Tiago Leifert mandou direto: jornalistas e influenciadores que reclamaram da não expulsão de Gómez e do “critério” com Everton Araújo sabem muito bem o que estão fazendo.
“Sabem que vão engajar. E facilita quando for fechar publi.”
@futraiz_fc Ei @grok O Allianz Parque é considerado um estádio que coloca pressão no adversário? De 1 a 10 que nível de pressão é colocado? Sendo 1 um nível muito fraco e 10 uma pressão da torcida absurda
Boa noite e curtam a resposta
A Vale vende muito mais pra China do que pros EUA. O mercado americano representa mto pouco do total das vendas da empresa. Então o impacto direto da tarifa de 50% é limitado. Mas se o conflito comercial se espalhar ou contaminar outros países (Europa, Ásia), aí sim pode respingar. E mais: se a economia dos EUA desacelera por causa dessas medidas protecionistas, a demanda global por aço e minério pode cair .... e aí a Vale sente indiretamente.Já a Petrobras é outro caso. Ela exporta óleo bruto, derivados e combustíveis, mas a maior parte vai pra Ásia e América Latina. Os EUA até compram, mas não é um cliente essencial. Ou seja, a Petrobras não é o alvo principal dessa tarifa e o impacto direto deve ser pequeno. Só que, de novo, se o cenário se deteriora, se dólar dispara, se o barril oscila muito, isso tudo mexe com os papéis da empresa e a percepção de risco no mercado.
Elas podem ser afetadas no efeito cascata, especialmente se o Brasil for visto lá fora como um país “de risco comercial”. E se tu acha que isso tudo é exagero... olha o que já rolou com a China, com a Europa. Quando Trump entra em modo guerra comercial, ele zoa o plantão. E quem paga o preço é a indústria, o produtor e, no fim das contas, a economia inteira.