são punidos com rapidez, enquanto grandes distorções podem levar anos para ser enfrentadas.
O Brasil banca campanha política com dinheiro público, bilhões por eleição, distribuídos entre partidos por critério que privilegia quem já é grande. O eleitor financia compulsoriamente, via imposto, a propaganda dos mesmos que ele talvez queira tirar do poder. Proibiu-se doação empresarial em nome da pureza, e o vácuo foi preenchido pelo Tesouro, ou seja, por você, sem direito a escolher qual partido seu dinheiro sustenta. Você paga pela campanha de todos eles, inclusive a do que você despreza.
Qual sua opinião?
Existem empresas públicas que nunca deram lucro, foram socorridas pelo Tesouro vez após vez, e continuam de pé. Seguem abertas porque empregam, porque interessam ao jogo político e porque fechar uma delas viraria manchete ruim por semanas. Também seguem dando prejuízo que se repete ano após ano E NUNCA recebe o nome de falência. E se fosse empresa privada?Empresa privada que perde dinheiro vinte anos seguidos DESAPARECE. Estatal que perde vinte anos seguidos ganha aporte novo e troca de presidente. E quem cobre o rombo? É o contribuinte, aquele "sócio" que nunca põe a mão no balanço.
Já tratei da tabela parada, mas tem uma camada pior. A inflação infla o valor nominal dos seus bens sem aumentar nada de real. O imóvel que você comprou vale mais em reais só por causa da inflação, não porque ficou melhor. Quando você vende, paga imposto sobre ganho de capital calculado sobre esse aumento nominal fictício. Ou seja, você é tributado sobre um lucro que não existe, que é só a moeda derretendo. O fisco lucra com a própria desvalorização da moeda que o Estado produz.
Existe um imposto federal sobre combustível, a CIDE, que por lei deveria ser carimbado pra estrada e infraestrutura de transporte. Mas na verdade, o governo zera a alíquota quando quer segurar o preço na bomba e religa quando precisa de caixa, sem que um centavo a mais apareça em asfalto. O tributo que tinha destino virou alavanca de ajuste fiscal e controle de inflação. A vinculação legal existe no papel e é ignorada na hora H.
Todo ano milhões de brasileiros comemoram a restituição como se tivessem ganhado dinheiro. Não ganharam. Funciona como um empréstimo torto, em que quem emprestou é que agradece quem ficou com o dinheiro. Pagaram imposto a mais o ano inteiro, mandaram esse excesso pro governo sem cobrar um centavo de juro, e recebem de volta o que sempre foi deles, em valor nominal, já corroído pela inflação do período. A Receita reteve a mais e devolve sem correção.
R$ 50 BILHÕES é o valor recorde que empresas brasileiras desembolsaram em 2025 para pagar ações na Justiça do Trabalho.
O volume de processos e o custo financeiro da judicialização do trabalho aqui não encontram paralelo em nenhuma outra grande economia do mundo.