A Deolane dizem não estar bem de saúde( Deve ser a falta dos apliques) os advogados querem leva-la para casa, enquanto isto mais de 140 pessoas seguem presas, por conta do " atentando contra democracia, portando algodão doce, bíblia e Bandeira do Brasil.
Bolívia 🇧🇴/Brasil 🇧🇷: Dois membros do Comando Vermelho foram presos na Bolívia nesta quarta (10)
Os 2 foram formalmente entregues a agentes da Polícia Civil brasileira, em conformidade com os protocolos vigentes de cooperação policial e coordenação binacional.
Segundo a Reuters, milhares de pessoas no mundo tiveram os seus vistos de entrada nos EUA cancelados poucos dias antes de viajarem para a Copa, com os respectivos consulados americanos dando pouco ou nenhum esclarecimento. Na Argentina, muitos vistos foram cancelados assim, e uma marca local de eletrônicos encontrou uma forma interessante de fazer publicidade: distribuiu TVs de graça para quem teve o visto cancelado.
O Irã anunciou hoje de manhã que, em resposta aos ataques americanos que decorreram durante a noite, o Estreito de Ormuz está novamente fechado.
#hojenomundomilitar
O CENTCOM informou que durante esta noite realizou dezenas de ataques visando as capacidades de vigilância militar iraniana, sistemas de comunicação e locais de defesa aérea em todo o Irã. Foram os maiores ataques dos EUA contra o Irã desde o início do "cessar-fogo" e uma resposta ao ataque iraniano que resultou na perda de um AH-64 Apache.
#hojenomundomilitar
Meu Deus... Toda a imprensa brasileira deveria boicotar essa copa em protesto. O torneio já está sob suspeita. Graças a Deus nós moramos em um país democrático e sem autoritarismo como o Brasil.
🚨URGENTE - Lincoln Gakiya, promotor de SP, denúncia Deolane por lavagem de dinheiro para o PCC e organização criminosa, fazendo com que ela possa pega até 66 anos de prisão devido a Lei Antifacção
Decretos de Lula para Big Techs afetam lisura das eleições - André Marsiglia- @Poder360
Tenho sustentado há semanas — e o fiz em meu último artigo para este Poder360 — que está em curso no país um processo silencioso de esvaziamento da Justiça Eleitoral, agora presidida por Nunes Marques e André Mendonça.
O movimento começou a ficar evidente quando investigações envolvendo os pré-candidatos da direita Flávio Bolsonaro e Romeu Zema migraram para tribunais dominados pela influência dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
Agora, veio o passo seguinte. Lula acaba de assinar dois decretos que implementam um novo modelo de fiscalização das redes sociais e, trocando em miúdos, criam uma polícia política para as redes sociais no período eleitoral.
A ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, passa a atuar formalmente no gerenciamento das plataformas, monitorando e fiscalizando se empresas como X, Instagram, Facebook, TikTok e WhatsApp cumprem as diretrizes estabelecidas pelo STF em julgamento de 2025.
O Congresso Nacional passou anos debatendo esse tema no chamado PL das Fake News. E o principal ponto de resistência sempre foi exatamente a criação de um órgão centralizado de controle das plataformas ligado ao Executivo. Agora, aquilo que o Congresso recusou surge na marra, por decreto, contornando o debate e empurrando o Legislativo para fora do tabuleiro.
Até hoje, pelas regras do Marco Civil da Internet, predominou uma lógica jurídica em que se discutiam postagens, conteúdos e perfis específicos. Mas a partir de agora, o governo quer se arvorar o direito de empreender um gerenciamento sistêmico, genérico e abrangente das plataformas, acompanhado da possibilidade de punições administrativas e sujeito à evidente pressão política, afinal, a iniciativa nasce em ano eleitoral e se estrutura em órgão subordinado a Lula, candidato e interessado direto na disputa presidencial.
É o mesmo que permitir uma partida entre Palmeiras e Corinthians mediada por arbitragem vestida com a camisa de um dos times em campo. Quem definirá o que configura “desinformação”, “ato antidemocrático” ou “conteúdo nocivo” será um órgão vinculado ao Ministério da Justiça do governo do candidato à reeleição.
STF e governo Lula parecem caminhar em convergência contra adversários da direita e, ao mesmo tempo, em direção ao esvaziamento de uma Justiça Eleitoral que, talvez, ouse, em 2026, com os ministros Mendonça e Nunes Marques à frente, preservar alguma aparência de imparcialidade.
Retirar o protagonismo da Justiça Eleitoral e transferir esse poder para a articulação entre Executivo e STF não deixa de ser uma espécie de golpe contra a integridade e transparência das eleições deste ano
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