@carmelonetobr Na minha humilde opinião isso faz parte do plano ideológico do Dirceu e sua trupe. Saem alguns e entram outros mais dispostos a lutar ideologicamente, uma vez que a probabilidade de maioria da oposição na Câmara e Senado nas eleições do ano que vem ser grandes...
@diariodopoder É brincadeira o que estão fazendo com o Direito e as Leis Processuais do País, banalização completamente... Será que a advocacia do Senado não tem mais nada para fazer, a não ser inventar uma nova forma de violar o devido processo legal?
🚨💉 Puta merda - Dr. Aseem Maholtra, acaba de revelar os perigos das vacinas experimentais de mRNA contra a Covid.
“Você tinha de 2 a 4 vezes mais chances de se lesionar com a vacina do que de ser hospitalizado por Covid, e a Pfizer sabia disso”
“Um fator significativo nos cânceres”
“Os milhões de moléculas de mRNA que entram na célula estão causando estragos biológicos”
Paulo Figueiredo trouxe informações que a inteligência dos EUA levantou sobre Moraes. A ideia é aplicar a Magnitsky na plenitude, para servir de exemplo. O pior está por vir e já está a caminho.
Abaixo, respostas de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do TSE, em depoimento na Comissão de Segurança do Senado no dia 2 de setembro de 2025.
Fala Inicial
'Bom dia, senador Flávio Bolsonaro, senador Jorge Seif, senador Magno Malta. Peço desculpas ao outro senador, que não conheço, pois não tenho muita familiaridade política, nem com aqueles perseguidos por Alexandre de Moraes. Acabei conhecendo e me familiarizando com muitos nomes ao longo do tempo. Meu muito obrigado, especialmente ao senador Girão. Infelizmente, não pude comparecer nas outras vezes por questões de segurança pessoal e estratégia. Estando próximo ou no Brasil, seria muito difícil. Vocês acompanham a perseguição que sofro: pedido de extradição, prisão, bloqueio de contas, cartões de crédito, móveis, veículos. Minhas filhas no Brasil estão sem recursos porque ele bloqueou tudo, mas Deus há de prover. Hoje é um dia importantíssimo para mim. Desde 2022, espero a oportunidade de, em segurança, trazer ao povo brasileiro, não só a esta Casa, o que aconteceu nas eleições de 2022. É um fato que o Brasil e o mundo precisam saber. Espero que meu trabalho colabore para um Brasil melhor. Em nome dos membros da assessoria especial de enfrentamento à desinformação, peço desculpas à nação por tudo que aconteceu. Não tínhamos outra opção. Alexandre de Moraes fazia isso com todos, e nós corríamos o mesmo risco. No meu caso, com uma proximidade profissional, precisei, em muitos momentos, me fazer de um deles, mostrar que estava empenhado nos desejos dele para ganhar confiança e acessar o material. Se eu fosse contra o sistema, não estaria aqui hoje, talvez até com a vida ceifada. Foi uma estratégia para não apagar nada, percebendo que algo grave estava acontecendo, e trazer provas a todos. Agradeço e estou à disposição desta prestigiada comissão.'
Resposta à Pergunta do Senador Magno Malta (Sobre a Força-Tarefa Informal)
'Senador Magno Malta, obrigado pela pergunta. O senhor me acompanha há um bom tempo; nossa conversa não começou hoje. Confirmo que, de fato, não só no caso das certidões do 8 de janeiro, but durante todo o período eleitoral, houve um direcionamento determinado por Alexandre de Moraes, então presidente do TSE e ministro do STF. Ele enviava a mim e a outros vídeos, publicações em redes sociais e nomes para que fizéssemos levantamentos e confeccionássemos relatórios. Esses relatórios eram encaminhados ao TSE ou ao STF, dependendo do que ele achava melhor. Muitas vezes, usava-se o TSE por causa da menor burocracia, já que ele era o presidente. Quando não era possível ou havia maior necessidade de um trabalho elaborado, com envolvimento da Polícia Federal ou outros órgãos, ia para o STF, onde ele fazia toda a "maracutaia judicial" que todos sabem. Havia, sim, um direcionamento político, com o objetivo de denigrir um polo político e exaltar outro, o que é gravíssimo e atentou contra as eleições. Por questão de dinâmica, talvez eu não apresente o material agora, mas peço oportunidade ao final para mostrar coisas importantes. Todo o material que apresento é fidedigno, atestado por um perito, Vanderson Castilho, com cadeia de custódia preservada, sem manipulação.'
