Rachel Sheherazade defende Erika Hilton e da aula para Ratinho:
“Ser ou não ser mulher não depende do olhar do outro, do parecer de quem está fora, nem muito menos da permissão de um animador de auditório. Pessoas trans e travestis não precisam de permissão para serem mulheres”.
Flamengo não toma vergonha, atuação blasé, ridícula contra um adversário muito inferior, mas aguerrido, com estratégia, que o time brasileiro teve a chave de matar e não matou. Independentemente do que acontecer nos pênaltis, trata-se de mais uma noite patética na Libertadores.