será que tem mais gente indo correr maratona no rio do que indo trabalhar de madrugada dia de semana?
se o metrô rio consegue abrir 4 horas pros corredores por que não consegue pro trabalhador?
@eren_acoruja Seja pai e visite o filho a cada 15 d.
Veja as manchas roxas no filho.
Escute as queixas do filho e fale com o padrasto pra pegar leve nos abraços.
Sofra um acidente com o filho no dia do crime e omita da mãe e da justiça.
Faça da morte do filho palanque político.
Seja "herói"
@BrunoBaiano22@ZAMENZA Sim. O pai também.
Inclusive, o pai escondeu que sofreu um acidente de carro com o menino um dia antes do ocorrido. Além de ter visto as manchas roxas, escutado relatos do menino... Esse pai não é vítima. Ela não deveria ser "perdoada", mas ele deveria ser punido igual.
Pai e mãe sabiam das agressões que o filho sofria. Pai e mãe sabiam do histórico de violência e dos vínculos do padrasto com a milícia. Pai e mãe ouviram os relatos direto da criança e nenhum dos dois procurou a polícia.
A mãe convivia diariamente com o menino. O pai o via em alguns fins de semana, pois nunca pediu a guarda realmente compartilhada do mesmo.
O padrasto matou a criança barbaramente.
Por alguma razão, transformaram o pai em herói nacional e símbolo da luta contra a violência infantil, enquanto a mãe virou cúmplice de um crime que sequer presenciou, pois estava dopada.
Se a omissão de um é compreensível, a do outro também deveria ser. Ou então ambos precisam ser julgados (pelo menos na opinião pública) pelo mesmo critério.
@roberta_bastoss O pai é tão omisso quanto ela. O filho se queixava com ele, não queria voltar pra casa naquele dia, e foi entregue vomitando.
Se ela foi omissa, o pai tbm.