A pesquisa de hoje da CNT, a que mais acertou nas duas últimas eleições. Votos válidos. Lula está perto de vencer no 1° turno. Margem de erro é de 2,2%.
Vá votar e leve mais um, pelo menos. Podemos acabar com isso no 1° turno. NÃO FALHE AGORA!
Ontem, para fazer bombar sua live após correr do debate, uma das palavras-chave que Flávio usou para ativar os algoritmos foi “Ustra”. Um candidato a presidente do Brasil, usar Ustra para atrair eleitores é inominável. Quem foi Ustra nas palavras de João Moreira Salles, fundador da Piauí e herdeiro do Itaú. Volto no final.
“É o caso, então, de olhar de perto para a trajetória de Brilhante Ustra. Não toda, apenas as passagens sustentadas por provas, decisões da Justiça e investigações oficiais. É um exercício penoso, do qual, no entanto, não deveria se eximir quem dá respaldo simbólico ao campo que celebra a vida deste homem.
Edgar de Aquino Duarte: ex-militar, dono de uma pequena imobiliária e corretor da Bolsa de Valores, atividades a que passou a se dedicar depois de deixar a militância política. O fato de não participar da resistência ao regime desde 1968 – levava a vida civil sob um pseudônimo para evitar a prisão – não impediu que, em 1971, fosse sequestrado e preso pela repressão. Ficaria no cárcere até 1973. A partir daí, não se conhece seu paradeiro.
Em 23 de outubro de 2012, a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) de sequestro e desaparecimento de Duarte foi integralmente recebida pelo juiz federal Hélio Egydio de Matos Nogueira: “No caso dos autos, o acusado” – Brilhante Ustra – “foi o autor e possuía o domínio do fato criminoso consistente na privação ilegal da liberdade de Edgar de Aquino Duarte [...] nas dependências do Deops/SP, de onde a vítima desapareceu.”
Família Teles: em 1972, Maria Amélia de Almeida Teles, o marido, César Teles, e a irmã Criméia de Almeida, grávida de 8 meses, foram presos e torturados no DOI-Codi de São Paulo, que Ustra comandou de 1970 a 1974. A Justiça de São Paulo reconheceu o coronel como responsável pelas sevícias.
Na época, os filhos do casal também ficaram em poder dos militares. Sobre uma certa tenente Neuza, acusada de os haver sequestrado, Maria Amélia declarou ao MPF: “Esta policial foi uma das sequestradoras dos meus filhos de 5 e 4 anos [...] Eu tinha visto no DOI-Codi/SP, no final de 1972, vésperas do ano novo, esta policial que circulava na parte superior daquele prédio, juntamente com o comandante Carlos Alberto Brilhante Ustra. Foi ela que entregou meus filhos ao Ustra, que os levou até a sala onde eu estava na ‘cadeira de dragão’.”
Em 2014, o STJ confirmou a decisão da Justiça de SP e reconheceu que o coronel praticou torturas durante o regime militar.
Luiz Eduardo da Rocha Merlino: o jornalista foi morto no DOI-Codi em 1971. Tinha 22 anos. Diz a sentença da 20ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo que a ação foi ajuizada contra o coronel “em decorrência de espancamento e atos outros de tortura comandados e praticados diretamente pelo requerido”, ou seja, por Brilhante Ustra.
De acordo com a juíza Claudia de Lima Menge, “a prova oral deu integral respaldo ao relato [...] Narraram as testemunhas a dinâmica dos eventos, a elevada brutalidade dos espancamentos a que foi submetido o companheiro e irmão das autoras, que o levaram à morte, ora sob comando, ora sob atuação direta do requerido, na qualidade de comandante do DOI-Codi e da Oban (Operação Bandeirante)”.
De uma testemunha, Laurindo Martins Junqueira Filho: “Ustra era o comandante da unidade e assistiu à minha tortura, assistiu à tortura do companheiro que estava comigo. Ele não viu o Luiz Eduardo sendo torturado, mas ele era o comandante da unidade de tortura e orientava essa tortura pessoalmente.”
De outra testemunha, Leane Ferreira de Almeida: “Ouvi os gritos de Luiz Eduardo durante três dias, durante o período em que as equipes comandadas pelo major Ustra o torturaram.”
Esses são alguns dos predicados de Brilhante Ustra. Há base judicial particularmente forte para chamá-lo de torturador. Não se trata, assim, apenas de uma qualificação política ou historiográfica. A Justiça o reconheceu como tal.”
Pode um presidente apelar a este monstro para ganhar votos? Não dá gente! 🤮
Ontem falei da preocupação com o cartão de crédito, pois os juros são indecentes.
Hoje meus adversários acordam para defender os bilionários donos de operadoras desses cartões. Claro que sei da importância do crédito para a vida das famílias. Cada cidadão tem o direito de ter quantos cartões de crédito quiser.
O que não aceito é que bancos enviem para a casa das pessoas sem que elas tenham solicitado. Vamos acabar com essa prática e com os juros abusivos no Brasil.
Nota à Imprensa. Peço, por favor, que compartilhem:
“A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura.
A liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos ordinários e constitucionalmente protegidos do debate democrático. Tratar uma opinião incisiva e uma hipérbole retórica como se fossem a divulgação de um "fato objetivamente falso" subverte a finalidade do combate à desinformação, transformando o aparato judicial em um escudo de conveniência contra o livre escrutínio público, agravado pela ameaça de uma multa de R$ 30.000,00.
