Confira meu artigo mais recente: MERCADO IMOBILIÁRIO: A Crise, a Recessão e a Readequação (2015 - 2018) - parte 5 https://t.co/cabiB0khxR via @LinkedIn
Mais de 30 mil militantes de extrema esquerda invadiram e literalmente incendiaram Brasília em maio de 2017. O STF não julgou nenhum deles! Ninguém toca no assunto!
🚨URGENTE - Marco Aurélio Mello, ex-ministro do STF, diz que nunca viu processo criminal não ser julgado no plenário!
"Em 31 anos como ministro do STF, jamais um processo criminal foi julgado na Turma; sempre foi levado ao Plenário. É um descalabro o que está sendo feito."
👨⚖️ “Ainda há juízes em Berlim!” O ministro Fux peitou Moraes e falou as verdades na cara sobre o caso da pena absurda de 14 anos imposta à Débora. Disse que é preciso ter humildade judicial e criticou a dosimetria da pena.
🪨 Fux está se tornando uma pedra no sapato dos planos de Moraes. Ele pediu vista no caso da Débora e também defendeu que o julgamento de Bolsonaro seja analisado pelo plenário com todos os ministros, e não apenas pela Primeira Turma do STF, como quer Moraes para garantir votos certos.
📌 Fux mostrou que nem todos os ministros estão dispostos a embarcar no rolo compressor de Moraes. Ainda existe — mesmo que tímida — uma resistência ao uso político da Justiça.
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Já que ele está todo amostradinho passando vídeo em processo judicial, passa esse aqui, Alexandre. E explica o que significa “missão dada é missão cumprida”.
- Estão com pressa. Muita pressa. O processo contra mim avança a uma velocidade 14 vezes maior que o do Mensalão e pelo menos 10 vezes mais rápida que o de Lula na Lava Jato.
- E o motivo? Nem tentam mais esconder. A própria imprensa noticia, abertamente e sem rodeios, que a motivação não é jurídica, mas política: o tribunal tenta evitar que eu seja julgado em 2026, pois querem impedir que eu chegue livre às eleições porque sabem que, numa disputa justa, não há candidato capaz de me vencer.
- A julgar pelo que lemos na imprensa, estamos diante de um julgamento com data, alvo e resultado definidos de antemão. Algo que seria um teatro processual disfarçado de Justiça – não um processo penal, mas um projeto de poder que tem por objetivo interferir na dinâmica política e eleitoral do país.
- Todos dizem que o processo se encerrará até o final de 2025, mesmo não havendo precedentes para tamanha celeridade em um caso dessa dimensão. E por quê? Porque todos sabem que o que está em curso é, na verdade, uma espécie de atentado jurídico à democracia: um julgamento político, conduzido de forma parcial, enviesada e abertamente injusta por um relator completamente comprometido e suspeito, cujo objetivo é se vingar, me prendendo e me retirando das urnas. Porque todos sabem que, com meu nome na disputa, minha vitória e a conquista da maioria no Senado são resultados inescapáveis. Simples assim.
- A ironia é que, quanto mais atropelam regras, prazos e garantias para tentar me eliminar, mais escancarado fica o medo que eles têm das urnas e da vontade do povo. Se realmente acreditassem na democracia que dizem defender, me enfrentariam no voto, não no tapetão.
- Mas não pensem que o mundo não está atento. A comunidade internacional acompanha de perto o que está acontecendo no Brasil. Juristas, diplomatas e lideranças políticas já reconhecem o padrão: é o mesmo roteiro que se viu na Nicarágua e na Venezuela. Perseguição seletiva, acusações vagas de "extremismo" ou de "ameaça à democracia" e a tentativa de eliminar a oposição por via judicial.
🚨BREAKING – OUTRAGE IN BRAZIL: MORAES SEEKS TO JAIL MOTHER FOR 14 YEARS OVER LIPSTICK MESSAGE
On February 21st, in a shocking move, Justice Alexandre de Moraes voted to sentence Débora Rodrigues dos Santos, a 38-year-old hairdresser and mother of two, to 14 years in prison for using lipstick to write “You lost, idiot” on the statue in front of Brazil’s Supreme Court—a peaceful act of protest.
In addition, Moraes set a fine of R$30 million (USD $5.25 million). Débora has no criminal record and has already spent two years in pre-trial detention.
Worse still, the vote was held in a virtual session, preventing her lawyers from defending her in person—a blatant violation of due process.
Other Supreme Court justices—Zanin, Fux, Dino, and Cármen Lúcia—have yet to vote.
In Brazil, mothers convicted of actual crimes like drug trafficking often receive house arrest to care for their children, as guaranteed by law. But this same right was denied to Débora, who committed no violent crime—only dissent.
This is not justice—it’s judicial tyranny.
The Brazilian people need urgent international support. It’s time for the Magnitsky Act to be applied. Moraes and his collaborators must be stopped—and held accountable.
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🚨URGENTE – ESCÂNDALO NO BRASIL: MORAES QUER CONDENAR MÃE A 14 ANOS DE PRISÃO POR FRASE COM BATOM
No dia 21 de fevereiro, o ministro do STF Alexandre de Moraes votou para condenar a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, de 38 anos, mãe de duas crianças pequenas, a 14 anos de prisão por ter escrito com batom a frase “Perdeu, mané” na estátua em frente ao Supremo Tribunal Federal—um ato pacífico de protesto.
Moraes ainda estipulou uma multa de R$30 milhões (equivalente a US$5,25 milhões). Débora não tem antecedentes criminais e está presa preventivamente há dois anos.
Para piorar, o julgamento ocorreu em plenário virtual, o que impediu que seus advogados apresentassem defesa presencial—um ataque direto ao direito de defesa.
Os outros ministros da Primeira Turma do STF—Zanin, Fux, Dino e Cármen Lúcia—ainda irão votar.
No Brasil, mães condenadas por tráfico de drogas cumprem prisão domiciliar para cuidar dos filhos menores, conforme previsto em lei. Mas esse direito foi negado a Débora, que não cometeu nenhum crime violento, apenas se manifestou contra o sistema.
Isso não é justiça—é ditadura judicial.
O povo brasileiro precisa de ajuda internacional urgente. É hora de aplicar a Lei Magnitsky. Alexandre de Moraes e seus cúmplices precisam ser parados—e responsabilizados.
14 anos de prisão por uma mancha de batom em um pedaço de pedra? Moraes não votou para punir uma criminosa, votou para condenar essas duas crianças a crescerem sem a mãe.
A psiquiatria explica esse comportamento cruel... procurem!