@gustavocastanon O tempo vai mostrar como foi essa combinação do Lula com o Alckmin.
Fez ele deixar o PSDB, ir pra um partido de esquerda, está dando um protagonismo na transição. Parece que será o bastão em 2026, porém foge ao padrão lula: largar o protagonismo do PT. Esperemos o desfecho.
@rttxgg 82: flashs de memoria. Paulo Rossi.
86: tristeza ver pênalti perdido
90: treinador fraco.
94: copa bem vivida.
98: muito estranha.
02: seleção deu show.
06: começa a surgir quem se acha maior que a Seleção.
10: lembro + da Shakira.
14: 7x1
18: Mbapé
22: Messi
26: loading...
@LivinItGreen@jameswebb_nasa Como ele é prpfessor, você confia em tudo o que ele relata. Mas você vai escutar muitos falarem "não é bem assim" (sobre certas teorias que ele afirma no livro).
O QUE O CASO MASTER DEVERIA NOS ENSINAR
Antes, o Brasil assistia novelas de corrupção envolvendo grandes projetos de infraestrutura. Hoje, assiste novelas de corrupção envolvendo fraudes financeiras.
Toda corrupção é sempre condenável e deve ser combatida, como aliás já vinha sendo combatida muito antes da Lava Jato, com a aprovação de diversas leis que melhoraram o problema.
Porém, a mudança do padrão na sucessão de escândalos de corrupção nos ensina algo crucial para entender o Brasil da atualidade.
Como o Brasil não faz mais investimentos públicos em praticamente nada, pois está interditado por um lado pelo arrocho financeiro da dívida pública e por outro lado por ONGs e "movimentos sociais” que bloqueiam grandes projetos, onde está a corrupção agora?
A corrupção está inteiramente localizada em casos de fraude financeira, os mais variados. Basta pensar nos grandes nomes das finanças nacionais envolvidos no caso das Lojas Americanas, para ficar num exemplo recente.
O caso atual, que deve ser apurado com todo rigor, mostra mais uma vez que as fraudes financeiras têm caminho livre para crescer no Brasil. Até mesmo diretores do Banco Central foram cooptados para o esquema criminoso.
As finanças privadas não são menos corruptas — e nem menos corruptoras — do que as grandes construtoras que o Brasil sacrificou no altar da luta contra a corrupção.
Mas o fato de que hoje a corrupção acontece por meio delas, com uma reação muito mais comedida da parte da mídia e dos agentes políticos, mostra que o poder das finanças sobre a política e a comunicação ficou grande demais.
É preciso reorganizar esta bagunça. O setor produtivo precisa voltar a ter protagonismo, e isso só virá com crescimento econômico.
Por sua vez, as finanças precisam ser mais bem controladas e reguladas, pois já se vê que as regulações atuais são insuficientes para conter a corrupção que, a toda hora, surge deste setor.