Minha resposta ao tal Allan dos Santos (ou seria...dos demônios?!)
Esse tal de Allan fez acusações levianas e injustas contra mim, servindo de ventríloquo de alguém que está perto dele, totalmente interessado em atacar mulheres ou qualquer um que possa ser um obstáculo aos seus espúrios interesses umbilicais.
Ele diz que aponta os erros das pessoas e quer ser luz, mas se esquece de que quando ele aponta um dedo contra alguém, existem quatro dedos apontados para ele mesmo. Ele diz querer "levar a luz" para os outros, mas o que ele faz se parece mais com levar Lúcifer do que luz.
Esse tal de Allan não sabe o que eu e o meu marido conversamos, ignora os nossos planos de vida e tampouco me conhece, mas se apressa em me julgar e a outras pessoas como se seus achismos fossem verdade.
Eu estou no PL Mulher e viajo a pedido do meu marido para manter o legado dele vivo por onde passo; para denunciar o que fazem contra ele e para manter o povo com esperança. Tudo à pedido dele!
Mas, pessoas amargas como esse ser, apressam-se em julgar, em apontar (como ele diz) o que ele ACHA que é verdade ou, por conveniência, repete o que lhe mandam repetir: é um boneco de ventríloquo.
Exerço a liberdade que ele diz defender, mas que - na prática - ele só quer que valha pra ele.
Ontem, assim como faço com várias pessoas que postam conteúdos relevantes, repostei um vídeo contendo uma mensagem sobre economia com a qual eu concordo totalmente e que foi publicada pelo governador Tarcísio. O vídeo trata de assunto relevante para o povo e não há como discordar daquilo que é falado.
Nem o meu galego dos olhos azuis tenta intervir na minha liberdade ou nas minhas opiniões, e esse cidadão tenta me intimidar com seus vômitos de ódio?! Querendo julgar o que eu devo ou não postar?! Se enxerga!
Novamente: esse tal de Allan não sabe o que eu e meu marido conversamos, não vive a nossa intimidade, não imagina o que estamos passando e, portanto, tudo o que ele fala sobre nós, não passa de bravata, achismos e maledicências (na maioria das vezes, servindo como boneco de ventríloquo de canalhas) e, portanto, não merece a credibilidade das pessoas de direita.
Esse tal de Allan, em sua contumaz maledicência e, novamente, servindo de ventríloquo, buscou logo usar esse fato para tentar "se limpar" dos ataques injustos que fez contra mim. Repito, ataques injustos contra uma esposa que está ao lado de seu marido e, quando precisa (fisicamente) se afastar, o faz porque está atendendo aos pedidos dele!
Por último, esse homem descarrega o seu achismo a respeito de uma curtida que fiz no comentário de minha amiga pessoal, a esposa do governador Tarcísio. Não interpretei o seu comentário como se ela estivesse apontando seu marido como o tal CEO, mas sim como se ela estivesse dizendo ao marido que o Brasil precisa de um novo CEO, de um novo governante... e todos sabemos que precisa mesmo! Preferencialmente, Jair Bolsonaro.
Continuo orando por ele e por sua família, porque a esposa e os filhos dele não merecem o que tiveram que passar devido à perseguição implacável de um sistema injusto. Mas isso não dá o direito a ele de fazer comigo essas injustiças, porque eu também sou uma esposa que ama o marido e, junto com ele estamos enfrentando uma perseguição implacável.
Michelle Bolsonaro
NOTA PÚBLICA
O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e à despeito da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo o início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.
Wiston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade” e essa é uma postura assumida por líderes, porpessoas públicas, que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não têm mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.
A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos e atingiu de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.
Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais tiveram que passar enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.
Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram se arriscar em uma fuga para o nosso país do que morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chavez e Maduro - ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.
A prisão do narcoterrorista e ditador, Nicolás Maduro, e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes – em especial do Cartel dos Soles que é composto por generais do regime – traz para o povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima.
