Ela cravou várias facadas em Flávio. Até agora, comportou-se como inimiga declarada, tanto do filho quanto do pai. Julgou possuir um peso político irresistível, quase fatal; mas o seu peso dissolveu-se no ar. Politicamente, Michelle não significa mais nada. É um nome que o vento já carrega, e ainda assim uma pequena corte de áulicos e esperançosos insiste em que Flávio, humilhado, vá mendigar o seu apoio.
Ora, Flávio tem o povo. Não precisa ajoelhar-se diante de uma inimiga insignificante. Os devotos de Michelle bem o sabem, mas alimentam, com a fome miúda dos que nada têm, a esperança de alguns cargos no futuro governo. É só isso o que move o teatrinho: a distribuição de sobras. Nada mais.
Hoje o povo distingue, com clareza de quem já sofreu bastante, o trigo do joio. Michelle e todos quantos cerraram fileiras com ela nos ataques torpes ao filho estão com a carreira política comprometida. Bem comprometida, aliás. Resta-lhes, apenas, o simulacro: fingir que ainda importam, fingir que ainda pesam, fingir que ainda são. Fingir. Não mais do que isso.
Foi muito bom poder ouvir todas vocês e entender um pouco mais o que vocês esperam do Brasil. Saio desse café da manhã com a certeza que é a força de vocês que vai transformar o nosso País. Vem com fé que o Brasil tem futuro!
@marcofeliciano Pronto. Falou um monte de besteira, agrediu os próprios eleitores, agora que meter a carta da vitimização. Boa sorte em pedir votos para os esquerdistas.
Hoje era o prazo final para a descompatibilização do vínculo de dirigente partidário e candidatura. Há diversos entendimentos desta linha de ação, de necessidade de firmar o ato ou não, contudo para evitar problemas abrimos mão do cargo, garantindo que todo o processo siga sem qualquer margem para interpretações da Justiça Eleitoral.
Seguimos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade, jogando aberto, com transparência, sem artimanhas políticas e joguetes de interpretação para ludibriar inocentes.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.
Boa noite a todos!
Dez motivos para sentir muita saudade de Jair Messias Bolsonaro:
1 Aprovação da Reforma da Previdência (2019): O texto estabeleceu idades mínimas para aposentadoria (65 anos para homens e 62 para mulheres) e novas regras de transição. A medida foi considerada fundamental para a sustentabilidade fiscal a longo prazo e para conter o déficit nas contas públicas.
2 Implementação do Auxílio Emergencial: Durante a pandemia de Covid-19, o governo instituiu o pagamento de um benefício financeiro direto que alcançou cerca de 68 milhões de brasileiros em 2020, mitigando os impactos econômicos causados pelas medidas de isolamento social.
3 Novo Marco Legal do Saneamento Básico (2020): A lei facilitou a entrada de investimentos privados no setor, com a exigência de licitações. Estabeleceu a meta de universalizar o acesso à água potável para 99% da população e o tratamento de esgoto para 90% até o ano de 2033.
4 Autonomia do Banco Central (2021): O projeto garantiu independência operacional ao órgão, fixando mandatos de quatro anos para o presidente e os diretores do BC em períodos que não coincidem com o do Presidente da República. Isso blindou a política monetária de interferências políticas diretas.
5 Lei da Liberdade Econômica (2019): Focada na desburocratização, a lei facilitou a abertura de empresas, dispensou a exigência de alvarás para atividades de baixo risco e modernizou relações trabalhistas (como a criação da Carteira de Trabalho Digital).
6 Digitalização dos Serviços Públicos: Houve uma forte expansão da plataforma https://t.co/CQWNOxBPXJ, que unificou milhares de serviços federais em um único portal. O avanço colocou o Brasil como o segundo país com a mais alta maturidade em governo digital no mundo, segundo o Banco Mundial.
7 Leilão do 5G (2021): A realização do maior leilão de telecomunicações da história do país garantiu dezenas de bilhões de reais em compromissos de investimentos pelas operadoras, com metas rigorosas para expandir a conectividade em rodovias, áreas rurais e escolas públicas.
8 Programa de Concessões e Marco das Ferrovias: O governo realizou dezenas de leilões e concessões de aeroportos, portos e rodovias para a iniciativa privada. Além disso, a aprovação do Marco Legal das Ferrovias flexibilizou as regras do setor, atraindo pedidos para bilhões em investimentos privados em novas malhas viárias.
9 Conclusão de Obras Hídricas no Nordeste: O período foi marcado pela finalização e entrega das últimas estruturas dos Eixos Norte e Leste da Transposição do Rio São Francisco, garantindo a chegada das águas a municípios de estados como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
10 Queda nos Índices de Criminalidade: O período registrou uma diminuição consistente nas taxas de crimes violentos e homicídios. Em 2021 e 2022, o Brasil atingiu os menores patamares de assassinatos da série histórica recente, mantendo uma tendência de queda iniciada em 2018.
A propósito, quanto mais saudades eu sinto de Jair, mais nojo eu tenho de Nikolas, Michelle, Silas, Zema et caterva... Mas isso é coisa minha... subjetividade, por assim dizer.
Quem disputa cargos eletivos é que tem a missão de convencê-las, de quebrar preconceitos que possam existir contra o nosso grupo político e provar que podemos ser muito melhores para elas do que a esquerda foi em 20 anos.
Vem com fé que o Brasil tem futuro!
O vídeo do Chiquini anda na boca de todos, e cumpre-me dizê-lo de pronto, sem meias palavras: trata-se do mais clássico exemplar do gênero “poupe o lobo para imolar as ovelhas”. Não é, convenhamos, um trabalho de todo desprezível. Acerta com precisão, ao desnudar as artimanhas do sistema na sua incansável faina de enlamear a imagem de Flávio Bolsonaro, a ovelha sacrificial do momento. Mas aí reside o seu pecado mortal: poupa, com piedade seletiva, Michelle e Damares, as autênticas lobas que, com a ferocidade de quem fareja sangue, desencadearam o caos que hoje envenena a campanha do Número Um.
Ora, o vídeo-resposta do Garotinho revela, com mais eloquência do que qualquer dossiê fabricado, o caráter exato dessas duas figuras (e caterva). Nele, mais do que nos impropérios lançados por Chiquini contra o próprio Garotinho, desenha-se o retrato fiel de uma corte onde a intriga e o delírio se vestem de virtude evangélica.
Chiquini, em suma, oferece-nos uma meia-verdade. Um gênero literário dos mais antigos e dos mais eficazes. Mistura fatos corretos com o inevitável “envelopinho” da mentira, embrulhado em celofane de indignação moral. Tática vetusta, já o sabemos. Está nas páginas do Gênesis, quando a Serpente, com voz melíflua e olhos de quem tudo compreende, sussurrou a Eva a primeira das grandes falsidades da nossa desventurada espécie depois de dizer-lhe uma ou outra verdade. Assim, procede o moderno sofista: diz parte da verdade para melhor sepultar o resto. E nós, pobres mortais, continuamos a morder a maçã.
@FlaviaMSoares76@carmemc7 Não se engane. Já ouvi de gente que trabalhava no palácio em 2021 que ela era intragável, vingativa e rancorosa. Acrescente uma ambição desmedida e um ego incontrolável e vc terá uma mistura explosiva.