🚨 URGENTE: TSE determina suspensão imediata da campanha de Deltan Dallagnol ao Senado do Paraná. Decisão reconheceu que ele está inelegível por fraude à Lei da Ficha Limpa.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
Lula chora em entrevista à TV Record e fala sobre Flávio Bolsonaro querer transformar o Brasil na Argentina:
“Ontem a Janja me mostrou que uma senhora que se diz chefe econômica da campanha do Flávio disse que, se eles ganharem, vão aplicar no Brasil as políticas econômicas do Milei. Como assim? Vocês vão botar a sociedade brasileira para comer carne de jumento? Na Argentina estão comendo carne de jumento porque as pessoas não têm dinheiro para comprar carne. Lá, o Milei cortou aposentadoria de idosos de 80 anos, que hoje moram na rua, comem lixo e estão morrendo com depressão. Cortou o dinheiro da educação e tem universidade sem água para os alunos beberem. A mortalidade infantil aumentou porque as mães não têm o que dar para os seus filhos comerem. Eu fico emocionado falando sobre isso porque parece uma loucura. Não é possível que os brasileiros estejam tão cegos de ódio que queiram fazer seus irmãos comerem lixo.”
Aproveitando a calmaria pra postar isso aqui. Podem me bater e me xingar a vontade, que eu tô cagando e andando. Eu não tenho nenhuma pretensão de ser o queridinho da esquerda, minha única pretensão é ajudar a reeleger o Presidente Lula! E pra isso eu pago qualquer preço! 👍
“Nosso adversário aqui (Moro) é muito frouxo e mentiroso. Fiquei 580 dias na cadeia por uma mentira, acobertada pela imprensa, e tô até hoje esperando: cadê minha chácara e meu apartamento no Guarujá? Até a juíza que não deixou um frigobar na minha cela foi punida.” - Lula grandão e sem medo, indo pra cima do marreco de Maringá em pleno Paraná.