Gostei muito que dessa vez colocaram musicas condizentes com a personalidade e idade do Peter, não uma falsa nostalgia de musicas antes dos anos 90 que o Jon Watts tentou fazer
Mangá me perdeu perto daqui. Parece que nenhum autor de Shonen consegue se manter fiel ao sistema estabelecido inicialmente, depois tudo culmina em poderes extremamente absurdos (e rasos) como mudar a realidade ou controlar o tempo.