Aí você vai ler a matéria e descobre que a tal “irregularidade” é, ao que tudo indica, erro de preenchimento.
O bar tem autorização para receber até 500 pessoas em zona urbana, mas por algum motivo a atividade foi cadastrada como hipódromo.
É o tipo de inconsistência burocrática bem comum. Tanto que a própria prefeitura tratou assim: lavrou um termo de orientação, uma medida leve, sem multa, justamente para regularizar.
Sobre o PSIU, a fiscalização foi feita seis vezes, em horários diferentes, e só em uma delas houve registro fora dos parâmetros. Isso sugere que o bar provavelmente tem algum nível de tratamento acústico. Se não tivesse, o padrão seria de infrações recorrentes, não um caso isolado…
Agora alguém acha mesmo que perfil militante de ex-BBB vai ler a matéria inteira? Nem devem assinar o Estadão, param no paywall e ficam só no título.