Resposta à Pergunta do Senador Magno Malta (Sobre Ordens de Alexandre de Moraes ou Cristina Kusahara)
'Senador, o convite não partiu de Cristina Kusahara nem de Alexandre de Moraes. Foi por acaso. Fui a um clube de tiro, onde conheci o juiz Marco Vargas. Passamos horas atirando, fomos a um restaurante, e, em uma brincadeira, mostrei habilidades técnicas ao fazer uma ligação que encantou os olhos dele. Isso foi no final de 2021 ou início de 2022. Depois, soube que ele trabalhava com o ministro Barroso, e houve a troca para o TSE. Fui procurado para prestar serviços ao tribunal. Encaminhei meu currículo, passaram por uma pesquisa do meu trabalho, laudos e escolaridade para verificar minha competência. Inicialmente, me disseram que eu seria perito no STF, pois o perito da Polícia Federal era lento e questionava muito. Passei por uma entrevista com Cristina, Airton e Marco. Fui chamado para o TSE, mas, a princípio, seria apenas para o STF. Estando na Itália, Marco Vargas me telefonou dizendo que o ministro queria algo maior, assumindo um gabinete no TSE. Aceitei o convite, dizendo que, se não me sentisse confortável ou não desse conta, me desligaria.'
Resposta à Pergunta do Senador Magno Malta (Sobre o Envolvimento de Airton Vieira e Marco Vargas)
'Com relação ao convite, nunca falei diretamente com Airton Vieira ou Marco Vargas sobre isso. Airton Vieira tinha uma proximidade muito grande com o ministro Alexandre de Moraes, um relacionamento além do tribunal. Já Marco Vargas não tinha essa afinidade. Ele caiu no gabinete de Moraes, vindo do TSE e STF, trabalhando com outros juízes. Percebia-se claramente que não havia amizade, apenas um relacionamento profissional. Marco Vargas não era tratado bem pelo ministro, que era rude e enérgico com ele.'
Resposta à Pergunta do Senador Magno Malta (Sobre a Competência do TSE para Investigar o 8 de Janeiro)'
Senador, a assessoria especial de enfrentamento à desinformação foi criada para trabalhos eleitorais, redigida por Frederico Alvim, servidor do gabinete que eu chefiava. Era uma resolução com poderes de polícia, aprovada por Alexandre de Moraes e outros ministros em plenário. Não me recordo se ela se limitava ao período eleitoral ou se foi estendida. Não tínhamos acesso a esse material. No dia 9 de janeiro de 2023, Alexandre de Moraes emitiu uma decisão mencionando meu nome, determinando que a Polícia Federal encaminhasse imagens ao TSE, sob minha coordenação, para análises e levantamentos em sistemas disponíveis, identificando pessoas presas ou não no 8 de janeiro. Esses trabalhos foram criados por uma decisão do STF.'
