Grato @TvBahiaoficial por mais 1 dos 12 anos de cobertura do caso. @jessicasenra foi, como sempre, certeira em seu ponto de vista.
Seguimos protestando e pedindo justiça!
Mortes de Paulo Colombiano e Catarina Galindo completam 12 anos nesta quarta-feira https://t.co/PEAexftDff
Elenco enxuto, precisa contratar
No dia 16/01, ainda em Manchester, Rogério Ceni revelou ao Canal do Puco a vontade de diminuir o elenco, para dar mais minutos a todos os atletas.
De acordo com o site oficial, hoje o Bahia tem 26 jogadores no elenco profissional e usou 22 no Brasileirão (um deles, Estuipiñan, já deixou o clube).
Por ser uma posição que só joga um e não tem uma grande rotação, vou excluir os goleiros desse cálculo.
Sobram 23
Desses 23, Acevedo está com uma contusão séria e não joga desde o ano passado e Marcos Victor e David Duarte não atuaram em nenhum jogo. Além deles, são pouco utilizados Yago Felipe, com 21 minutos em 3 partidas, e Ratão, com 56 em 4 (entrou em um jogo dos últimos 11).
Excluindo todos esses do cálculo, sobram 18. 5 laterais, 3 zagueiros, 6 meias e 4 atacantes (Thaciano está como meia no site, mas contei como atacante).
Com um calendário apertado pela maratona, além da possibilidade de lesões e suspensões, o Bahia precisa ir ao mercado. Não dá para brigar por vaga na Libertadores e pela Copa do Brasil com 18 jogadores. Esse número preocupa muito. Contratações são muito necessárias para a manutenção do tão falado (e exaltado) modelo de jogo.
Fonte: FBRef
Foto: Rafael Rodrigues/ EC Bahia
Bahia de 2024 até aqui:
Na hora de ser campeão estadual pipocou.
Na hora de vencer bem, em casa, para garantir a vaga na final da CNE pipocou.
Na hora de se firmar entre os melhores do campeonato pipoca em dois jogos em casa.
O que aconteceu na Europa começa a reverberar no Brasil, como uma sinfonia inevitável do destino. Quando um clube fora do eixo tradicional desponta, ameaçando o império dos poderosos, a tendência é clara: barrar seu crescimento para preservar o Status Quo.
Por anos, clubes brasileiros brincaram com a fortuna, gastando desmedidamente em busca de títulos e prestígio. Veja o Corinthians, afundado em dívidas, ainda assim insaciável em contratações e salários estratosféricos.
Eis que surge o CFG, trazendo uma lufada de ar fresco e profissionalismo ao Bahia. Quitam dívidas, honram salários pontualmente, e o que encontram? Uma barreira erguida pelos que temem a mudança.
O dinheiro do petróleo é visto com maus olhos apenas quando investido no futebol, enquanto clubes falidos continuam a esbanjar sem pudor.
É a saga do Man City renascendo em solo brasileiro, um conto de poder, inveja e resistência. Que se escreva, que se debata, mas que se reconheça: o novo sempre enfrenta a fúria do velho.
André Rizek (@andrizek) dá uma grande resposta ao Pilhado da Jovem Pan sobre o motivo dos atletas franceses terem se manifestavo politicamente durante a Euro sobre a eleição parlamentar na França. Uma resposta sem precisar gritar, com argumentos e conhecimento!
@CascioCardoso Meu velho, o que explica o preciosismo e a falta de chutes ao gol? Parecia que era outro esporte onde o que valia era tocar a bola para o lado dentro da grande área. Defendo o esquema, mas tem que ter tiro no alvo senão não fede nem cheira.