O vídeo que muitos fingiram não ver é de maio de 2023. Na época, o então senador e atual Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, apresentou um relatório de 328 páginas produzido por investigadores do Senado americano sobre as origens da COVID-19.
O documento não nasceu de teoria de internet. Nasceu da análise de documentos chineses, artigos científicos, relatórios internos e sinais de alerta que surgiam dentro da própria China entre 2018 e 2021.
O que eles encontraram é perturbador.
Meses antes de o mundo ouvir falar em COVID-19, já havia sinais de inquietação dentro do Instituto de Virologia de Wuhan. Conversas internas, artigos acadêmicos e relatórios começaram a revelar preocupação crescente com biossegurança ainda no verão de 2019.
Não estamos falando de um laboratório qualquer.
Cientistas naquele instituto vinham manipulando coronavírus há quase duas décadas. Experimentos conhecidos como ganho de função, em que um vírus natural é alterado em laboratório para se tornar mais transmissível ou mais perigoso para humanos.
A justificativa científica sempre foi a mesma. Antecipar futuras pandemias criando versões do vírus para depois buscar a cura.
O problema é simples e brutal.
Quando você cria algo que não existia na natureza, basta um erro humano para que aquilo saia do laboratório.
E os sinais de alerta estavam por toda parte.
Em 2018 já havia telegramas diplomáticos americanos alertando sobre falta de técnicos qualificados no laboratório de alta contenção de Wuhan. Ao mesmo tempo, projetos financiados em parceria com organizações internacionais buscavam tornar coronavírus de morcego transmissíveis para humanos.
Dentro da própria China, relatórios começaram a mencionar falhas de segurança, deficiência na equipe e risco crescente de biossegurança.
Mesmo assim a pressão política aumentava.
O regime exigia progresso científico rápido. Segurança virou detalhe. A prioridade era transformar a China na potência dominante também na biomedicina.
No verão de 2019 algo claramente mudou.
Relatórios internos mostram alarme crescente entre pesquisadores. Autoridades sanitárias começaram a falar sobre possíveis eventos de biossegurança. Exercícios de emergência simulando surtos de doenças desconhecidas passaram a ocorrer pelo país.
Em setembro daquele ano um exercício conjunto com o laboratório de Wuhan treinava exatamente o cenário que viria meses depois.
Um surto de novo coronavírus.
Pouco depois, o banco de dados de vírus do laboratório foi desligado no meio da noite. A segurança foi reforçada. E investigações políticas internas começaram.
Em novembro de 2019 surgem indícios do que pode ter sido o primeiro caso real de COVID-19.
Enquanto isso, escolas já começavam a fechar discretamente na região de Wuhan.
Mas a versão oficial dizia outra coisa.
Segundo Pequim, os primeiros casos só apareceriam no final de dezembro.
O mundo inteiro foi informado tarde demais.
Quando médicos chineses finalmente alertaram sobre o surto, o vírus já havia escapado do controle local e iniciado a pandemia que mudaria o curso da história.
Mais de seis milhões de mortos. Trilhões de dólares em perdas econômicas.
Durante anos disseram que tudo era apenas um acidente da natureza.
O relatório apresentado por Rubio aponta outra possibilidade muito mais incômoda.
Uma cadeia de decisões políticas, pesquisa arriscada e falhas de biossegurança dentro de um laboratório estatal.
E depois disso, silêncio.
Porque admitir que experimentos patrocinados pelo regime podem ter desencadeado a maior crise global do século seria um terremoto político impossível de conter para o Partido Comunista Chinês.
A pergunta que permanece não é apenas científica.
É histórica.
Se a origem da pandemia passou por um laboratório, então não foi apenas uma tragédia natural.
Foi o resultado de escolhas humanas.
Quem não cuida do seu país, ele será controlado por força externa.
1 Timóteo 5:8 "Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria casa, negou a fé e é pior que o descrente"
@HelioTelho@kibe_lokkoo@grok Não estou aqui p convencer com sofismas ou prompts de IA. Posso usar o grok defender uma ideia ou outra. A discussão não é sobre o que "acho", mas sobre sobre política pública com base em dados. Se o crime está em ascensão, os agentes devem saber onde está o motivo daquela.
@HelioTelho Todo grande problema social não começa grande, mas é sustentado por pequenos equívocos de política pública. Por enquanto, só temos inferências para um lado e outro. Precisamos debruçar sobre dados públicos.
@movadvdireitabr Recordo de um ex-presidente dos EUA q gostava de golfe. Enquanto presidente, ganhava todas as partidas, assim disse ele. Mas ele acrescentou algo mais revelador para quem aprecia a "magia" do poder, disse que após deixar a presidência, nunca mais ganhou uma partida. (ºº)
RFK Jr.: "E eu diria que há três regras que todos devemos lembrar.
A primeira é que, quando um governo toma um poder de nós, um direito de nós, ele nunca o devolverá voluntariamente.
A segunda é que qualquer poder que o governo tomar de nós, ele acabará abusando ao máximo possível.
A terceira é que ninguém nunca conseguiu sair de um totalitarismo apenas obedecendo.
Precisamos resistir, resistir, resistir."
🚨HISTÓRICO
Dep Nikolas Ferreira faz vídeo histórico em homenagem a Jair Bolsonaro.
“Jogou limpo contra um sistema sujo”
O vídeo tem potencial para furar a bolha e chegar a 1BILHÃO de visualizações🇧🇷🔥
SOMOS TODOS BOLSONARO
ANISTIA JÁ
CHEGA DE INJUSTIÇA
🚨URGENTE - Advogado de General Heleno diz que Moraes virou acusador e usa ADI de Fux para dizer que o juiz fez o trabalho da PGR
“Nos temos 300 perguntas do relator e 59 da PGR (…) O juiz não pode, em hipótese alguma, se tornar protagonista do processo”