Regras deste perfil (lá chegaria o dia):
1 - Escrevo sobre o que me apetece e nem sempre sobre coisas sérias;
2 - Todas as discussões são boas e permitidas desde que sem insultos;
3 - Fachos, racistas e outros afins são bloqueados. A intolerância não se aceita, combate-se.
O debate no @psocialista fugiu do congresso para os jornais. Assim sendo, convém não nos excluirmos dele. Aqui fica mais uma achega, em jeito de resposta a uma ideia trazida a público por @padaoesilva .
O eleitorado não tem confiado, em maior medida, o seu voto às formações tradicionais da esquerda radical ou comunista, nem cá nem fora. Opinião de Eduardo Barroco de Melo https://t.co/RX8MiWdFR0
A obsessão do diretor do Observador comigo é conhecida, mas nada é mais divertido que acompanhar o seu nível de frustração e irritação com o meu regresso ao parlamento.
O Observador já decretou a minha morte política várias vezes e de diversas formas. É óbvio que eles não acreditam nisso. Desejavam, mas não acreditam. Um político quando não existe, não existe, não é alvo de atenção, desde logo do diretor, de cada vez que fala.
Caro @PinheiroMiguel1, não gaste já todo o seu fel, porque ainda vai ter de comentar e escrever muito sobre mim.
Miguel Maga: “Se eu hoje estou aqui e tenho liberdade de expressão é porque a maior vitória foi há 50 anos, graças às pessoas que lutaram para que hoje eu seja livre.
25 de abril sempre e fascismo nunca mais” ❤️
Caro @france_fario , estamos há meses sem um 9 e não vamos arranjar um. O melhor avançado desta equipa chama-se Rodrigo Mora. É insustentável continuar a jogar com 10 jogadores e manter este tipo no banco. Se não vai jogar no meio-campo, joga na frente. Pensa lá nisso, sff.
No OE 2026 (ou seja, em outubro de 2025), o Governo previa mais 1067 milhões de euros de investimento público do que aquele que acabou por executar. O dr. Miranda Sarmento reconciliou-se com as cativações.
Radical é censurar a vítima e desculpar o agressor, mais ainda no contexto do parlamento. A tolerância para com a extrema-direita é inversamente proporcional ao ataque aos democratas. Lamento que a AR tome uma decisão destas, mas é daquelas que serão muito revisitadas no futuro.
Se esta notícia for verdade significa, então, que os deputados do PS na Comissão não resistiram às pressões externas e decidiram sacrificar os seus deveres e a sua missão àquilo que agrada aos mais radicais ou à claque que integram
O artigo do @fmendesdasilva vale a pena ser lido. É a perspetiva da direita sobre o mesmo problema que tentei apontar no meu artigo no expresso esta semana. E é importante que alguém de fora veja tão claramente o problema que, infelizmente, o PS teima em não ver. Talvez acorde.