A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro adotando, dentre outras, as seguintes práticas:
• favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando-os como vítimas ou trabalhadores);
• cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
• imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando-as de defesa da democracia); e
• cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.
O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a“Barba” de molho!
Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também daquelas pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime para que deponham as armas e se entreguem pacificamente, de modo a evitar o derramamento de sangue e propiciar uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.
Que Deus abençoe a Venezuela e o seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.
Michelle Bolsonaro
Hoje é um dia histórico para quem defende a liberdade e a democracia.
A Venezuela dá um passo importante para se libertar de um regime que oprimiu seu povo, destruiu a economia, enfraqueceu as instituições, perseguiu opositores, atacou a imprensa e permitiu que o narcotráfico e o crime organizado se infiltrassem no Estado.
Que este seja o início de uma nova era para o povo venezuelano e para toda a América Latina.
Uma ditadura não cai da noite para o dia. Ela corrói as instituições por dentro, pouco a pouco, e quem paga o preço mais alto é sempre a população.
Que a prisão do ditador Maduro seja o primeiro passo no caminho da liberdade para a Venezuela.
EM TEMPO REAL: Trump anuncia ataque à Venezuela e captura de Maduro🇺🇸🇨🇴 Na sua rede social, presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Maduro foi capturado https://t.co/qESC9S4Aqx
Latin America has for decades lived under the influence of a power network that transcends national borders and combines ideology, organized crime, and projects of political perpetuation. At the center of this machinery are authoritarian regimes, regionally coordinated political movements, and narcotrafficking structures that operate as sources of financing, intimidation, and social control.
Over the years, the Venezuelan regime has become a strategic axis of this network. Multiple international investigations, reports, and denunciations point to the infiltration of drug trafficking into sectors of the state, creating a system in which organized crime ceases to be a marginal actor and becomes part of the very logic of power. This model is not confined to Venezuela: it spreads along routes that cross Colombia, Central America, the Caribbean, and reach Brazil- always shielded by political narratives that attempt to delegitimize any questioning by labeling it as “ideological persecution.”
Cuba plays a singular role in this landscape. Although it is not a major drug producer, it functions as a center for political training, intelligence, and strategic coordination. For decades, the Cuban regime has exported a method of state control, repression of dissent, and systematic use of propaganda as a weapon, influencing governments and movements throughout the region. These ideological tentacles help sustain allied regimes even when they are associated with economic collapse, human rights violations, or opaque relationships with transnational crime.
Within this context, the assassination attempt and the persecution against Jair Bolsonaro in 2018 - and the events that followed - cannot be treated as isolated or merely individual episodes. Regardless of direct responsibility, the climate of political hatred fostered by sectors of the press, the radicalization encouraged by organized structures, and the convenient silence of those who claim to be “defenders of democracy” raise legitimate questions and assertions. Attempts to physically eliminate political opponents have historically been classic instruments of regimes and movements that do not tolerate disruptions to their power projects.
What emerges is the formation of a continental web: drug trafficking providing resources, authoritarian regimes offering political and institutional protection, and ideological articulations supplying narrative and international legitimacy. This combination corrodes democracies, weakens institutions, and subjects entire populations to poverty, fear, and censorship.
Breaking this machinery requires political courage, transparency, and genuine international cooperation- not alliances based on ideological convenience. The defense of freedom in Latin America necessarily depends on exposing these connections, investigating without selectivity, and rejecting any attempt to relativize crime when it disguises itself as a “political project.”
Long live freedom, and may God protect @jairbolsonaro .
Que fiasco!
Essa nota é uma afronta pro povo brasileiro e não nos representa.
Representa a omissão de quem fecha os olhos para a tirania, relativiza ditaduras, passa pano para o terrorismo e insiste em chamar de “zona de paz” uma região dominada pelo narcoterrorismo, pela miséria e pela opressão. Falar em soberania enquanto ignora um povo esmagado por um regime autoritário não é diplomacia. É cumplicidade.