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O tarifaço de Trump não atingiu apenas o Brasil. Ele integra uma estratégia global que mistura coerção econômica, propaganda eleitoral e fabricação permanente de inimigos.
No novo artigo, explico por que o governo brasileiro não recuou ao substituir a linguagem da retaliação pela reciprocidade jurídica e pela negociação responsável. Examino também um movimento ainda mais preocupante: às vésperas das eleições parlamentares, Trump voltou a lançar suspeitas sem comprovação sobre o sistema eleitoral norte-americano, agora envolvendo a China.
Comércio exterior, guerras e desconfiança nas urnas estão sendo convertidos em instrumentos de mobilização política. O Brasil precisa responder com soberania, serenidade e firmeza.
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