Sobre a baixa venda de ingressos.
Muita gente tem falado que a situação sucessória do Botafogo está resolvida. E que isso seria um bom motivo para a torcida do Botafogo estar confiante.
Acho que vale conversar mais sobre esse assunto, mas eu preciso fazer uma introdução antes.
Textor teve uma gestão extremamente personalista, estava o tempo todo no ar, seja com polêmicas, seja com contratações. No início, era número e qualidade, depois, tivemos apenas uma fila de pangarés.
Mas era a cara do Textor que estava lá. Agora, por enquanto, há a GDA ativamente participando da gestão, sem ainda assumir.
Em suma: não há rosto no futebol do Botafogo após anos de um dono que gostava de atenção.
Tudo indica que, agora em agosto, isso mude. Mas até depois de mudar, há ainda um longo caminho pela frente. Não são todos os viciados que nem vocês que acordam com a live do Fogãonet e ficam esperando o vídeo do TF na madrugada. A informação demora a circular.
Além disso, médias de público não costumam subir rapidamente. É, em geral, um processo. E lembre-se de que o último jogo de bom público do Botafogo não teve um bom resultado.
Para finalizar, acredito que a campanha do Botafogo no Brasileiro melhore e isso faça a média subir um pouco. Enquanto na Sulamericana, a próxima rodada deve ter um excelente público - nessa eu não acredito.
E falo isso sem saber como está a questão dos ingressos: continuam com aquela palhaçada de não abrir a Oeste Superior e a Norte?
Enfim, é melhor diminuir as expectativas.
Se o Brasil fosse um país sério, Nikolas Ferreira já tinha perdido o mandato por tanta fake news que ele publica. 700 mil mortos na pandemia, vacinas salvaram milhares de vidas, mas ele insiste na falácia da cloroquina.
como já falei algumas vezes aqui no meu perfil, sou amigo de um primo do almada que mora em rosário. já não aguento mais essas notícias falando que ele vai jogar no flamengo, então fui perguntar a ele se realmente o almada vai jogar no CRF.
As propostas do Renan sempre parecem vazias como as do Adolfo Bohrges.
"Vou reduzir homicídios com o projeto 'Menos Homicídios', que visa reduzir o número de homicídios. Para que as pessoas não matem mais."
05 anos de uma das medalhas mais surpreendentes da história do esporte brasileiro
Luiza e Laura nem estavam classificadas para Tóquio-2020 até a semana dos Jogos. Não treinaram juntas e sairam com o bronze.
Esse ponto final me arrepia em níveis inimagináveis
Esse é o verdadeiro custo de vida de uma família de classe média em uma grande capital brasileira.
Sem luxo extravagante.
Apenas moradia em uma região segura, escola particular, plano de saúde, alimentação, transporte, atividade física, ajuda doméstica e algum lazer.
A conta chega a R$ 26.380 por mês.
E ainda não inclui férias, roupas, medicamentos, manutenção do carro, IPVA, presentes, imprevistos ou formação de patrimônio.
Para sustentar esse padrão sem viver no limite, uma família precisa receber algo próximo de R$ 35 mil líquidos por mês — além de poupar para o futuro.
Estatisticamente, essa renda coloca a família entre as maiores do país.
Mas, na vida real de uma capital, ela não se sente rica.
Esse é o paradoxo brasileiro:
Renda de elite para manter uma vida percebida apenas como classe média.
E é por isso que acredito que o interior seja uma alternativa para uma vida muito mais próspera.
Com um custo de vida menor, é possível morar melhor, ter mais tempo com a família, poupar mais e transformar renda em patrimônio.
Principalmente para quem consegue trabalhar, empreender ou prestar serviços sem depender dos grandes centros.