Licenciado em Artes Visuais; Bacharel em Escultura; Pesquisa em Moda e Visagismo e Cabeleireiro à 19 anos. Interessa-me o Humano e o Belo e suas expressões.
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Os detalhes da atividade estão baseados na descrição detalhada nas regras da atividade.
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Uma das interpretações mais viscerais da nossa música brasileira: Nana Caymmi canta "Não se Esqueça de Mim", de Roberto e Erasmo Carlos.
Nana nos deixou hoje, aos 84 anos. Vá em paz! 🖤😢
Ou as Forças Armadas têm medo do ditador @alexandre de Moraes ou são cúmplices ao cumprirem ordens ilegais e inconstitucionais! (A quem servem as Forças Armadas? - Parte 2)
O JUDICIÁRIO NÃO PRENDE BOLSONARO PORQUE TEM MEDO DE VOCÊ
Antes de qualquer coisa: petista, esquerdista, vá pro inferno. Não perca seu tempo comentando porque vai levar block antes de eu ler a segunda palavra.
Vamos o que interessa - vou tentar não me alongar.
É isso o que você leu no título. É de você que o judiciário tem medo, que o Dilmo tem medo, que a esquerda tem medo. E não é medo de quebra-quebra ou de golpe de estado, mas medo de você decidir não financiar mais as lagostas, vinhos importados com quatro premiações internacionais, camas de mais de 40 mil reais e viagens de turismo dessa corja.
A verdade é que eles não sabem ao certo o que faríamos no caso de prenderem Bolsonaro, mas sabe que alguma coisa faríamos, porque se nada for feito - como muitas vezes não foi feito desde que começaram a tratar a Constituição Federal como papel higiênico - só nos restará ficar de joelhos e pegar a caderneta social pra fila do pão.
Acontece que somos maioria, e disso eles têm 100% de certeza, da mesma maneira que sabem que se essa maioria realmente se unir pra fazer alguma coisa, não vai sobrar pra eles, porque mesmo dentro das Forças Armadas, com toda a rigidez da hierarquia, o grosso da tropa obedece mas não apoia este governo e seus superiores, e se tiverem que ser colocados contra o povo, não vai rolar.
A grande questão é que mesmo sendo maioria, ainda não sabemos o que fazer com isso, como proceder, como nos organizarmos para, civilizadamente, sem armas, sem golpe, promover uma revolução silenciosa que surta o efeito necessário.
Mais de uma vez citei em meus textos como age a polícia quando uma casa é invadida e os moradores são mantidos como reféns. Primeiro negociam. Depois cortam a luz, a água e param de fornecer comida.
Já quando se trata de lidar com quadrilhas e facções criminosas, a tática é o "follow the money", ou, siga o dinheiro. Achando a fonte, bloqueiam os recursos.
No caso que vivemos, o bloquear os recursos é ainda mais simples, bastando lembrar que a cada Real gasto, no mínimo 50% vira imposto municipal, estadual ou federal, o que nos leva à tomada de decisão sobre contingenciar nossos gastos ou continuar financiando o sistema.
É preciso entender que Bolsonaro já não é mais apenas Bolsonaro. Dilma disse "sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante". Digo que sempre que se olha Bolsonaro há sempre a figura exposta de um povo atrás, o que é muito mais importante. E enquanto Bolsonaro representa esse povo, Dilmo representa tão somente a bandidagem que insiste em tomar conta do país, doutrinando jovens, pervertendo princípios e valores, mantendo essa gente alienada, ignorante e analfabeta sempre que possível.
Pois é de você, de nós que eles têm medo, porque não dá pra prender todo mundo, porque se mandarem prender todo mundo ninguém vai cumprir a ordem, mesmo se quiserem, porque é impossível. O negócio, então, é continuar usando Bolsonaro para nos chantagear, criando narrativas, fazendo ameaças, abrindo inquéritos ilegais, inconstitucionais e fantasiosos, pois, mesmo que isso alimente nossa indignação, nos mantém passivos sem nada além de desabafos e palavras.
Resta a nós, e estou me repetindo ao dizer isso, conciliar as diferenças existentes na direita conservadora e optar por um projeto de país que deve, necessariamente, começar pelo expurgo da esquerda nas eleições municipais, o que significa "tirar o chão" da esquerda, eliminando a influência que ela tem na educação, na saúde, nos transportes, na infraestrutura de cada município onde tem representação.
