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Teu deslizar range meus dentes até a quase quebra, relembras minha natureza maldita com tua existência lasciva e devota, movida pela submissão de quem deseja em desespero escapar do que é trágico, de quem te entrega morte em troca de carne e sangue quente. Ajoelhe. Implore.
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Os noticiários já estampam a raposa mascarada que ronda pelas madrugadas nas ruas da cidade. O deslize da noite passada me colocou em maus lençóis, preciso parar de caçar ou será uma questão de tempo para CCG aparecer com suas investigações patéticas. Não há mais segurança.
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Heeyo… dei uma sumida daqui, sim? Hahahahaha, estive empolgada com minhas novas amizades, feliz com minhas meninas de sempre e afundada no amor do meu namorado. Esqueci-me por um tempo de aparecer por aqui🫣, estou perdoada pelo sumiço? Não esqueçam de mim, ok? Volto logo!
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Tive problemas para dormir, de certo ligado ao fato de que meus pulsos ficam acorrentados e meu pescoço preso numa coleira de titânio. Este foi o único jeito que encontramos de não perder o controle. Acordada engano a fome com café, a consciência se perde ao dormir.
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Almas-gêmeas existem e encontrei a minha certo tempo atrás. Minha paixão é pura por nossa amizade desde o começo, uma conexão instantânea e forte. É uma sorte saber que posso simplesmente ligar para ela e desabar sem que haja julgamento algum, ela sou eu e eu sou ela.
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Recebi o recado do Moldovan primogênito de que minhas mobílias importantes haviam chegado na Transilvânia e estavam em meus aposentos. Fugir de Kugayama era a decisão mais inteligente no momento. No entanto, tinha um plano anterior. Alyeska, tem um quarto sobrando para mim?