Que vídeo delicioso de assistir! Reflexões com referências sobre um produto que a mais de 2 décadas é controverso e gera discussões!
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Alguns nomes não passam. Viram memória, referência e parte eterna da nossa história. 🇧🇷✨
Entre conquistas, emoção e inspiração, esses gigantes ajudaram a escrever capítulos que o esporte brasileiro jamais vai esquecer.
Ídolos assim se despedem, mas nunca da lembrança de um país inteiro. ❤️
Em 2017, 26 anos após sua morte, Freddie Mercury esteve vivo num concerto em Londres.
65 mil pessoas cantaram Bohemian Rapsody -que tocava nos alto falantes-espontaneamente, do início ao fim, enquanto aguardavam o show do Green Day.
Freddie Mercury nunca pisou nesse palco, mas seu legado estava lá.
Postado originalmente por @LunaGitana0333, tks
"Se você conseguir fazer 65.000 pessoas cantarem em sincronia 26 anos após a sua morte, você não é um cantor...
Você é uma lenda."
*In 2017, 26 years after his death, Freddie Mercury was alive at a concert in London.
65,000 people spontaneously sang Bohemian Rhapsody—which was playing on the loudspeakers—from beginning to end while waiting for the Green Day show.
Freddie Mercury never set foot on that stage, but his legacy was there.
Originally posted by @LunaGitana0333, thanks
"If you can get 65,000 people to sing in sync 26 years after your death, you're not a singer...
You're a legend."
Quem aí ainda não tem o follow da Ana? O adm vai estar seguindo geral! 👀
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Esta estátua está localizada na cidade de Zaragoza, Espanha, e é chamada de "A Mulher que Não Faz Nada", como uma crítica à falta de reconhecimento do trabalho doméstico. Chamá-la assim é, na verdade, revelar o quanto o mundo ainda não aprendeu a enxergar o essencial. Porque o trabalho doméstico não faz barulho, mas ele sustenta o barulho dos outros. Não aparece, mas permite que tudo apareça. Não é celebrado, mas é o que torna possível qualquer celebração.
Como uma força invisível que organiza o caos, como mãos que, sem aplauso, mantêm o cotidiano em ordem, como um altar onde se cultua o cuidado. Ela carrega mais que objetos, carrega o mundo. Cada panela, cada roupa, cada gesto repetido é um pequeno ritual de permanência da vida. Os filhos que a tocam na escultura não são apenas crianças, são o futuro que se apoia no invisível.