Candidato do PSOL se infiltra na manifestação bolsonarista e gera essa pérola.
JR Freitas, candidato a deputado estadual em SP, vestiu o verde-amarelo e foi circular no ato de Flávio Bolsonaro na Paulista como quem não queria nada.
Puxou conversa, entregou o microfone e deixou a militância trabalhar.
O resultado é essa obra-prima.
A prisão de generais no Brasil não é apenas um fato jurídico.
É um acontecimento histórico profundo que revela a transformação lenta e dolorosa de um país marcado pelo peso de estruturas autoritárias.
A queda de figuras que por tanto tempo foram tratadas como intocáveis rompe a lógica histórica que sempre colocou a farda acima da lei.
Durante décadas o Brasil conviveu com a ideia de que militares ocupavam um lugar especial no imaginário social.
Essa posição criou uma elite blindada por privilégios e protegida por uma cultura de silêncio e reverência.
Quando a democracia finalmente passou a exigir responsabilidade e transparência, parte dessa elite reagiu com violência simbólica e concreta e tentou capturar novamente o Estado.
A prisão de generais não representa vingança.
Representa ruptura. Representa a sociedade dizendo que não aceitará mais tutela militar nem salvaguardas para quem atentou contra a ordem constitucional.
É o limite que por tanto tempo faltou. É a afirmação de que a República não tem donos nem castas sagradas.
É impossível não reconhecer a carga emocional desse momento.
O Brasil carrega traumas de perseguições, censura e silenciamentos.
Mulheres, mães, filhas e avós sustentaram a resistência enquanto o país era sufocado pela imposição da força.
Ver hoje representantes do alto comando respondendo por seus atos rasga o véu da impunidade histórica e traz um sopro de justiça que tantas gerações esperaram.
Trata-se de um marco raro. O Estado democrático disputa espaço simbólico com o militarismo.
A lei reafirma que autoridade não é licença para violar direitos.
A sociedade declara que soberania não se exerce contra o povo e sim em seu nome.
E emocionalmente há um alívio evidente. A democracia, tantas vezes violentada, mostra que ainda respira.
O grito coletivo por justiça não foi ignorado. A verdade, mesmo tardia, alcança as paredes de quartéis historicamente impenetráveis.
O Brasil vive um gesto essencial de cura.
Não apaga o passado nem repara todas as feridas, mas inaugura um ciclo em que quem tentou romper a ordem democrática enfrenta consequências reais.
É o país finalmente encarando seus fantasmas e afirmando com coragem e convicção que nunca mais aceitará ser governado pela sombra da farda.
Nunca mais.
🚨A Reforma Administrativa quer matar de vez os serviços públicos e foi criada sem ouvir a população! O Brasil precisa de saúde, educação e justiça! @malafaia_d, conto com você para impedir que essa Reforma seja pautada pela Câmara dos Deputados! #defendaoservicopublico
O BOLSONARISMO CONTINUA MATANDO!
Vocês certamente já viram hoje diversas manchetes sobre a liderança de Bolsonaro nas pesquisas no Acre. E não é que no estado continuam dando Ivermectina para covid!
Escutem o depoimento do médico infectologista Thor Dantas.