Convido todos a conhecerem o meu trabalho! 👇
Tenho dedicado nas minhas pesquisas a entender sobre Segurança Pública, Crime Organizado, Violência, Ordem e PCC!
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Vendo a programação da Copa me dou conta de uma derrota do jornalismo.
Trabalhei por quase 30 anos em veículo de comunicação de ponta e era cristalina pra nós a divisão entre jornalismo e comercial.
Não era um detalhe: era uma regra (de batalha contra o comercial) para proteger a independência da informação, a prioridade da notícia e a credibilidade do conteúdo.
Hoje, o comercial ocupa cada vez mais espaço dentro da programação do conteúdo.
Uma realidade do mercado, tudo bem. Mas é também uma derrota do jornalismo.
Hoje o IBGE divulgou a PNAD – Educação, há importantes resultados que precisam ser conhecidos e compreendidos pela população. Há várias políticas públicas em andamento e esforços combinados de municípios, estados e a União para melhorar a educação, vou elencar alguns dados que merecem destaque. Segue aqui 👇
A proposta de segurança pública do Flávio Bolsonaro é PÉSSIMA, pois além de mentir e omitir informações, não tem um desenho de política pública viável para um mandato, não dialoga com as realidades do país e com as políticas/programas em andamento
Tá jogando para galera
Publiquei hoje um artigo sobre a proposta de Flávio Bolsonaro de criação de 500 mil vagas no sistema prisional brasileiro.
Minha pergunta é simples: essa promessa cabe em quatro anos de governo?
Mostro que a proposta exigiria a construção de aproximadamente 1.000 novas prisões, ao custo estimado de R$ 35 bilhões apenas em obras, além de despesas anuais entre R$ 12 bilhões e R$ 24 bilhões para custeio e operação. Para ser entregue em um único mandato presidencial, seria necessário concluir cerca de 250 prisões por ano, 21 por mês e 5 por semana, sem interrupção.
Flávio ignora os limites do pacto federativo, já que a gestão e o financiamento permanentes das cadeias recaem sobre os estados. SP, MG e RJ, que concentram os maiores contingentes de presos e os maiores déficits de vagas, seriam os mais pressionados a financiar essa expansão. A proposta exigiria ainda a contratação de mais de 100 mil novos servidores para manter as unidades em funcionamento.
Em estados submetidos a limites fiscais, a conta não desaparece. Financiar essa expansão significaria disputar recursos com áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social, além de pressionar folhas de pagamento e restringir reajustes salariais do funcionalismo público. Qual governador estaria disposto a assumir esse custo político e fiscal?
Mas o problema não é apenas financeiro ou administrativo. Ele decorre também dos limites da própria mentalidade do encarceramento em massa. A experiência brasileira demonstra que ampliar vagas não significa ampliar a capacidade de controle estatal das cadeias. Quando a expansão da custódia supera a capacidade de gestão, inteligência, classificação, supervisão e custeio, surgem novos déficits, deteriora-se o controle institucional e ampliam-se as oportunidades de governança do crime organizado dentro e fora das prisões.
A proposta também ignora o fluxo contínuo da justiça criminal. Enquanto as novas unidades estariam sendo construídas, a polícia continuaria prendendo, o Ministério Público denunciando, a Justiça condenando e as facções continuariam disputando o controle das prisões. Parte das vagas prometidas já nasceria comprometida pelo próprio déficit atual.
Ela se torna ainda menos viável quando combinada à redução da maioridade penal. Não se trata apenas de criar vagas. Seria necessário reorganizar a transição entre o sistema de justiça juvenil e o sistema penal adulto, ampliar estruturas de custódia específicas, criar novos fluxos de progressão, contratar equipes especializadas e expandir simultaneamente os sistemas socioeducativo e penitenciário. Trata-se de uma reestruturação de toda a engrenagem custodial, cujos custos e efeitos se estenderiam por mais de uma década.