Resposta à Pergunta do Senador Flávio Bolsonaro (Sobre Relatórios e Acesso ao Banco de Dados)'
Senador, os relatórios não eram enviados diretamente ao e-mail pessoal ou WhatsApp de Alexandre de Moraes. Eram enviados por grupos de WhatsApp ou direct, por juízes de tribunais, às vezes por ambos, ou por pessoas como o capitão Wellington, Adaires (secretária de transporte do TSE), ou Gisele Siqueira (nora de Miriam Leitão, secretária de comunicação do TSE). Porém, encaminhávamos tudo oficialmente via SEI com ofício para o gabinete de Moraes. Quanto ao acesso ao sistema GEST-BI, quem acessou foi minha equipe, autorizada pelo ministro Benedito Gonçalves, então corregedor do TSE. Usávamos a estrutura autorizada do TSE para instruir processos no STF. Era justificado pela "celeridade" e pela necessidade de "amparar a democracia", mas misturavam competências do TSE e STF, centralizando tudo na pessoa de Alexandre de Moraes.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Outros Nomes Envolvidos)'
Senador, além dos nomes citados, posso mencionar Gisele Siqueira (secretária de comunicação do TSE), Ludmila Boldo Maluf (assessora chefe do gabinete da presidência, ligada a José Levi, ex-advogado geral da União, ambos agora no CADE), José Fernando Chui (atual corregedor da ABIN), Adaires (secretária de transporte), Cristina Cuxara (STF), Airton Vieira, Marco Vargas, Rogério Maroni (desembargador e amigo pessoal de Moraes), e a juíza Larissa. Não posso afirmar que Rogério Maroni ou Larissa participavam diretamente, mas estavam no entorno. Muitas demandas vinham de pessoas sem fé pública, como o capitão Wellington, segurança pessoal de Moraes, mostrando um processo completamente informal, provavelmente de pessoas favoráveis a Lula e contra Bolsonaro.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre a Criação da Força-Tarefa Secreta)
'Senador Girão, quando entrei na assessoria especial de enfrentamento à desinformação, ela já existia. Não foi criada quando comecei. Salvo engano, foi criada na época de Fachin ou Barroso, inicialmente como uma comissão temporária para o período eleitoral, mas transformada em um gabinete constante. Não sei precisar quem a criou. Os grupos de WhatsApp já existiam, administrados por Frederico Alvim e Thiago Rondon. Fui adicionado a esses grupos, incluindo um da UFRJ, FGV e outras universidades, onde atuava Samara Castro, atual diretora de comunicação da Presidência da República, que enviava monitoramentos de grupos de direita.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Outros Ministros com Ciência dos Procedimentos)
'Sim, todos no TSE sabiam. Era de conhecimento geral. Ministros como Benedito Gonçalves, Maria Claudia Bucchianeri e Ricardo Lewandowski consultavam a assessoria para processos em análise, pedindo auxílio com materiais de redes sociais. Eles tinham pleno conhecimento.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre a Frase "Missão Dada, Missão Cumprida" de Benedito Gonçalves)
'Senador, não tinha proximidade com Benedito Gonçalves, nem com Alexandre de Moraes. Tive contato com Moraes apenas três ou quatro vezes pessoalmente, em reuniões ou na posse, e algumas por videoconferência. Soube da frase "missão dada, missão cumprida" pela imprensa, mas não tenho conhecimento do contexto ou propósito dentro do tribunal.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Pareceres da PGR Ignorados)
'Senador, os pareceres da PGR não chegavam à assessoria. Não tínhamos poder jurídico. Os processos que acessávamos, às vezes via PJe, eram relatórios pedidos por partes ou pelo próprio ministro para serem anexados aos autos. A PGR e a PGE só tomavam conhecimento após as ações.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Autorização para Acesso ao GEST-BI)
'Sim, houve autorização via SEI para a assessoria acessar o sistema GEST-BI, concedida pelo ministro Benedito Gonçalves. O sistema nunca foi usado antes do 8 de janeiro, devido a dificuldades de conhecimento e treinamento. O coordenador Yuri tinha cuidado para limitar o acesso. A decisão de 9 de janeiro de 2023, de Alexandre de Moraes, ordenou o uso do sistema para superar esses obstáculos.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Motivação para Estruturas Paralelas)
'Senador, a estrutura de monitoramento já existia na assessoria, com grupos como FGV, UFRJ, Lupa, entre outros. Eles faziam esse trabalho antes de eu entrar. Monitoramentos de figuras como Allan dos Santos, Constantino e Figueiredo eram pedidos por Alexandre de Moraes, não pela Polícia Federal. Relatórios eram enviados ao TSE ou STF, sem explicação sobre por que usavam essa estrutura. Apenas diziam: "Façam".'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Violação da LGPD)
