Eu sei que a resposta vai bugar a mente de muita gente, mas: integração racial.
Aqui não existe "sotaque de preto", "esporte de preto", "roupa de preto". etc.
De olho fechado, ouvindo alguém falar, você pode identificar se ela é carioca, ou baiana ou gaúcha, mas não pode indentificar se a pessoa é preta ou branca.
Casamento "interracial" não é um tabu ou assunto aqui - tanto que nem se usa a palavra, e basicamente todo mundo é meio pardo.
As maiores diferenças e preconceitos aqui são de situação econômica. Você poderia até alegar que as diferenças socioeconômicas têm um viés racial histórico e talz, mas isso é muito diferente do que acontece por exemplo nos EUA.
Aqui tanto um negro quanto um branco comem arroz com feijão, vão à igreja, jogam futebol, vestem as mesmas bermudas e calças jeans, etc. Até as estereotipadas "religiões de matriz africana" são mais praticadas por brancos que por pretos.
Infelizmente os movimentos raciais brasileiros estão lutando com todas as forças pra acabar com isso e importar o modelo americano, separando a sociedade em "coisas de branco" e "coisas de preto."
rindo que uma menina descobriu o tal do bolo de pote e chamou de “dot cake” e ela postou no tiktok achando que estava arrasando com a novidade, foram zoar nos comentários e acho que ela não entendeu esse comentário:
🚨 ATENÇÃO! Capitão de Cabo Verde, atacante Ryan Mendes é investigado por estupro de brasileira.
A investigação é feita pela Polícia da Nova Zelândia.
O caso ocorreu em março, no hotel onde a seleção de Cabo Verde estava hospedada para amistosos na Oceania, e está sob investigação desde 10 de abril.
O GE teve acesso a fotos de hematomas que foram entregues à Polícia, ao registro da denúncia e ao relatório médico, com exames e atendimento psicológico.
A brasileira estava no local contratada pela Federação Neozelandesa de Futebol como intérprete para Cabo Verde, cujo idioma é o português.
Ela relatou à Polícia que, após o jogo de Cabo Verde contra o Chile, foi convidada para uma reunião em uma sala no hotel e compareceu imaginando que atuaria como intérprete.
No entanto, ela observou que se tratava de uma confraternização e voltou para o seu quarto ao se sentir mal. Relata que pouco depois ouviu batidas na porta do quarto e abriu, pensando se tratar de uma solicitação de apoio do trabalho.
Foi neste momento, segundo a denúncia, que Ryan Mendes entrou no quarto, agrediu-a fisicamente, com esganaduras, socos e mordidas, à medida que ela tentou se defender, e a estuprou.
A brasileira fotografou lesões, como cortes na boca, hematomas no pescoço, na perna e na lateral do corpo, que foram vistas pelo GE. As imagens que a identificavam foram preservadas pela reportagem.
Atendida em uma clínica que auxilia sobreviventes de violência sexual, a brasileira foi submetida a exame forense. O relatório médico identificou múltiplas esquemoses (ou manchas roxas) nas mamas, no pescoço e nos lábios, além de áreas de sensibilidade no couro cabeludo e nas nádegas.
No exame genital, há o registro de "duas lesões circulares, dolorosas à palpação, na base dos pequenos lábios". Após a assistência da clínica, que ainda presta atendimento psicológico a ela, a brasileira fez o registro de ocorrência policial e passou por uma perícia na delegacia. Ela relata que procurou a Federação Cabo-Verdiana de Futebol, mas não obteve apoio.
A brasileira e o marido enviaram notificações extrajudiciais à Federação de Cabo Verde e à FIFA, com o relato, provas e um pedido de punição: a não participação do jogador na Copa do Mundo. No dia 20, preencheram o formulário de Safeguarding da FIFA, usado para denúncias. No entanto, relatam que não receberam resposta.
🗞️ @geglobo | @camilac_alves
📸 Arquivo pessoal | Seleção de Cabo Verde
Quando estava com meu pai internado presenciei uma interna que parecia ter encontrado ouro pq descobriu que a causa dos vômitos do paciente era um tumor cerebral 🤡
Estava conversando com a médica sobre meu pai e a querida chegou com a boa nova. Qd saiu, a chefe se desculpou.