Outubro vem aí… e o Nordeste já tá aquecendo pra mais um “serviço essencial” à democracia.
Daqui a alguns meses, ele entra em campo de novo pra lembrar como se decide uma eleição de verdade.
"Há amores e paixões que tiram a sanidade e ninguém percebe.
Não há lucidez.. não há racionalidade.. não há percepção da realidade.
É um mundo paralelo em que várias coisas "erradas" passam a ter sentido."
a minha vida inteira eu sempre senti que eu gostei mais das pessoas do que elas de mim. tanto em relacionamentos amorosos quanto em amizade. por isso eu me afastei de tanta gente porque eu me sinto frustrado e fazer questão sozinho não dá né? mereço mto mais que isso!
A Shannan era a esposa perfeita, vivia em prol da família e até ajudava o esposo financeiramente, até que ele conheceu uma mulher mais nova e resolveu matar a esposa GRÁVIDA, e as filhas ai da foto. O motivo? Ele queria se livrar e começar do zero.
Resumo dos fatos:
Estava acompanhando uma amiga no médico, na saída, quando estávamos atravessando a rua um indivíduo desconhecido tocou o carro em cima de nós, eu olhei para tentar identificar a pessoa, ele abaixou o vidro e agiu como “pitboy”, xingando e intimidando para a porrada.
O ódio dele, ao meu ver, só se motiva por racismo ou extremismo ideológico.
Sabendo disso não abaixei a bola e confrontei, ele percebendo que eu não estava sozinho, recuou.
Mas logo em seguida veio ele e mais dois de apoio, filmando, e dizendo que estávamos em dois contra um. E que agora a briga deveria ser mano a mano.
Eu tentei evitar o quanto pude, embora agora eu perceba que pude pouco, pois caí na provocação que me pareceu planejada.
Discutimos, evitei iniciar qualquer agressão, mas quando desviei o olhar e a atenção, ele, de forma covarde, deu o primeiro soco na minha cabeça.
Então o conflito se iniciou; dei dois chutes nas pernas pois não queria uma briga sangrenta na rua, mas tomei um soco no nariz e o sangue na rua acabou sendo o meu.
Então parti para cima, dei um chute na cabeça dele (cortado nos vídeos, já que eles é que eram os cinegrafistas), meu tênis voou do meu pé (reparem que meu amigo depois do corte está com meu tênis na mão).
Depois disso, sem muita dificuldade, imobilizei o “pitboy” numa guilhotina. Foi quando alguns curiosos, que pelo visto torciam para ele, apareceram e separaram a briga.
Nem vítima, nem algoz, apenas sobrevivente.
Espero que as próximas gerações encontrem uma paisagem mais amena, personagens amigáveis, céu azul e sol de primavera, e quando esse dia chegar, peço que olhem pra gente com um pouco de compreensão, pois desde a infância nossa escola foram as trincheiras da guerra, sobretudo aqui na “capital europeia”.
Nunca tenha medo do seu inimigo quando não é você que começa a brigar.
Não basta eleger um presidente de esquerda. Tem que pensar no Congresso e eleger pessoas comprometidas. Não adianta colocar raposa pra cuidar do galinheiro.