'Senador, não posso falar pelos outros, mas na assessoria especial de enfrentamento à desinformação, todas as informações vinham de redes sociais, pesquisas na internet e bancos de dados abertos (OSINT). O acesso ao GEST-BI foi autorizado por Benedito Gonçalves. Os dados nunca foram divulgados publicamente, apenas usados em certidões para investigações, sem violar a LGPD, pois não se tornaram públicos.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre o Ambiente de Trabalho e Pressão)
'Senador, o ambiente era terrível. Airton Vieira relatava perder rigidez mental e ter a família prejudicada. Ele desmaiou de nervoso em Ubatuba, antes das eleições de 2022, por pressão. Eu tentava não passar isso aos servidores do meu gabinete, mas recebia uma carga negativa, com palavras grosseiras e ameaças de exoneração. Tentávamos manter um ambiente mais saudável, com lanches e refeições, mas o estresse vinha diretamente de Alexandre de Moraes e Cristina Kusahara.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Airton Vieira e Promoção a Desembargador)
'Senador, desconheço influência direta de Alexandre de Moraes na promoção de Airton Vieira a desembargador, mas sei da proximidade entre eles. Moraes tem grande influência no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Ministério Público estadual, interferindo em processos, mesmo contra provas e testemunhas.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Atentado à Liberdade de Expressão)
'Sim, reconheço que o trabalho de Alexandre de Moraes foi um atentado à liberdade de expressão e à democracia. Eu mesmo sofro isso hoje: não posso falar a verdade sem ser tratado como criminoso e perseguido por ele. Ele impõe medo para calar as pessoas, um atentado contra a dignidade humana, as instituições e o povo brasileiro.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Linha Divisória entre Combater Desinformação e Criminalizar Opiniões)
'Senador, a linha divisória é a verdade. Um material mentiroso, montado para enganar, versus um material usado para perseguição. Todos os pedidos eram contra o espectro político de direita, nenhum contra a esquerda, o que me despertou para algo errado.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre a AGE de Benedito Gonçalves)
'Senador, desconheço a AGE, pois não era competência do meu gabinete. Meu único contato com Benedito Gonçalves foi um pedido via SEI para acessar o cadastro eleitoral, a pedido de Alexandre de Moraes, para identificar pessoas.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Imagens do 8 de Janeiro)
'Senador, no meu gabinete, só recebíamos pedidos de certidões positivas ou negativas. As imagens e vídeos não chegavam ao TSE, salvo algumas imagens estáticas enviadas por policiais do Senado, da Câmara ou da Polícia Federal, que tinham dificuldade de reconhecimento e usavam os bancos do TSE, mais robustos.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Produção de Provas Incriminatórias)
'Senador, no meu gabinete, nunca houve aliciamento para produzir material fraudulento, exceto na situação dos empresários, que comentarei depois. A assessoria apenas certificava se conteúdos de redes sociais eram verdadeiros, fazia prints, incluía URLs e encaminhava ao TSE ou STF.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Alexandre Gomes Machado)
'Senador, soube do caso de Alexandre Gomes Machado por conversas de corredor no TSE. Gerou grande barulho, mas não sabia dos detalhes. Ele fiscalizava inserções, e houve um atrito com Ludmila Boldo Maluf. Não tinha acesso aos andares inferiores onde ele trabalhava.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Adaires Aguiar Lima)
'Senador, Adaires Aguiar Lima, secretária de transportes do TSE, era uma militante de extrema esquerda, do PT, com prazer em prejudicar a direita. Ela se infiltrava em festas bolsonaristas, viajando para outros estados, para obter informações. Considero seu comportamento psicopata. Ela enviava uma chuva de denúncias e vídeos, inclusive o grupo de empresários em 27 de agosto de 2022, após a busca e apreensão.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre José Levi e Ludmila Boldo Maluf)
'Confirmo que José Levi foi secretário geral do TSE, e Ludmila Boldo Maluf era chefe de gabinete. Levi presidiu uma comissão sobre regulamentação de redes sociais, onde eu era secretário. Ambos estão no CADE, ele como conselheiro e ela como assessora.'
