Favorável as reformas Política e Fiscal, vamos taxar os mais ricos, favorável a educação e saúde pública, com verbas suficientes para cumprir suas missões.
Data vênia, vamos ao que interessa: a adoção do modelo econômico Javier Milei pela campanha de Flávio Bolsonaro. Foi o que prometeu a Daniella Marques -- a Zélia Cardoso de Mello atualizada dos ultra liberais bolsonaristas.
TODA A CRISE começou quando CÁRMEN LÚCIA como presidenta do STF rasgou a Constituição pra poder prender o Lula!
TODA A CRISE piorou quando CÁRMEN LÚCIA e FACHIN se uniram a Sergio Moro e apoiaram seus CRIMES!
Então NÃO DESCULPO, CÁRMEN LÚCIA!
Quer paz? RENUNCIE LOGO!!
Quem é contra o trabalhador não merece representar o povo brasileiro.
O fim da escala 6x1 é uma demanda de quem trabalha e quer ter mais tempo para viver, cuidar da família e aproveitar a vida.
Eu vou levar essa luta até o fim. E tenho certeza de que, juntos, vamos conquistar essa vitória.
O trabalhador brasileiro merece mais tempo para viver. ✊🇧🇷
#RevogaNEM Segundo a Unesco, 56% dos alunos se dizem insatisfeitos com o Novo Ensino Médio (NEM), o índice é de 76% entre professores e 66% entre gestores. A pesquisa ouviu 1.200 estudantes, 800 docentes e 400 gestores entre os dias 23 de junho e 6 de outubro, período em que a pauta viveu uma calmaria por decorrência da consulta pública.
Enquanto isso, Mendonça Filho deseja perpetuar o caos na educação brasileira com a reedição do NEM em seu relatório substitutivo ao PL 5230, afrontando a comunidade educacional. Contudo, Mendoncinha está articulado com as Fundações Empresariais e o Consed.
Apenas a vaidade e o descompromisso explica o comportamento do trio…
COMO O NOVO ENSINO MÉDIO ACABA COM OS SONHOS DOS JOVENS
Hoje (25/3) a Folha de S. Paulo publicou matéria da jornalista Isabela Palhares sobre o Novo Ensino Médio.
Ela mostra que os itinerários formativos são sorteados (!) e até impostos (!!!) aos estudantes.
Ocorre que, com a falta de professores, péssima infraestrutura escolar e salas superlotadas, as escolas públicas não conseguem atender a escolha dos jovens.
Minha opinião: isso é um crime contra as juventudes, o presente e o futuro do país. Não vamos desistir, nem descansar, até acabar com essa chaga. Esse é nosso dever.
1/5 Há pelo menos mais de um milhão de africanos no fundo dos oceanos atlânticos.
Não eram americanos nem brasileiros, etc. eram yorubas, fulanis, igbos, mandikas homens e mulheres que foram jogados ao mar por traficantes de escravos europeus. A historiografia convencionou chamar muitos desses atos de suic*dio, nesse fio 🧶 eu mostro pra vocês que isso é um erro [+]
Estive com José Genoíno na Fórum TV, no programa do jornalista Mauro Lopes (Fórum Café). Foi por poucos minutos, mas foi uma aula.
A turma que não compreende nossos posicionamentos contra o Novo Ensino Médio, contra as escolas cívico-militares e contra a Política Nacional de Alfabetização de Jair Bolsonaro deveria assistir. Nossas posições são praticamente as mesmas do Genoíno.
Repito novamente o que discursou Lula ao final da transição: o governo não precisa de "puxa-sacos", nem de "tapinhas nas costas". Ao trabalho.
Na disputa de narrativas sobre o Novo Ensino Médio (NEM) surgiu um novo discurso: o MEC não tem poder para mudar uma Lei, nem o Planalto. Ou seja, para defender o MEC, retiram todo o poder político da pasta. Sim: aprovar, mudar ou revogar uma Lei cabe ao Parlamento. Mas o MEC tem o dever de assumir o caos causado pelo Novo Ensino Médio e, ao menos, considerar medidas de revogação, devido aos prejuízos resultantes da política de Michel Temer e das fundações e associações empresariais. Feito isso, precisa mobilizar o Parlamento. Esse é o ponto. Há boa vontade de alguns membros da equipe do MEC. Mas a boa vontade precisa ser disseminada por toda a pasta. Por último, cobrar o governo por persistir no erro do NEM é um dever de quem ajudou a elegê-lo.
