quando eu pedi demissão daquela loja do crlh pq a sonsa da gerente ficava me mandando tirar o piercing sendo q todas tinham mas só o do meu nariz incomodava e ainda me passava mais serviço por isso aquela vagabundinha dissimulada vai montar em outra seu baiacu
meu namorado reclamando q ultimamente to independente demais (parei de pedir tudo p ele c pena) mas ele gosta msm é de ser escravizado e foi isso mesmo q eu pedi de deus pode me servir então continue fznd todas as minhas vontades c um sorriso de orelha a orelha amem
n sei pq mas eu tenho certeza q 90% das pessoas q tao postando seu “arcano pessoal” nos stories nunca estudaram uma vírgula sobre mas pelo menos o storie ficou aesthetic ner
eu me considero bem cronicamente online mas me dá muito desgosto quando vejo gente que não vive sem fone, não consegue cagar sem levar o celular, não consegue tomar banho sem música, não consegue pegar um Uber de 10 min sem ficar no celular
uma vez meu pai disse q ia ficar com vergonha de mim c piercing e tattoo por aí no outro dia fui lá e fiz mais um no umbigo e no ano seguinte meti 3 tattoo numa tarde só
traumatizem de volta
se o meu faz isso de raiva no dia seguinte eu perco meu medo de agulha e faço 60 piercing e 100 tatuagem tb vsfd um marmanjo desse fazendo a menina chorar pq nn gostou de uma corzinha a sfdddd
podem ser os melhores produtos nacionais mas meu desgosto pela tigrinia me impossibilita de comprar e usar é aquela coisa tenho menos vergonha de ir numa boca comprar crack doq num qsq da wepink
engraçado estar grávida eu passo horas quietinha comendo bonitinho aí arrumo uma coisinha e parece que bati uma laje durante um jejum intermitente como pode a fome e o baque desumano
pior q já me prejudiquei e perdi emprego em horário comercial por conta da minha facul a noite assim como já me prejudiquei na facul por mudança repentina em escala e horário de trabalho mas consciente de q era tudo problema meu ent vida q segue faz quem aguenta
ue e onde o professor ta errado?
se a pessoa n frequenta a disciplina, como vai ser aprovada ?
povo acha q graduação é brincadeira, dinheiro publico investido em aluno p ele n levar a serio as responsabilidades q assume
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
É triste que as pessoas sejam tão ignorantes sobre o tipo de efeito social que a religião causa nesse nível.
Historicamente, católicos e evangélicos neopentecostais diferem em muitas coisas, mas um dos principais pontos de divergência é a forma como enxergam a glória eterna e a relação entre sucesso, responsabilidade e salvação.
A glória, no catolicismo, tem um caráter comunitário. Não há glória, salvação ou sucesso desvinculados da comunhão com o outro. O individualismo é condenado e, embora a providência divina também faça parte da doutrina, a responsabilização é profundamente pessoal. Deus sabe de todas as coisas, mas o livre-arbítrio continua sendo um princípio central. Você faz escolhas diante da sua comunidade e da sociedade, e são essas escolhas que geram consequências. Se você falhou, falhou porque fez escolhas ruins, porque não fez o suficiente ou porque negligenciou seus deveres para com o coletivo.
No neopentecostalismo, a lógica tende a ser outra. A vitória é, antes de tudo, individual. Você vence porque fez a sua parte, e Deus recompensa sua fé organizando os acontecimentos conforme Sua vontade. Se você perdeu, perdeu porque lhe faltou fé ou porque Deus decidiu que aquele não era o momento. A teologia da prosperidade, que ocupa um papel central em boa parte do neopentecostalismo, reforça justamente essa leitura individualizada da relação entre fé e sucesso.
Tudo isso produz disposições morais diferentes nas pessoas e, consequentemente, nos próprios jogadores. Se você vence, foi porque Deus quis. Se perde, foi porque faltou fé ou porque Deus assim determinou. A derrota deixa de ser, em primeiro lugar, um problema de responsabilidade pessoal, de senso de comunidade ou de compromisso com o coletivo.
O discurso, inevitavelmente, tende a ser mais: 1) egoísta, porque o foco está na relação individual entre o fiel e Deus; e 2) receptivo à derrota, porque ela deixa de ser interpretada como consequência das próprias escolhas e passa a ser entendida como parte do plano divino.
Esse é o Brasil que vem sendo construído nas últimas décadas. Somos, da política ao futebol, cada vez mais egoístas, individualistas e menos responsáveis pelas consequências comunitárias de nossas ações.
pessoal economizar dinheiro é horrivel ne. abdicar dos prazeres momentaneos. ficar preso no infinito ciclo do amanha que nunca chega. comprar leite condensado tirol ao inves de leite moça. tudo por uma meta q talvez eu nem viva pra alcançar.