Resposta à Pergunta do Senador Eduardo Girão (Sobre Insegurança e Interferência de Moraes)
'Senador, tenho receio pela minha segurança e da minha família. No meu inquérito, conduzido por Thiago Peixe, da Polícia Federal, não há o endereço onde moravam minhas filhas. Moraes pediu minha extradição na Itália e, de forma criminosa, tornou público um pedido de intimação no antigo endereço da minha família, expondo a segurança das minhas filhas. Não tenho provas de interferência direta nas Forças Armadas, mas a influência de Moraes é clara no Judiciário e na mídia.'
Resposta à Pergunta do Senador Márcio Bittar (Sobre Anulação dos Processos do 8 de Janeiro e Busca de Empresários)
'Senador, é meu dever como brasileiro, cidadão e pai de família denunciar essas atrocidades. Me emociono ao falar isso. Desde que percebi algo grave no TSE, comecei a me mostrar parceiro para sobreviver e acessar informações. Sobre os empresários, a busca e apreensão de agosto de 2022 (Meer, Morongo, Hang, entre outros) não se baseou apenas na matéria do Metrópoles de Guilherme Amado. Houve uma investigação prévia, mas a verdade é que a matéria de 17 ou 18 de agosto foi o único fundamento inicial. Moraes pediu, via juízes auxiliares, a análise da matéria, tentando identificar conversas de um grupo privado, o que seria criminoso se eu fizesse. A busca estava marcada para segunda-feira, mas ocorreu na terça, 23 de agosto. Após forte repercussão na mídia, Moraes pediu, via Airton Vieira, que eu confeccionasse um relatório com data retroativa, assinado como se fosse do STF, onde não era nomeado. Airton Vieira não sabia usar computador, então montei mapas mentais, com datas de 26 a 28 de agosto, após a busca. Isso é uma fraude processual gravíssima, com metadados preservados e periciados, mostrando que o documento foi feito depois para justificar a busca. Envio esse material à comissão.'
Resposta à Pergunta do Senador Márcio Bittar (Sobre Clésio Andrade)
'Senador, sobre Clésio Andrade, não estava mais no TSE quando ele faleceu, em 20 de novembro de 2023. Minha saída foi em 9 de maio de 2023. Não tive contato com a reação no tribunal.'