Por essa razão, informamos que serão interpostos todos os recursos cabíveis para reverter a decisão e resguardar o direito à livre manifestação. O ambiente democrático exige resiliência, sendo no mínimo irônico que a máquina jurisdicional precise ser acionada em caráter de urgência para proteger a suscetibilidade de quem, ao que tudo indica, ofende-se ao ver a própria insegurança projetada na opinião pública.”
Lucas Mourão - @lucasmourao_
André Matheus - @andrematheus85
Rodrigo Rollemberg - @rodrigorc72
Deputado Frederico Dávila, bolsonarista, apoiador de Flávio Bolsonaro:
“O Papa é um vagabundo.”
É assim, como essa gente ofendendo padres, arcebispos e o Papa da TRIBUNA, à luz do dia, que Flávio vai governar.
Vocês acham mesmo que eles apoiam de graça ou tem uma pauta contra os católicos?
Aquela arrogante e despreparada que se apresenta como a czarina da Economia caso Flávio ganhe, já avisou: a Argentina é o modelo deles. Preste atenção. Depois não diga que foi surpreendido.
'Nosso senador': Flávio Bolsonaro mandou emenda a miliciano condenado no caso Marielle. A @revistapiaui revela troca de mensagens de Robson Calixto, o Peixe, com o gabinete do Senador. Emenda tem indício de irregularidade. https://t.co/EeLtXZms1a
Flávio Bolsonaro mandando dinheiro de emenda parlamentar para miliciano?
Isso aqui é gravíssimo! Mas vocês não verão como manchetona do Estadão, O Globo e Folha!
A máscara do líder da Flapress caiu de forma insofismável.
Parece aquela música da Elis Regina.
Cai o rei de Espadas🎶🎶
Cai o rei de Ouros
🎶🎶Cai o rei de Paus
Cai não fica nada
Cai não fica nada🎶🎶
Cai não fica nada
🎶🎶Cai não fica nada
Cai não fica nada
Cai não fica nada🎶🎶
Cai não fica nada
Espalhem as 12 mentiras de Flávio.
O levantamento do Aos Fatos aponta que Flávio Bolsonaro mentiu reiteradamente ao negar qualquer relação sua ou da família com Daniel Vorcaro e o Banco Master, tentando jogar o escândalo no governo Lula. Depois das mensagens e do áudio divulgados pelo Intercept Brasil (pedido de dinheiro para o filme Dark Horse e tom de proximidade, como “estou e estarei contigo sempre”), ele admitiu o contato e o financiamento privado, justificando as negações anteriores por cláusula de confidencialidade.
Aqui está a enumeração das 12 ocasiões compiladas:
1. 13 de maio de 2026 (coletiva após encontro com Fachin): Gargalhou, chamou o repórter do Intercept de “militante” e disse “É mentira, pelo amor de Deus, de onde você tirou isso?” sobre o financiamento de Vorcaro ao filme. Depois repetiu “é dinheiro privado”.
2. 5 de maio e 19 de abril de 2026 (posts nas redes): Repetiu o bordão “O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, sugerindo que a família não tinha relação com o caso.
3. 9 de maio de 2026 (entrevista): Disse que a esquerda tenta criar narrativas vinculando Bolsonaro ao Master, “só que não dá liga. Não foi o Bolsonaro que se reuniu escondidinho com o Vorcaro […], foi o Lula”.
4. 1º de maio de 2026 (Jovem Pan News): Afirmou que o caso Master, “se impactar alguém, vai impactar esse atual governo” e que “a gente não tem relação nenhuma com esses criminosos”.
5. 27 de abril de 2026 (nota à CNN Brasil): “Mentira tem perna curta e nove dedos. Quem se encontrou com Daniel Vorcaro no escurinho do Palácio do Alvorada foi o Lula, não o Bolsonaro. O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”.
6. 16 de abril de 2026 (Jovem Pan News): “Mais uma vez, eu não encontro o nome de Bolsonaro em nenhuma lista dessas, em nada que possa ter algum envolvimento com o Banco Master”.
7. 6 de abril de 2026 (podcast Inteligência Ltda.): Classificou a tentativa de vincular o governo Bolsonaro ao Master como “uma loucura”.
8. 24 de março de 2026 (CNN Brasil): Disse que é preciso “combater essa narrativa falsa tentando vincular Bolsonaro e a direita ao caso do Banco Master, que não tem absolutamente nada a ver” e que “essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”.
9. 23 de março de 2026 (redes):
Questionado se a delação de Vorcaro poderia atingir a direita, respondeu: “Não pode atingir a direita, porque você não pode continuar com essa narrativa falsa que o Lula tem criado de querer nos vincular a isso”.
10. 16 de março de 2026: Após a jornalista Mônica Bergamo informar que a CPI do INSS encontrou o contato de Flávio no celular de Vorcaro, ele disse que nunca teve contato com o banqueiro e que “o meu número de telefone não é propriamente um segredo”.
11. 13 de fevereiro de 2026 (programa Pânico, Jovem Pan): Afirmou que o caso Master “está causando nojo em todo mundo” e que “está acontecendo durante o governo Lula”.
12. Outras declarações no mesmo período (novembro de 2025 em diante) reiterando que não havia vínculo e que o escândalo era exclusivo do governo atual.
Depois das provas, Flávio passou a dizer que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024 (as mensagens são de setembro-novembro de 2025) e que o financiamento era apenas privado para o filme, sem dinheiro público.
O Aos Fatos destaca que o Master recebeu recursos de fundos de pensão e emendas parlamentares, deixou rombo em banco público, o que torna a afirmação de “zero dinheiro público” questionável.