Nada disso significa, porém, que não devemos ter medo do judiciário. Devemos. E tenha medo, porque individualmente estamos sujeitos a todo tipo de represália. Senka-Belo é igual a cão raivoso, ataca crianças, adolescentes, adultos e até velhinhas com Bíblia na mão. Mas contra todos, ao mesmo tempo, ele não consegue atacar, sabe que vai perder se tentar.
O governo Dilmo acabou antes de começar. Sabendo disso, a intenção é acabar com a gente antes de terminar. O judiciário exerce o poder que o governo não tem, suprimindo o legislativo, ajudando o executivo a existir e perseguindo qualquer opositor que ouse levantar a voz contra eles. Mas em lugar nenhum do mundo isso deu certo por muito tempo sem que o país se tornasse uma ditadura de fato. Por enquanto somos uma ditadura disfarçada, e eles precisam de Bolsonaro solto para que continue assim.
Para prender Bolsonaro, eles terão que decretar uma ditadura de verdade, e aí será a hora de ver "quem tem mais garrafa vazia para vender". Eles só não podem perder o medo de nós.
"Os jovens são de direita, não querem mais a proteção do estado, acham que o estado tá atrapalhando, tem hoje a proteção da família e de Deus"
O futuro é nosso.
Parada LGBT HDMI 4K + levou 20x mais gente para a avenida Paulista do que o ato de ontem, dizem especialistas da imprensa.
Devem ser especialistas em gênero neutro. Em matemática, com certeza não são 🤣🤣
SERÁ PRECISO TER MAIS CORAGEM PRA PRENDER BOLSONARO DO QUE TIVERAM PRA SOLTAR DILMO
Não sei se era 1 milhão de pessoas, 700 mil, 500 mil. Mas não eram 10, 100 ou 1000, e nem havia nas redondezas ônibus de viagem de quinta categoria pago com dinheiro de sindicado. Ninguém foi na Paulista como claque remunerada a pão com mortadela. E todos que estavam sabiam o porquê estavam ali.
Bolsonaro queria enviar "um retrato para o mundo". Conseguiu, com foto panorâmica e tudo mais. Mas, o sistema resolveu se antecipar a ele, mandando antes duas "fotos" muito significativas. Na véspera, Dilmo atacou mais uma vez Israel, reforçando a ideia de que cadeia com penas brandas não recupera ninguém. Dilmo provou, também, que é preciso, urgentemente, acabar com as "saidinhas". A cada saidinha que ele dá comete um crime contra o Brasil, mentindo, atacando adversários, atacando países e, sempre, sempre, defendendo bandidos.
Entretanto, a foto mais significativa foi enviada pela Polícia Federal na manhã do próprio domingo a mando do ministro japonês Senka-Belo. A detenção do jornalista português Sérgio Tavares no aeroporto de Guarulhos comprovou antecipadamente o que seria dito mais tarde na Avenida Paulista: vivemos em uma ditadura do judiciário que persegue adversários do sistema, não importa a nacionalidade. Qualquer um que discorde do sistema e critique a sanha perseguidora e revanchista que se instalou no Brasil é inimigo. E Senka-Belo não perdoa inimigos.
Quando estavam em vias de prender o Dilmo, espalhava-se o boato e a expectativa de que haveria uma convulsão popular incontrolável, que os bandidos desceriam dos morros e atacariam a população civil em retaliação. Não aconteceu nada. Boatos e expectativas serviam apenas para inflar a imagem de Dilmo e dar a ele uma importância que já não tinha.
Naquela altura do campeonato já tinha sido jogada tanta merda no ventilador que só mesmo os incautos e cúmplices tinham coragem de tentar defender alguma coisa. Dilmo já tinha sido condenado em duas instâncias, delatado por mais de 170 pessoas, provas se acumulavam e corroboravam umas com as outras e também com tudo o que havia sido delatado. Era um momento tão indesculpável que, exceto um ou outro, os magnânimos de preto não tiveram coragem de aceitar nem habeas corpus.
O jeito era enfiar a viola no caso e planejar um contra-ataque que levaria quase dois anos e precisaria de um novo crime para dar certo. Foi quando criaram a Vaza Jato através da invasão de celulares de autoridades e saíram remendando conversas e criminalizando diálogos que foram usados como provas de que tudo não passou de armação para prender Dilmo, "O Inocente".
O tempo passou, a corte suprema passou a entender, aceitar e endossar que houve um gigantesco conluio que envolveu dezenas de réus confessos, juízes, promotores, delatores, apoio da imprensa, acordos com entidades internacionais, numa conspiração arquitetada em parceria com o FBI, Polícia Federal, Receita Federal, Procuradoria Geral da República, empreiteiras, empresas, toneladas de provas, enfim, milhares de pessoas dentro e fora do Brasil com o único propósito de prender Dilmo.