Resposta à Pergunta do Senador Márcio Bittar (Sobre José Fernando Moraes Chui)
'Senador, José Fernando Chui, atual corregedor da ABIN, fazia pedidos e conectava a assessoria ao TSE com a Polícia Federal. Fui colocado em um grupo chamado "Inteligência da Presidência", com agentes da PF que faziam a segurança de Lula, pedindo monitoramento de redes sociais em locais onde Lula iria. Tenho todo o material preservado e à disposição.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Pedidos Informais contra Parlamentares)
'Senador, não sei precisar com exatidão, mas a família Bolsonaro, Allan dos Santos, Constantino, Figueiredo, Zambelli, Daniel Silveira, Bia Kicis, Damares e Zé Trovão eram alvos de observação de Moraes. Minha vida virou um pesadelo com isso. Não recebi pedidos sobre Magno Malta.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Conversa com Airton Vieira e Revista Oeste)
'Senador, a conversa com Airton Vieira sobre a revista Oeste foi em tom de gozação, típica dele. Ele disse "use sua criatividade", mas meu trabalho sempre foi pautado na honestidade. Não usei criatividade para fabricar nada contra a Oeste. Tudo que produzi foi correto, reproduzindo apenas o que estava nas redes sociais.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Autorização para Acesso a Dados)
'Senador, não acessamos dados sigilosos de influenciadores. Tudo vinha de bancos abertos (OSINT). O único acesso ao GEST-BI foi para certidões do 8 de janeiro, autorizado por Benedito Gonçalves.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Colaboração de Plataformas)
'Senador, plataformas como o Telegram eram resistentes. Encaminhávamos pedidos oficialmente, às vezes diretamente a pessoas como Durigan (Meta), para evitar multas pesadas. Elas não gostavam de colaborar rapidamente.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Relatórios Internos)
'Senador, os relatórios eram de uso exclusivo do gabinete de Alexandre de Moraes. Não sei se eram arquivados no TSE ou STF, pois perdíamos o controle após o envio. Presumo que nunca foram divulgados, pois ainda recebo questionamentos sobre eles.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Não Registro de Ordens)
'Senador, nunca recebi ordens para não registrar pedidos. Tudo produzido pela assessoria era encaminhado oficialmente aos gabinetes.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Critério de Desinformação)
'Senador, não havia critério objetivo. Moraes encaminhava aos juízes auxiliares o que queria relatar ou punir, e eles repassavam para mim. Era uma decisão pessoal, não processual.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Discussões de Censura)
'Sim, havia preocupação. Há áudios e conversas no meu telefone mostrando que Airton Vieira e Cristina Kusahara discutiam o risco de serem vistos como censura ou perseguição. Vieira dizia que Moraes sabia das consequências, mas seguia em frente.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Pressão no 8 de Janeiro)
'Senador, no meu gabinete, não havia meta de incriminar pessoas. Recebíamos pedidos para verificar conteúdos de redes sociais, incluir URLs e encaminhar. Não havia pressão explícita para prisões em massa.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Denúncias contra a Direita)
'Confirmo, senador. Só recebíamos denúncias contra conteúdos de direita, ignorando completamente a esquerda.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Acesso Externo a Relatórios)'
Senador, que eu saiba, não. Houve um caso do deputado Homero Marchese, que pediu algo, e auxiliei fora do padrão errado. Esses acessos eram liberados pelo STF ou pela presidência do TSE, não pelo meu gabinete.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Pressões Pós-Saída do TSE)
'Senador, sofri pressões e ameaças. Meu processo teve 170 movimentações em menos de 365 dias, com quase 60 neste mês. Meu canal no YouTube, que retransmitia esta audiência, foi derrubado hoje. É uma clara tentativa de silenciamento por Alexandre de Moraes.'
Resposta à Pergunta do Senador Jorge Seif (Sobre Formação e Opinião sobre Moraes)
'Senador, tenho formação em engenharia e direito. Alexandre de Moraes não é um juiz imparcial ou justo. Suas atitudes desde 2022 mostram que é um criminoso que toma o Brasil de refém.'
Resposta à Pergunta do Senador Flávio Bolsonaro (Sobre Proteção no Brasil e Itália)
'Senador, gostaria que a comissão encaminhasse um pedido de proteção ao governo italiano e para minha família no Brasil. Minha mãe, de 72 anos, com início de Alzheimer, está sozinha. Minhas contas foram bloqueadas, e não consegui pagar meu financiamento imobiliário este mês. Moraes tenta colocar minha família na rua, expondo-as com um pedido público de intimação no antigo endereço delas.'
