A zaga renovou e tem caras de elites.
Mas, as laterais continuam sendo bem abaixo, o ataque é descomunal.
Mas, esses caras eram elite da elite.
Geracionais.
Cristiano Ronaldo, Conor McGregor e Lewis Hamilton.
A conversa é a mesma para os três. Ganharam tudo o q havia para ganhar e no final de carreira têm de levar com “nunca foste assim tão bom”.
Esse é o lance mais constrangedor da Copa do Mundo.
O árbitro percebe o vozinha distraído e dá uma ordem a Messi, do tipo "bate, vai".
O Messi estranha, pois não ouve nenhum apito, e o árbitro confirma: "vai, pode bater".
Aí se sai o gol ainda teríamos que ler de um bando de jornalista paspalho coisas do tipo "ELE É A HISTÓRIAAAA 🤯🤯" "QUE PRIVILÉGIO VER LIONEL MESSI"
Quanta sujeira.
Oficialmente estou largando mão de qualquer apreço ao feitos do Messi.
Competitividade completamente injusta.
A Argentina é absurdamente ajudada em todo mundial. Todo.
Muito respeito pelo João Neves, Bruno Fernandes e Vitinha, mas não conseguem chegar aos calcanhares do meio campo : William Carvalho, João Mário e Renato Sanches no Euro 2016.
Gonçalo Ramos: "A verdade é que quem me conhece já sabe que nos últimos minutos, quando é preciso um golo, eu estou lá. Já não é a primeira, a segunda, nem a terceira vez. E sempre que precisarem de um golo nos últimos minutos podem chamar o Gonçalo Ramos."
⚠️ Oliver Kahn:
— “Três treinadores da seleção alemã fracassaram exatamente no mesmo ponto: Joachim Löw, Hansi Flick e Julian Nagelsmann.
Três planos de jogo diferentes. Três estilos de liderança diferentes.
Quando três técnicos com abordagens distintas falham sempre no mesmo lugar, a causa é mais profunda.
Uma cena diz mais sobre essa eliminação do que qualquer estatística.
Quando a disputa de pênaltis passou dos cinco cobradores, foi possível ver Joshua Kimmich procurando quem iria bater.
Para mim, aquele foi o momento mais revelador desta eliminação.
Uma grande seleção não procura voluntários nesse momento. Ela tem jogadores que exigem a responsabilidade de cobrar.
A Alemanha não tem um problema de talento. Este time tem jogadores excepcionais.
O que falta é confiança para assumir a responsabilidade no momento mais importante.
Quem não faz isso talvez esteja tentando se proteger do fracasso. Mas, ao mesmo tempo, abre mão da chance de entrar para a história.
Estamos discutindo quem deve sair agora e depositando nossas esperanças no próximo salvador, em vez de perguntar por que repetimos os mesmos padrões há anos.
Trocamos os rostos e chamamos isso de mudança.
Mas evitamos a verdadeira pergunta: ainda estamos dispostos a pagar o preço que o alto rendimento sempre exigiu?
O momento decisivo não começa quando você veste a camisa da seleção.
Ele começa muitos anos antes, no instante em que um jovem jogador aprende que responsabilidade não é algo que se passa para outra pessoa, mas algo que se assume.
O talento leva você à Copa do Mundo. A responsabilidade determina por quanto tempo você permanece nela.”
Espero que essa seja a última Copa em que as seleções africanas sejam colocadas na caixinha do jogo físico. Senegal, Costa do Marfim, Marrocos, Argélia e Egito construindo o jogo desde trás com jogadores de habilidade em espaço curto e busca pelo protaginismo com posse de bola.