Isso aqui pra mim é muito doido de ver, pq tem horas que eu fico pensando que o EU TE AMO la em casa é até banalizado do tanto que repetimos. Eu falo tanto isso pra João, e ele fala tanto isso de volta pra mim e a gente, se abraça e se beija, e fazemos sempre, e é tão bom.
Estava agora no caixa da padaria quando escuto um diálogo de mãe e filha ao meu lado. A menina devia ter uns 12 anos e diz “mãe, eu te amo” e a mãe, que devia ter uns 50+, respondeu “mas pq você está me dizendo isso?” E a menina se surpreendeu com a resposta e falou meio envergonhada “ah pra você me dizer de volta…”
Ali eu pensei que a mãe retribuiria o gesto espontâneo de carinho da filha, mas não!!! Ela rebateu, outra vez: “mas o que você acha que eu responderia? Que te odeio?” - nesse momento eu me virei e encarei ela e a filha, que já estava claramente constrangida e falou “não” para a pergunta descabida da mãe, que continuou dobrando a aposta da loucura e disse: “então eu jamais responderia que te odeio” e eu já passando pela catraca e ouvindo a mãe completamente louca da cabeça inventando narrativas mirabolantes só para não dizer pra filha que a amava em alto e bom som.
Que loucura!
Amigos, por favor, se eu morrer não fiquem com vergonha de falar o motivo nos comentários das publicações!!!! Em respeito aos curiosos eu faço questão que seja contado
É claro que estilo de vida importa. Imagine você querer viajar pelo mundo, conhecer novas culturas, experimentar diferentes gastronomias e viver inúmeras experiências, enquanto seu parceiro acredita que o melhor da vida é ir ao bar da esquina ou ostentar um carro de luxo.
Segurar choro em serviço é a pior bosta que tem. É por essas e outras que eu defendo o home, ia ta de boinha la chorando na maior santa paz e trabalhando. Evitando qualquer tipo de interação e explicação