Resposta à Pergunta do Senador Márcio Bittar (Sobre Conversas com Paulo Gonet e Lucas)
'Senador, tenho conversas com Lucas, secretário executivo de Paulo Gonet, vice-procurador geral eleitoral, e com o próprio Gonet. Eles pediam levantamentos de processos em andamento e orientações sobre quem denunciar, em pacotes de 100 ou 200 pessoas, para encaminhar à PGR. Enviei esses documentos diretamente a Gonet via WhatsApp, e estão preservados para a comissão.'
https://t.co/fbWikalnmT
Após o julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal e as revelações feitas por Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes no Senado, a política brasileira entrou em um novo estágio de tensão. Em reunião articulada, os partidos União Brasil e PP decidiram romper com o governo Lula e declarar apoio à anistia de Bolsonaro e dos presos políticos do 8 de Janeiro.
A determinação das cúpulas partidárias é clara: todos os filiados que ocupam cargos no Executivo devem entregar suas funções em até 30 dias. A decisão representa não apenas o esvaziamento da base governista, mas uma mudança de eixo no jogo de forças do Congresso.
As denúncias contra Alexandre de Moraes - acusado de adulterar documentos e manipular investigações - tornaram sua posição cada vez mais insustentável. O que antes era blindado por narrativas midiáticas e pela concentração de poderes agora emerge como um escândalo de proporções históricas.
A verdade é que se o Senado e a classe política continuarem a sustentar essa farsa, eles próprios perderão legitimidade diante do povo. Não se trata apenas de um embate entre governo e oposição, mas da sobrevivência das instituições democráticas.
O julgamento de Bolsonaro, a prisão de opositores e as denúncias contra Moraes expõem um sistema judicial e político que atuou à margem da Constituição. Diante disso, ganha força a exigência de que todo esse processo seja anulado e que os presos políticos sejam libertados imediatamente.
A ruptura de União Brasil e PP mostra como a política funciona em sua essência - alianças são mantidas enquanto servem aos interesses do poder, mas se rompem quando a pressão da sociedade e a revelação de abusos tornam impossível sustentar o teatro da legalidade.
Senado, levante-se!
Aberração Jurídica
A.M está fazendo uma devassa na vida de empresários bolsonaristas, atendendo pedido do Senador Randolfe, membro da Campanha do Lula?
Essa é a Eleição Transparente e Legal que tanto arrotam?
Pra que PGR???
Quem sonha com Bukele não entendeu o mínimo de política. Isso não é exemplo de liberdade, é ditadura higienizada para enganar trouxa. Ora, porra, acordem. O sujeito já esticou o próprio mandato, já calou opositores, já encheu cadeia até com quem pensa diferente, e ainda tem idiota chamando isso de modelo de governo. A história é cheia de exemplos iguais: Mussolini começou prometendo ordem contra os bandidos, Chávez jurava que era só para acabar com a corrupção, até Stálin dizia que estava defendendo o povo dos inimigos internos. Sempre o mesmo roteiro: primeiro vão os criminosos, depois os opositores, e por fim os cidadãos comuns que ousarem abrir a boca. Quem chama isso de liberdade não sabe o que é liberdade, sabe apenas o que é medo. Vocês têm que ser livres. Liberdade é não depender de homem forte, é não se ajoelhar para o Estado, é assumir responsabilidade pela própria vida. E para isso não basta gritar em rede social, é preciso estudar, ler, ganhar sabedoria e enxergar além da propaganda. Abram O Imbecil Coletivo, O Jardim das Aflições, Revolução e Contra-Revolução, leiam Voegelin, Guénon, Plínio, Aristóteles, e vejam como a guerra cultural já está sendo travada dentro da sua cabeça. Só quem vence a ignorância pode vencer o sistema.
@ThayzzySmith@verdeamarelou Antes de falar estas groselhas, o Ministro deve ter cheirado o pó todinho, ao inves de traficá-lo, como é comum do cartel que pertence...
Jeffrey Chiquini @JeffreyChiquini
URGENTE: a principal prova de inocência do Bolsonaro que esconderam do Brasil Eles não queriam que você visse isto. Compartilhe ao máximo‼️