Fernando Gamboa, que teve pênalti defendido por Zetti na final da Libertadores de 1992, via São Paulo inferior a time colombiano.
Às vésperas da decisão, Gamboa havia falado que o América de Cali, da Colômbia, adversário do Newell's Old Boys na semifinal, era um time mais difícil de ser batido que o São Paulo.
Apesar de ter negado a declaração, o zagueiro rechaçou qualquer possibilidade de o São Paulo erguer a taça: "Isso não vai acontecer. Nosso time está unido em busca desta conquista, inédita na história do clube. Quando ninguém acreditava que poderíamos vencer o América em Cali, fomos lá e ganhamos a vaga. Hoje, no Morumbi, tenho certeza de que surpreenderemos de novo".
Horas depois da entrevista, Gamboa viu Zetti voar para fazer a defesa e garantir o primeiro título continental da história do São Paulo.
🗞 Gazeta Esportiva
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Tem Copa (Libertadores) no clube da fé, sim, senhor!
Para recordar o 17 de junho, o lance que mudou a final.
Natanael dos Santos Macedo, o patuá tricolor.
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@morumbistation E hoje são exatos 5 meses de Massis, com nada a comemorar, a bem da verdade. Escapar do rebaixamento, sobreviver e torcer para um princípio de mudança com as eleições.
Que Vózinha se chama Josimar por causa do ex-lateral do Brasil provavelmente você já sabe. Mas há outra curiosidade: o goleiro de Cabo Verde deveria se chamar VALDANO, em homenagem a Jorge Valdano, atacante da Argentina na Copa de 1986.
Vózinha nasceu em 3 de junho de 1986. No dia 2, a Argentina estreou na Copa com dois gols de Valdano na vitória por 3 a 1 sobre a Coreia do Sul. O pai do cabo-verdiano certamente estava fissurado naquele Mundial.
Segundo o site da Fifa, o cartório em Cabo Verde não deixou que o pai de Vózinha registrasse o bebê como Valdano. Ficou então Josimar, autor de golaços contra Irlanda do Norte (12 de junho) e Polônia (16 de junho) na mesma Copa.
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@CaioAlves Gostei do jogo do Douglas Santos. Correto, bem posicionado, discreto na frente, mas preciso nos cortes no trabalho defensivo do lado mais difícil. Ainda deu bons passes pro Vini, na paralela. O que achou?
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"A bola pedindo me chuta, me chuta, me chuta!
Ele bateu forte e cruzado, pro fundo do gol do Bragantino!
Na marca de 3 minutos, segundo tempo de jogo!
Tilico,
Tilico,
Tilico, camisa 16!"
Pra fechar a celebração dos 35 anos do Brasileiro, "o melhor gol do rádio"!
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@ceconello@geglobo Que textaço, caro Ceconello! Revoltante o esquecimento, ainda que compreensível em tempos do chamado futebol moderno. Garrincha deveria ter lugar cativo ao lado de Pelé, ao menos no Panteão nacional.
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Zetti; Cafu, Antônio Carlos, Ricardo Rocha e Leonardo; Ronaldo, Bernardo e Raí; Müller, Macedo e Elivélton. Técnico: Telê Santana.
Como o próprio nome, o primeiro time da vida me sai fácil, instantâneo.
A memória puxa e traz de volta o menino de 9 anos.
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Diego Alfredo Lugano Morena.
Chegou “zagueiro do presidente”, saiu ídolo, voltou para se eternizar Diós.
Em 29 de janeiro de 2006, um esquecível empate por 3 a 3 contra o Guarani proporcionou a imagem símbolo de um dos grandes emblemas de raça da nossa História.
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