Com Lula, o Brasil escolheu proteger a vida.
A Amazônia e o Cerrado registraram as menores taxas de desmatamento da história.
Segundo os dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgados hoje, o desmatamento na Amazônia caiu 41,8%. No Cerrado, a queda foi de 23,8%.
Em quatro anos, o governo Lula entregou redução de 71% do desmatamento na Amazônia e de 48% no Cerrado.
Ao reassumir o governo em 2023, o presidente Lula e eu, enquanto ministra, encontramos as políticas ambientais em estado de terra arrasada deixada. Foi preciso retomar a fiscalização e recuperar a capacidade do Estado de proteger nossas riquezas naturais. Hoje, os resultados mostram que estamos avançando para cumprir o compromisso assumido pelo presidente Lula de zerar o desmatamento até 2030 e garantir que nosso patrimônio mais valioso, a floresta em pé, continue pertencendo ao povo brasileiro.
Meu agradecimento ao presidente Lula, que colocou novamente a proteção ambiental entre as prioridades do país, e às equipes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama, ICMBio, INPE, Polícia Federal, Funai e PRF, fundamentais para esses resultados.
Agradeço ainda aos 19 ministérios que formam a Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, reinstituído pelo presidente Lula no dia 1 de seu governo, como um de seus primeiros atos no cargo. Coordenados pela Casa Civil, trabalharam de maneira séria, com base na ciência e no diálogo com diversos atores da sociedade, para que alcançássemos este resultado.
Sempre defendi que precisamos liderar pelo exemplo. O Brasil está mostrando que é possível promover o desenvolvimento e gerar oportunidades sem destruir a natureza. Proteger nossas florestas é cuidar da vida, enfrentar a crise climática e deixar um futuro melhor para as próximas gerações.