O cara tem 80 anos de vida, acaba com a fome, derruba a inflação, bate recorde de emprego, detona as bets, defende a soberania, melhora a saúde, sai às ruas, arrasta milhões pelo país inteiro.
E o Brasil doente abraça o fascismo - é inacreditável.
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
Eu vi alguns jornalistas assustados hoje. Gente que tripudiava o governo, distorcia STF, e tudo aquilo que sabemos, achando que mesmo assim iria dar Lula. Que estavam seguros.
Agora que viram o tamanho do estrago, começaram a criticar Flávio e apontar mentiras no seu discurso.
Eu aviso de novo: não moverei uma vírgula do meu teclado para apoiar jornalista que se foder na mão de um eventual governo Flávio. Vocês pediram como poucos setores por isso. Logo, a responsabilidade é de muitos de vocês.
Bom… esta derrota de Lula para o filho de Jair Bolsonaro no 1º turno joga luz sobre problemas que cercam o atual presidente há décadas. Sem exagero.
Para começar, a péssima comunicação. O campo progressista perdeu-se na autossuficiência. Enquanto a direita assimilava a linguagem do TikTok e surfava nas redes, a campanha da esquerda seguiu apostando na cirandinha de chamar artistas milionários (gente até com problema na Justiça que, se não fosse da patota, estaria cancelada) para fazer clipe bonitinho. Artificio que era tendência lá em 1985.
Depois, mais presunção. Houve tempo de sobra para construir outra liderança, mas todas as possibilidades foram sufocadas. Dino foi empurrado pro STF, Haddad deslocado para segurar as buchas, Boulos ficou em banho-maria e as mulheres… bem… que mulheres? Os machistas elegeram mais senadoras que os feministas. Curioso, não?
Ah! E isso tudo tapando o sol da rejeição ao lulopetismo com uma peneira. A síndrome do protagonista parece ser mais contagiosa que a tal vontade de lutar pela democracia.
Aí, tome desconexão com a realidade! Desta vez, com o trabalho informal. Muita lacração e poucas ideias para motoristas de aplicativo, pequenos empresários, autônomos, influenciadores e motoboys. Prova disso foi a maneira atabalhoada com a qual jogou no ventilador a MP das BETs. Poderia dialogar, planejar, estipular um prazo ou ir em cima só de cassinos, mas preferiu tratorar e subestimar outra paixão do brasileiro: o futebol. Incomodou você? Bem… você e a torcida do Flamengo. Flamengo, Corinthians, Santos, Vasco e outros… literalmente. Bastava ler a repercussão aqui para ter a medida.
Na real, dá para resumir tudo aí em cima em uma palavra: vaidade.
Enfim… dá tempo de consertar? Algumas coisas? Sim. A eleição tá perdida? Não. Dá para virar. São dois turnos e só acaba quando termina. E mais: este pleito tá provando que o improvável tá bem distante do impossível. E todas… absolutamente todas as pesquisas erraram. Cravar o que vai acontecer não é um exercício fácil.
Resta saber se, em três semanas, a imprensa, a opinião pública, políticos, instituições e o eleitor brasileiro estão mesmo a fim de um país que, segundo notícias e rumores, poderia acabar com o Pix, soltar Vorcaro, liberar o Tigrinho, empoderar Igrejas Evangélicas, manter a escala 6 por 1, queimar mais florestas, privatizar praia, dominar o STF, virar quintal de Trump etc.
Quem viver verá.
É deprimente alguém votar em Bolsonaro, pior é não ter vergonha desse voto, mais ainda é se orgulhar do voto nele e o mais baixo: vibrar com os votos nesse sujeito abjeto. 🇧🇷
De acordo com os jornalistas da Globo, Lula deveria ter aceitado passivamente a arapuca de debater contra quatro adversários ao mesmo tempo. Sendo que o quarto deles, Zema, entrou via uma ação judicial que, curiosamente, não gerou nenhuma "insegurança jurídica" e nem feriu o processo democrático.
Aí, quando Lula resolveu não ir ao debate, o formato "um contra todos" virou "todos por um" e tudo certo. Estava mantido! Segue o jogo! Viva a democracia!
Pois bem. Bastou o terceiro colocado nas pesquisas, Renan Santos, conseguir uma ordem judicial para estragar a pelada de fim de ano entre Flávio Bolsonaro e Amigos de Flávio Bolsonaro, que o candidato do PL se contradisse (mais uma vez!) e desistiu de participar.