Tiraram o meliante do cárcere 5 estrelas com direito a visita íntima e o reabilitaram para ser candidato à presidência da república. Fizeram tudo o que foi possível e (era considerado) impossível para impedir que Bolsonaro tivesse a mais ínfima chance de superar todos os obstáculos impostos e ser eleito por algum erro de cálculo. Elegeram Dilmo. Mas não conseguiram reabilitá-lo como a pessoa mais honesta da história desse país - porque nunca foi, e jamais será.
Esse pessoal todo é malandro, mas não é bobo, ou nem tanto quanto parece. Reabilitar um condenado indo contra o povo que o odeia é uma coisa. Condenar um inocente contra o povo que o adora, e que sabe que o propósito de condená-lo é justamente para que ele deixe de fazer sombra para o descondenado, é outra completamente diferente. Assim, o método que eles decidiram foi primeiro condenar o povo.
Baleia, cartão de vacinação, joias, gravações, falas, amigos, inquéritos sigilosos, acusações sem provas ou com provas que não provam nada, e nem assim conseguiram sequer arranhar a imagem de Bolsonaro. O que realmente conseguiram até agora foi fortalecer no povo a certeza de que esta perseguição insana é a prova concreta de que os errados são eles mesmos, cada vez mais errados, e o desejo dos brasileiros de ver o sistema cair.
A convocação de Bolsonaro para depor às vésperas da manifestação convocada por ele foi mais uma cartada burra. Contudo, Bolsonaro não é burro. Não abriu a boca. Nem deu chance para que um "boa tarde" pudesse ser interpretado como justificativa para nada. Entrou mudo e saiu calado. Deu para a imprensa militante o silêncio que os jornalistas viram como quiseram.
A manifestação de ontem, 25/2, mais do que um retrato para o mundo, foi um aviso para o Brasil: o povo está vivo, acordado, vibrante e ciente do caminho para o qual o sistema tenta nos empurrar. Bolsonaro é a bússola para evitarmos este caminho. Dificilmente será candidato novamente, mas será o símbolo da resistência de um povo que não está mais disposto a ser levado inconsciente para o abate.
De tudo o que foi dito ontem, penso que a frase mais importante veio da voz de Nikolas Ferreira quando disse: "Nós não temos o direito de ter menos persistência do que o nosso inimigo". Esse é o grande aprendizado que tem que ser tirado desta manifestação. E pela força representada pelas centenas de milhares de pessoas que estiveram na Avenida Paulista, uma demonstração de persistência apesar de toda opressão que o Brasil tem vivenciado.
No dia da prisão de Dilmo, a manifestação em frente ao sindicato dos metalúrgicos, no ABC, não reuniu 10% da quantidade de pessoas que estiveram ontem na Avenida Paulista. Quando houve o julgamento no TRF4, em Porto Alegre, também não tinha 10% do que vimos ontem. O aglomerado de pessoas em frente a PF de Curitiba durante o tempo em que Dilmo estava preso, e mesmo no dia que ele foi solto, nunca passou de 2 mil pessoas. Nunca houve uma convulsão popular pela prisão de Dilmo. O máximo que vimos no dia da sua prisão foram fogos de artifício em todo Brasil.
Nada impede que os reais mandatários do Brasil, Senka-Belo e Cia Ilimitada, continuem perseguição a Jair Bolsonaro, e que até o prendam. Mas, ontem, ficou claro que a coragem para isso terá que ser infinitamente maior do que a coragem que tiveram pra tirar Dilmo da cadeia. Uma coisa é soltar um bandido. Outra coisa é prender um inocente com acusações e provas fabricadas, com o mundo inteiro sabendo disso. Haverá consequências aqui dentro e lá fora. E quem pagar pra ver não vai gostar do que vai ver.
Ontem, não sei se era 1 milhão de pessoas, 700 mil, 500 mil. Mas, todos os dias, somos mais de 60 milhões, e "não temos o direito de ter menos persistência do que o nosso inimigo". Foi assim que eles voltaram ao poder. Só assim nós voltaremos.
Coragem, Senka-Belo, coragem.
🚨AGORA: Jornalista português Sergio Tavares é ovacionado por multidão e se emociona em ato pela democracia na Av. Paulista
"Esta imagem vai correr a Europa toda, o mundo todo".