Diante desse cenário, a exigência por laudos e registros técnicos surge como medida básica de cautela para esclarecer se houve falhas, omissões ou negligência no cuidado com meu irmão Jair Messias Bolsonaro.
O documento conta, até o momento, com o apoio de 41 dos 81 senadores. Vamos cobrar, vamos pressionar e vamos exigir posicionamento de cada senador que ainda se omite.
Prometeram amor, picanha e respeito ao povo.
Entregaram aumento de impostos, improviso e vergonha internacional.
Mais de 40 tributos criados ou elevados, eventos mal organizados, insegurança e um Brasil que voltou a pagar caro pela incompetência.
Quem trabalha sente no bolso. Quem governa precisa responder.
“Vida longa ao Xá.” A frase, que durante décadas bastaria para levar alguém à execução no Irã, apareceu ontem em letras garrafais no centro de Teerã. A escrita surge em meio à intensificação das manifestações no país, que já entram em seu décimo quarto dia consecutivo. O gesto, impensável até recentemente, alimenta a percepção de que os aiatolás estão perdendo o controle.
A revolta também assumiu um tom simbólico: iranianos estão saindo às ruas com a antiga bandeira do Irã - o Leão e o Sol - e colocando-a em estátuas e prédios. O símbolo monarquista, abolido após a Revolução Islâmica de 1979, voltou a circular publicamente como desafio direto ao regime - é o sinal de que a República Islâmica pode estar com os dias contados.
Washington monitora o colapso interno. “O Irã está em grandes apuros. Parece-me que as pessoas estão tomando o controle de cidades que ninguém imaginava ser possível há algumas semanas. Estamos acompanhando isso com muita atenção”, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump.
Um médico de Teerã disse à Time que ao menos 217 manifestantes foram mortos em seis hospitais da capital, a maioria atingida por munição real. A revista afirma não ter conseguido verificar os números de forma independente.
Trump mandou um recado: “Deixei claro que, se começarem a matar pessoas como fizeram no passado, vamos intervir e atingi-los onde dói - e isso não significa enviar tropas ao terreno, mas atacá-los com muita, muita força onde realmente dói.”
Ninguém sabe quanto tempo o aiatolá poderá se sustentar. Mas algo novo está em curso - e, pela primeira vez em décadas, o poder dos clérigos está verdadeiramente ameaçado.
Ao longo dos meus 25 anos na trincheira ajudando a erguer um movimento que hoje tentam esmagar a qualquer custo - com a cumplicidade de alguns que Jair Bolsonaro alçou a cargos e com o ódio declarado da esquerda. E nunca, nunca, senti o que sinto agora.
Basta olhar nos olhos, sentir a energia, observar a postura de muitos repórteres: nem eles acreditam mais na farsa que estão ajudando a sustentar. O Brasil está sendo destruído diante de todos, em plena luz do dia.
Que ninguém se iluda: mais quatro anos de Lula significam acelerar essa destruição. A imprensa será engolida logo depois de cumprir seu papel. Os “isentões” serão os próximos. Regimes não poupam cúmplices - apenas os usam até não precisarem mais.
Não haverá exceções. Não haverá imunidade moral.
Ou acordamos agora, ou seremos todos esmagados.
Obrigado senadores, obrigado senador Wilder Moraes por fazer o requerimento. Meu pai em casa foi sequestrado e precisa muito de cuidados médicos. A família agradece.
🇮🇷 IRÃ SEM CONTROLE
Os atos contra a ditadura dos aiatolás no Irã, mesmo com repressão violenta do regime, parecem não ter prazo para acabar.
Talvez estejamos vendo a queda de mais uma ditadura aliada de Lula🙏
Participei do programa Sem Rodeios da Gazeta do Povo contando detalhes sobre a perseguição que eu, o @elivieira e o @edutagli estamos sofrendo por causa das revelações da Vaza Toga.
Não existem palavras para expressar a revolta que sinto ao ver tamanha crueldade, desumanidade e abuso sendo cometidos dessa forma.
Que Deus cuide e guarde o Bolsonaro, neste momento de tanto sofrimento, perseguição e provação.