Assim, o projeto representa uma forma de ilusionismo político: uma promessa que cabe na campanha eleitoral, mas dificilmente cabe no mandato. Ainda assim, ela mobiliza uma demanda real da população por segurança, punição e justiça. Quanto mais simples a promessa, maior tende a ser sua capacidade de mobilização eleitoral, mesmo quando suas condições de execução são inexistentes.
Mais do que reproduzir declarações de candidatos, cabe ao jornalismo submetê-las a testes de realidade: quanto custa, quem paga, quem executa, em quanto tempo e com quais capacidades institucionais. Sem isso, propostas eleitorais transformam-se em peças de propaganda.
Artigo completo:
[https://t.co/C5IrtwF0sr](https://t.co/C5IrtwF0sr)
Oi pessoal o meu ensaio sobre o crime organizado tam'bem foi publicado pela UNISINOS:
"Em última instância, o problema colocado pelas governanças criminais é um problema de governança democrática. O que está em disputa é decidir quem governa, em nome de quem, por meio de quais mecanismos de controle e sob quais limites institucionais. É nesse terreno que se decidirá a capacidade das sociedades contemporâneas de conter o poder das economias político-criminais, limitar a captura das instituições públicas e preservar a legitimidade democrática do uso da força". ( Jacqueline Muniz)
https://t.co/DXH9AdtNFS
O tempo passa, mas certos legados continuam ecoando pelo mundo.
Orgulho de ser o Time do Povo. Orgulho de ser Corinthians. 🏴🏳️
Thank you, Mayor Zohran Kwame Mamdani, for honoring Dr. Sócrates and the legacy of Democracia Corinthiana.
📹 The Morning Pitch / @nycmayor
#CulturalDoCorinthians
#VaiCorinthians
@arlesoncosta E vai intensificar o fortalecimento e prover justificativa para mais jovens continuarem no crime organizado, principalmente em estados com muitas disputas faccionais e com violências/domínios territoriais. Penso que essa medida não diminui a lógica, é retórica de populismo pena
Se o crime organizado recruta os jovens, prender eles mais cedo não iria reforçar ainda mais nessa lógica, visto que as prisões tem um controle das facções com anuência do Estado? Essa é a política para reduzir a violência e poder do Crime Organizado?
O crime organizado recruta jovens sabendo que não respondem penalmente. E menores cometem crimes bárbaros sem consequência real. Isso tem que acabar. É uma questão de justiça para as vítimas.
O próximo passo é a comissão especial. Vamos seguir lutando até que seja aprovada.
Esse é Eduardo Bisotto, um dos líderes do MBL
MBL é o partido Missão que tá lançando Renan Santos pra presidência e Kim Kataguiri pro governo de São Paulo
Nesse vídeo ele chama Vini Jr. de MONO
Que é a forma racista que os espanhóis chamam Vini na Europa
Mono = Macaco
Para entender como a Copa do Mundo foi parar nos EUA, é preciso voltar a 2010, quando foram escolhidas as sedes de 2018 e 2022. Rússia e EUA queriam, cada uma, um Mundial com sua marca.
A candidatura do Catar era meio folclórica: país com muitos recursos naturais, mas desértico, pequeno e sem qualquer ligação com futebol - menos até que os EUA.
Quando o presidente da FIFA, Sepp Blatter, abriu os envelopes e revelou que a Rússia conseguira sua Copa em 2018, mas os EUA não teriam a de 2022 porque ela ia pro Oriente Médio, ele acionou uma reação em cadeia que levaria à sua própria queda.
Tio Sam nunca engoliu aquela derrota. Os imensos protestos no Brasil contra a Copa de 2014 ganharam repercussão internacional, inclusive por lá, e motivaram o FBI a agir contra a casta do futebol mundial. Começava o FIFAgate.
