Quem se lembra disso??? Há uns anos, Mariana Godoy (ex-Globo) foi à Suiça entrevistar o ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal Protogenes Queiroz para saber o porquê ele fugiu do Brasil. Motivo: Ele foi investigar as urnas eletrônicas e acabou descobrindo que o PT nunca venceu uma eleição às claras no Brasil. Ele teve que abandonar tudo e fugir para Suiça devido à ameaças de morte. Não adiantou o TSE apagar o vídeo. Foi resgatado e será repassado aos milhões! Basta cada um de nós repassá-lo ao máximo! *CLARO COMO ÁGUA CRISTALINA!* 👊🗽
Breve reflexão sobre o Cristão e a Política no Brasil:
Embora o ensino apostólico não seja focado na política, o Novo Testamento nos dá exemplos claros de como lidar com figuras de autoridade. A Bíblia ensina que as autoridades são estabelecidas por Deus com a responsabilidade de agir com justiça e manter a ordem, fazendo uso da espada contra os que praticam o mal (Romanos 13:1-4). Mas e quando as autoridades usurpam o poder, corrompem as estruturas de governo e tiranizam o povo?
Os apóstolos Pedro e Paulo orientam os cristãos a honrarem as autoridades constituídas, desde que isso não contradiga a obediência prioritária a Deus ("Importa obedecer a Deus e não aos homens", Atos 5:29). A consciência do cristão deve estar cativa prioritariamente à vontade de Deus explicitada nas Escrituras.
Ainda mais, o apóstolo Paulo se serviu de sua cidadania romana para corrigir injustiças e recorrer a instâncias superiores e João Batista repreendeu o tirano Herodes por seu comportamento imoral.
Esses princípios oferecem um modelo de equilíbrio entre submissão, resistência e discernimento para os líderes cristãos lidarem com as autoridades nos dias de hoje.
Infelizmente, muitos cristãos têm lidado com figuras políticas, como o ex-presidente Bolsonaro, por exemplo, de maneira emocional, com entusiasmos exagerados, ufanismos e até projeções religiosas desconectadas da realidade. Essa postura reflete a tendência romântica e irrefletida da nossa cultura, que deve ser reconhecida e evitada no meio cristão.
As críticas ao ex presidente têm o seu lugar. Mas é preciso reconhecer que tanto seu governo, suas políticas econômicas, sua pauta de valores e seus aliados internacionais estão muito à frente do atual desastre que é o governo do progressista Lula da Silva.
Por isso, reduzir o debate a uma equivalência moral simplista ("um é ruim e o outro também") é insuficiente e desonesto. É preciso ensinar os cristãos a avaliar líderes e políticas à luz dos princípios bíblicos, reconhecendo a responsabilidade das autoridades e a necessidade de uma mentalidade madura e fundamentada.
Está aí uma boa contribuição que Pastores podem oferecer às suas ovelhas: balizas morais claras, que ajudem os cristãos a desenvolverem discernimento e a avaliarem as diferentes gradações dos males presentes na política. Neste sentido, a frase de Suassuna funciona bem para lidarmos com política no Brasil: temos de buscar um realismo esperançoso.
Como líderes e cristãos, devemos caminhar com sabedoria e coragem entre as ruínas da cidade dos homens, enquanto aguardamos com esperança a cidade celestial. Podemos e devemos fazer melhor.
VERDADES INEGÁVEIS (Muito mais que mera opinião)
1. Deus existe! Ele se revela na natureza e em Sua Palavra.
2. Há apenas dois gêneros.
3. O meio ambiente suporta o progresso.
4. Carros elétricos não salvam o meio ambiente.
5. Racismo reverso também é racismo.
6. Pais devem decidir a educação dos filhos.
7. O movimento woke é chato, corrupto e hipócrita. Ele destrói a arte, deforma o cinema, a música e outras formas de expressão.
8. A família nuclear é o melhor governo para a humanidade. Liderança masculina é sacrificial e sábia.
9. O capitalismo ajuda a acabar com a pobreza.
10. A Constituição brasileira perdeu força diante do ativismo político da Suprema Corte.
11. O brasileiro não sabe votar nem fazer política com discernimento. Lula é péssimo para o Brasil.
12. As Forças Armadas estão burocráticas, sucateadas e irrelevantes.
Levemente baseado no livro TRUTHS de Vivek Ramaswamy, com várias adaptações e acomodações contextuais minhas.