Debate mantido? Nada disso. Vai que Renan causa algum constrangimento ao irmãozão do Vorcaro, não é mesmo? A emissora então cancelou o debate e o discurso mudou: "é o fim do mundo!"; "é a ditadura da toga!"; "interferência jurídica!"; "nunca antes da história deste país!"...
Entendi.
E eu, ingênuo, achando que eles estavam preocupados com a verba publicitária das BETs.
NÃO! NÃO PODE SER!
Passei a semana lendo e ouvindo, de internautas equilibrados e sensatos nesta rede e dos melhores, mais competentes e imparciais jornalistas na isenta grande imprensa, que André Mendonça, o probo, um dos raríssimos ministros acima de qualquer suspeita da mais alta Corte do país, o mais justo, o mais ilibado, o mais terrivelmente técnico do Supremo, estava certíssimo em apagar meu post porque era a verdade dos fatos e a verdade de Deus, da pátria e da família (só "família") e... agora, do nada, numa hora dessas, este mesmo farol da moral MUDA O PRÓPRIO VOTO E CONCORDA COMIGO?
COMO ASSIM?!? Justo agora, quando já estava recolhendo meus brinquedinhos, cabisbaixo, conformado com a derrota, recolhido à minha insignificância e pensando se iria para Cuba ou Venezuela?
Então... então quer dizer que... que... EU E A CORJA QUE ME DEFENDEU ESTÁVAMOS CERTOS? E todos que me xingaram, recriminaram, caluniaram, difamaram e ameaçaram, respaldados pela sabedoria infalível do ministro e do descontentamento do honestíssimo candidato à presidência estavam errados? Inclusive segundo o próprio ministro? E alguns deles ainda terão que se explicar na Justiça?
Só pode ser milagre.
Deus é bom o tempo todo e a Terra... bem... a Terra é plana, mas, pelo visto, gira.
Não sou da tese que não se deve compartilhar esses lixos. Tudo depende da abordagem. Em 2018 falaram sozinhos e deu no que deu. Em 2022, não foi assim. Compartilho para mostrar como odeiam católicos. Católico: Vote para manter essa gente longe do poder.
GREGÓRIO DUVIVIER: TODOS OS ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO DO BRASIL LEVAM A FLÁVIO BOLSONARO
Gregório Duvivier revela que todos os escândalos do Brasil parecem desaguar em Flávio Bolsonaro. No Banco Master, ele teria pedido R$ 130 milhões a Daniel Vorcaro para o filme sobre o pai. No caso do INSS, seu parceiro de jatinho, Willer Tomaz, movimentou R$ 45 milhões e é apontado como operador financeiro do esquema do “Careca do INSS”. No Rio, Rodrigo Bacellar, aliado de Flávio, foi preso e é acusado de favorecer o Comando Vermelho. E o escritório de advocacia de Flávio defendeu ex-sócios do “Faraó dos Bitcoins”.
Mais um EXCELENTE vídeo do Revelando Brasil que PRECISA ser compartilhado:
“Por que Flávio Bolsonaro virou advogado de um PM que matou uma menininha de 5 anos?”
Por que será que Flávio Bolsonaro defende um assassino de criança?
Camila Pitanga investiga o caso de Ana Clara e mostra como Flávio Bolsonaro entrou na defesa do policial acusado pela morte da menina, após o STJ manter a decisão de levá-lo a júri.
A reportagem também resgata as relações de Flávio com figuras ligadas à milícia e outros episódios envolvendo poder político, segurança pública e Justiça no Rio de Janeiro.
https://t.co/YqrshJxcDH
A deputada Bia Kicis passou quatro anos no cargo e nunca fez nada pelo Distrito Federal. Teve político de fora que fez mais que ela. Michelle Bolsonaro não tem propostas nem campanha está fazendo nas ruas. O eleitor do DF que votar nessas duas não quer ver melhora na saúde, transporte ou educação. As vidas de 3 milhões de pessoas não podem ser usadas para sustentar voto ideológico.
🚨 URGENTE! Após o sucesso com Porchat, o Revelando Brasil acaba de lançar, com Camila Pitanga, um novo vídeo BOMBÁSTICO e muito forte, que promete abalar o Brasil:
“Por que Flávio Bolsonaro virou advogado de um PM que matou uma menininha de 5 anos?”
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Em breve vídeo completo aqui no perfil.