Todo mundo sabia que havia esquemas de corrupção na FIFA e, como muitos deles passavam pelo sistema bancário estadunidense, a polícia dos EUA justificou sua ação. Era uma retaliação, claro, mas não sem motivo.
Cartolas históricos do mundo todo caíram - o maior deles o próprio Blatter, que comandava a FIFA desde 1998. Das sombras, saiu Gianni Infantino.
Ele provou ter grande habilidade política ao entender que precisava neutralizar as autoridades estadunidenses. Como? Dando a elas o que queriam, uma Copa.
Foi assim que a sede de 2026 foi escolhida, com Canadá e México como convidados de luxo pra uma festa estadunidense.
Infantino mostrou uma capacidade de costurar acordos para que a FIFA se mantenha como ela sempre foi (e isso não é algo bom), ao mesmo tempo em que transmite ares de modernidade. Tornou-se amigo pessoal de Donald Trump, rompendo com a neutralidade e apoiando-o abertamente nas eleições de 2024.
Em 2025, nos 10 anos do escândalo do FIFAgate, membros da comunidade do futebol publicaram uma carta aberta em que diziam que, hoje, o futebol é mais mal gerido e corrupto do que era em 2015.
Infantino não mudou nada, apenas trouxe os insatisfeitos estadunidenses pro seu lado. Cartolas foram absolvidos e o Departamento de Justiça de Trump encerrou processos, dizendo que investigar subornos "não era mais prioridade”.
O preço disso? Um prêmio pro Trump e uma Copa nos EUA.
@DerriteSP Senhor, vamos supor que vossa senhoria fosse deputado e ex secretário de segurança pública do maior estado da federação, o senhor investiria em ciência/tecnologia, unindo os saberes técnicos dos pesquisadores com a ação profissional dos policiais, ou iria fazer vídeo para lacrar?
Rapaz, que notícia espetacular! Um levantamento do PoderData mostra que a parcela de brasileiros que afirmam conseguir pagar suas contas aumentou de 45% para 61% entre 2022 e 2026, um crescimento de 16 pontos percentuais.
Em resumo: a situação financeira das famílias brasileiras apresentou uma melhora expressiva sob a gestão Lula, em contraste com o desgoverno Bolsonaro.
COMPARTILHEM MUITO!
Nem começou a copa do mundo e já sabemos que essa será a PIOR da história
E o motivo? Estados Unidos e o regime de Donald Trump
Vistos negados
Revistas vexatórias
Arbitro proibido de entrar
Torcedores de outras nacionalidades tendo seus ingressos negados
Jogos prejudicados
Agora é a vez de um árbitro, eleito o melhor de todo um continente em 2025, ser proibido de trabalhar na Copa do Mundo pelos Estados Unidos. Surpresa zero, porque ali não há mais limites.
Quanto à FIFA, a vergonha da subserviência só aumenta. No Brasil era "Lei da Copa", exigências e ameaças mil. Na Rússia e no Qatar, vistas grossas e um ou outro pedido de ajuste. Nos EUA, é "não podemos interferir", uma arfadinha amigável e uma abanada de rabo.
Bater boca é dar engajamento para estólidos de outras cidades que nunca pisaram na universidade, não sabem os problemas e buscam holoforte para atingir fins eleitorais não é o caminho
O Movimento Estudantil precisam compreender o modus operandi que a extrema direita (MBL/PL/NOVO) estão realizando nas universidades: Lacração para as redes, cercados de segurança e ofensas aos professores, funcionários e alunos. Não podemos bater palma para maluco dançar!
Semana que antecede a copa do mundo. israel e Irã tem muitos interesses de movimentar um conflito para criar condições de seus objetivos (mobilizar EUA x Recuar EUA). Não duvido que os ataques de março/abril continue com a copa!
Israel ataca o Líbano, mata duas pessoas, e o Irã responde lançando mísseis contra o território israelense. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pede que todos os países envolvidos no conflito parem de se atacar.