Itália investiga pais após morte de criança não vacinada.
Menina de quatro anos morreu de difeteria e pais são acusados de homicídio culposo por omissão. Vacina é obrigatória no país desde 1939.
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URGENTE: argentino que faz lives atacando as urnas com o Eduardo Bolsonaro é um agente da CIA, envolvido com narcotraficantes, segundo a ex-esposa que ele tentou matar. Ajudem a divulgar essa bomba!
Lula acerta ao autorizar a devolução do canhão Cristiano ao Paraguai.
Para o Brasil, o Cristiano é só um troféu de guerra. Para os paraguaios, ele tem uma carga simbólica de sacrifício coletivo e de resistência.
Manter o canhão no Brasil serve apenas para perpetuar uma narrativa política da extrema-direita paraguaia que visa acirrar as tensões regionais e retroceder nos avanços (em boa parte liderados pelo Brasil) em prol da integração do Mercosul. Devolvê-lo, por outro lado, é um gesto de boa fé, de reconhecimento da memória e da dignidade paraguaia. É um gesto à altura das pretensões diplomáticas do Brasil como líder em seu continente.
Vale lembrar que Argentina e Uruguai já devolveram seus espólios da Guerra do Paraguai há décadas - incluindo o "Criollo", o canhão gêmeo do Cristiano.
Também é importante lembrar que o Brasil tem encabeçado diversas iniciativas em prol da devolução do seu próprio patrimônio histórico, artístico e científico.
O governo Lula foi responsável pelo maior movimento de repatriação de bens culturais da nossa história. Somente nos últimos quatro anos, nós conseguimos a devolução do Manto Tupinambá que estava na Dinamarca, dos artefatos indígenas do Museu de Lille, na França, da coleção arte afro-brasileira da Con/Vida, que estava nos Estados Unidos, de mais de mil fósseis da Bacia do Araripe que estavam dispersos por vários museus europeus.
Seria incoerente o governo prosseguir com o esforço de repatriação de seus bens enquanto ignora os pedidos de devolução dos bens alheios.
Por fim, a devolução do canhão já havia sido prometida pelo próprio Lula ao povo paraguaio em 2010. E promessa é dívida.
Vencemos o assédio judicial que Silas Malafaia movia contra a gente. Mas a que custo? Não vamos parar. Mas é bem cansativo. Pra essa luta, os melhores advogados. Qualidade técnica e tratamento humano @andrematheus85@lucasmourao_ venceram tudo em meu nome
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@CamilaDias97817@BiazitaGomes E aí criam crianças sem limites que vão aprender com a vida os limites e a respeitar autoridades, ou serão os desajustados que vivem jogando a culpa de tudo não dar certo, na vida deles, nos outros.
@BiazitaGomes As teorias da conspiração se alimentam da falta de prestar atenção às aulas de geografia e história. Vivo dizendo aos meus alunos se eles não querem ser uns bitolados sem noção na internet, tem que prestar atenção às aulas e aprender.
Flávio Bolsonaro escolheu seu vice. E é Alfredo Gaspar, o mesmo político que foi chamado de “estuprador” durante a CPMI do INSS.
A acusação não surgiu ali: Lindbergh Farias e Soraya Thronicke levaram à Polícia Federal uma denúncia de estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos. Gaspar nega a acusação e afirma que o caso envolve um primo e uma relação consensual. Agora, ele compõe a chapa de quem dizia querer conquistar o voto feminino.
Ao menos três colegas jornalistas me relataram a mesma cena: agentes e funcionários do Consulado dos EUA em São Paulo circulavam pelo congresso anual da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo no último final de semana. Sua missão: aliciar jornalistas para conversas sobre o processo eleitoral brasileiro e a situação da “liberdade de expressão” no país. A Abraji não participou das investidas, que foram feitas de modo “independente” pelos agentes consulares.
Dois jornalistas me relataram que receberam propostas de facilitação para vistos nos EUA, caso necessitassem. Os vistos não seriam para as conversas com os funcionários do consulado – marcadas para São Paulo – mas como um gesto de boa vontade na aproximação.
A movimentação do Consulado dos EUA em São Paulo se intensifica com as disputas entre Brasil e EUA em relação às eleições. Recentemente, três enviados dos EUA ao Brasil tiveram seus vistos negados. Em retaliação, o Governo Trump revogou o visto da embaixadora do Brasil nos EUA.
Na semana passada, eu denunciei em primeira mão que o o Consulado dos EUA em São Paulo estava sendo usado para se reunir com influenciadores de direita no Brasil, também com o briefing sobre eleições. (por Leandro Demori)