@partidazocope Y en el penúltimo mi asiento estaba encharcado y tuve que desatascar el drenaje lleno de mierda para que saliese el agua.
Presa no mientas más, no has limpiado el estadio hasta hace dos semanas.
#presaveteya
@partidazocope En último partido de liga de la 25/26 fui al baño de caballeros unos 30 minutos antes del partido y el baño estaba completamente encharcado.
🗽 ¿Y por qué no?
26 camisetas. 26 personas. Una ciudad, Nueva York.
26 jugadores convocados con 50 millones de españoles viviendo la misma pasión.
#VamosEspaña | #CopaMundialFIFA
@montejanovk Creo que es un sentimiento generalizado. Solo espero que los que vengan lo hagan igual de bien y se siga construyendo sobre el trabajo de estos años.
@RNEdeportes@RayoVallecano Nuestra ambición tiene que ser ir a por un presidente mejor (cosa muy sencilla) que este ser con menos inteligencia emocional que una ameba.
#RayoSIpresaNO
Sergio Camello y el bonito gesto del vestuario del Rayo Vallecano con su afición ❤️⚡
🗣️"No podíamos permitr que esa gente perdiera medio sueldo"
💬"Vamos a seguir ayudando"
#LALIGAenDAZN⚽️
https://t.co/Q9RaNUGp5f estrena el tráiler de 'Pioneras: Solo querían jugar', la historia del primer equipo de fútbol femenino.
Una película de Marta Díaz de Lope Díaz que se estrenará el 5 de junio en cines 🎦
https://t.co/EEEEb5y13o
O Rayo Vallecano está escrevendo uma das maiores histórias europeias de todos os tempos. Semifinalista da Conference League, saiu na frente contra o Strasbourg nesta quinta, 1 a 0 em Vallecas, no jogo de ida.
Clube pequeno, de bairro, orçamento curto, relação historicamente desgastada com a diretoria, problemas estruturais que se arrastam há anos - de um estádio que pede reformas a um centro de treinamento que limita o dia a dia. Tudo no Rayo aponta, em teoria, para instabilidade.
E, ainda assim, funciona.
Funciona porque há um elenco que comprou a ideia. Porque há um treinador jovem que entende exatamente onde está e o que representa. Porque há um tipo de pressão que não pesa, empurra o time. Vallecas não é um detalhe. É o centro de tudo.
Quem entra em campo pelo Rayo não joga apenas por um resultado. Joga por um bairro que se reconhece ali. E isso, no futebol de alto nível, ainda faz diferença. Mesmo quando quase ninguém mais acredita nesse tipo de narrativa.
Vallecas foi município independente até ser incorporado a Madri em 1950, durante o regime do ditador Francisco Franco. A integração nunca foi completa. A região seguiu à margem - social, econômica e simbolicamente. E construiu, a partir disso, uma identidade muito própria.
Hoje, segue sendo um dos territórios mais estigmatizados da cidade.
Como estrangeiro vivendo em Madri, perdi a conta de quantas vezes ouvi que “Vallecas é perigoso”. É uma simplificação confortável e, muitas vezes, distante da realidade. O que existe ali é outra coisa: historicamente um local da classe operária, gente simples, trabalhadora; e mais recentemente destino para milhares de imigrantes. O Rayo se tornou o símbolo maior de tudo isso, até mesmo contra o poder estabelecido pelo estado madrilenho. E isso aparece no estádio.
O Campo de Fútbol de Vallecas não é moderno, não é confortável, não atende aos padrões que o futebol europeu tenta vender. Mas entrega algo que poucos lugares ainda conseguem: contexto. E talvez seja exatamente por isso que o Rayo esteja onde está.
Viva Vallecas, viva el Rayo. ¡A por la final!
"Tenemos una voz que está juzgando todo el rato y nos cohíbe, pero hay que mandarla a paseo"
'Un nuevo sendero hasta el manantial' con @IgnatiusFarray tiene como invitada a la artista y terapeuta Ana García de la Fuente
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