A nossa proposta é interessante também para as companhias aéreas. Cerca de 20% das poltronas ficam vazias em voos domésticos. Estamos falando em utilizar essa ociosidade para garantir o direito de mais pessoas voarem. Quem é contra isso, na verdade, não quer ver o povo voando! ✈️
Não cabe defender o injustificável. Todo mundo sabe que a Reforma do Ensino Médio é fruto de uma Lei que tramitou como Medida Provisória, editada por Temer. Como qualquer Lei, para ser mudada ou revogada, é preciso de aprovação nas 2 Casas do Congresso Nacional. Contudo, vale avisar: não se trata apenas disso. Deixo algumas perguntas de ações que só cabem ao MEC: 1) Por que o MEC ainda não suspendeu o Cronograma Nacional de Implementação do Novo Ensino Médio do governo Bolsonaro (Portaria 521/2021)? 2) Por que o MEC não suspendeu a elaboração do Enem do Novo Ensino Médio, datado para 2024? 3) Por que, até aqui, o MEC só defendeu a Reforma? 4) Por que o MEC não propôs um processo que possa também resultar em um Projeto de Lei revogatório? 5) Por que o MEC só quer “reformar” a Reforma?
Lula disse: o governo não precisa de “tapinhas nas costas”. Além disso, nós educadoras/es temos o dever de defender o direito à educação.
Devido às nossas críticas, foi editada a Portaria MEC 408/2023.
Ela torna sem efeito a Portaria MEC nº 397, de 7 de março de 2023, publicada no Diário Oficial da União (DOU) e que mantém o Enem para 2024.
Contudo, ao não revogar o Cronograma Nacional de Implementação do Novo Ensino Médio (Portaria 521/2021) de Jair Bolsonaro, na prática, tudo permanece como está.
Sugestão ao MEC: revogar a Portaria 521/2021.
Em resposta às nossas críticas, o MEC publicou a Portaria MEC 408/2023. É uma sinalização, pois revoga a Portaria MEC 397/2023, publicada no DOU de ontem e que causou indignação: a 397 mantinha o "Enem da Reforma do Ensino Médio" para 2024, seguindo a determinação do governo Jair Bolsonaro.
No entanto, vale destacar que a Portaria 521/2021, que define o "Cronograma Nacional de Implementação do Novo Ensino Médio" assinada por Milton Ribeiro, permanece em vigor. Isso significa que, na prática, nada mudou. Por essa razão, é importante que o MEC revogue também a Portaria 521/2021 e promova um debate franco e aberto sobre o Novo Ensino Médio.
#GRAVE A Portaria MEC 397/2023 é muito grave.
Ela (apenas!) atrasa o Sistema de Avaliação da Educação Básica para o Novo Ensino Médio em 1 ano, mas reitera a implementação do ENEM pautado na Reforma para 2024.
Resultado: se não foi um erro na publicação, a “Comissão de ‘Revisão’” da Reforma, que ainda será criada pelo MEC, trabalhará ao mesmo tempo em que os itinerários do NEM serão cristalizados pelo novo ENEM. Ou seja, o MEC pretende forçar o NEM pela pressão do ingresso à Educação Superior. E faz isso mantendo o cronograma de Bolsonaro para implementação do novo ENEM.
O que é pior: a Portaria 397/2023 engana indicando equivocadamente que alterou a data do ENEM para 2024 no inciso V do art. 7o, que foi apenas mantido.
Deve ter sido um erro. Não é possível.
A Portaria abaixo atrasa o cronograma de avaliações do Novo Ensino Médio. Ou seja, retarda a última etapa de implementação, o que sinaliza a tentativa de manter a Reforma.
Não é um bom sinal. Mas esse processo está longe de acabar.