A Winter Sun Wakes the Wind in Spring Hills' Dreams é tão bonita de assistir, a fotografia, a exaltação da cultura do chá e da própria cultura chinesa. Vale a pena assistir se você gosta de slow burn, porque tudo segue um ritmo mais lento como o cultivo do chá.
Gil do Vigor fala sobre as comparações do PIX e do ZELLE:
“O ZELLE é aquele TED, sabe o TED que a gente usa nos bancos? é basicamente a mesma coisa… O PIX não é só um meio de pagamento. Ele é uma potência porque ele é utilizado por mais de 170 milhões de brasileiros. Movimenta trilhões de reais por ano. E não é mágica, é um sistema eficiente. Um dos mais eficientes do mundo”.
Tela Brasil: Mais de 500 obras audiovisuais brasileiras disponíveis de graça, na internet. Nossas histórias, nosso jeito, nossos sonhos e lutas. Um país inteiro projetado em uma tela 🇧🇷
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Os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não dependem do Bolsa Família.
Isso não é opinião.
É dado. Pesquise!!!
Porque combater a fome não produz preguiça.
Produz oportunidade, dignidade e futuro.
Peço licença para trazer uma verdade inconveniente: ficaram com medo do hantavírus, né não?
O desmatamento, degradação dos ambientes e o agravo da crise do clima traz riscos de mais vírus chegando na gente, novos e conhecidos, em regiões distintas.
Pensa nisso na hora do voto
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500 mil usuários: Dostoiévski, Socorro Acioli e Han Kang lideram a lista de mais lidos 📚
A plataforma MEC Livros, iniciativa do governo federal de incentivo à leitura e democratização do acesso às obras, alcançou a marca de mais de 566 mil usuários cadastrados e cerca de 263 mil obras alugadas.
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Acabei de almoçar com uma senhora, na casa dos 80 anos, sem filho, sem marido, professora aposentada de medicina da USP, que ainda presta serviços para a universidade, só que agora somente na área de extensão. Disse que ainda ama trabalhar na sua área, mas gosta de fazer de casa apenas pela manhã, de tarde faz outras atividades. Já viajou a uns 60 países, tem casa em três estados, me deu dicas de onde comer em Paris, Madri, China, ofereceu a casa no litoral. Sem depressão, sem vazio, apenas algumas questões da própria idade, mas com muita lucidez. A gente precisa pisar fora dessa rede social. As possibilidades de vida são tantas. Aqui fica parecendo que todo mundo tem que seguir o mesmo destino e roteiro, que só existe uma possibilidade para a felicidade. Me senti inspirada com a alegria dela. Mulheres felizes inspiram, não importa se casadas, solteiras, com ou sem filhos, donas de casa ou seguindo sua carreira, mulheres satisfeitas e vivendo suas próprias escolhas de vida e não imposições, inspiram.
Para quem é da época, vai lembrar: houve um tempo em que a Sexta-feira Santa não era apenas uma data no calendário, era um estado de espírito coletivo. O país praticamente desacelerava, as ruas esvaziavam e um silêncio quase absoluto se instalava.
No rádio, nada de músicas animadas ou comerciais chamativos. As emissoras trocavam o ritmo por peças clássicas, cânticos religiosos e locuções solenes. Em algumas cidades pequenas, o silêncio era literal: rádios simplesmente saíam do ar durante toda a sexta-feira.
Na televisão, a mudança era ainda mais evidente. A programação deixava de lado o entretenimento e mergulhava em narrativas bíblicas. Clássicos como Ben-Hur, Os Dez Mandamentos e filmes sobre a Paixão de Cristo dominavam a tela.
Fora das telas, o comportamento acompanhava esse clima. Evitavam-se barulhos, festas ou qualquer tipo de excesso. Em muitas casas, o recolhimento era levado a sério. Em algumas, até mesmo conversar já era considerado demais.
Até as escolas refletiam esse período. Em instituições mais tradicionais, especialmente religiosas, não era incomum suspender as aulas durante toda a Semana Santa.
Mas talvez o mais curioso estivesse nas pequenas regras invisíveis, transmitidas de geração em geração.
Em áreas rurais e cidades menores, havia quem evitasse mexer na terra, como se o próprio solo participasse do luto. Em certas casas, varrer o chão era impensável: dizia-se que se estava “varrendo os ossos do Senhor”. Até o banho era evitado na chamada sexta-feira maior. Espelhos eram cobertos, como forma de conter a vaidade.
Nem tudo, claro, vinha da religião. Muito do que se fazia, ou deixava de fazer, nascia da tradição popular, passada de geração em geração, onde fé e folclore se entrelaçavam sem fronteiras.