Paraguai parecia um time que se conheceu na hora do jogo, na estreia. E despede-se muito honrosamente contra o melhor time da competição. Quem critica a postura de hoje deve se questionar se compreende o jogo e a vida
Gustavo Alfaro, técnico do Paraguai, após a derrota para França.
"Eu disse aos jogadores: 'Vamos enfrentar jogadores que brigam pela Bola de Ouro, pela artilharia histórica do Mundial'. Nós temos garotos que não conheceram seus pais. Que passaram por dramas severos. Mas apesar de tudo, nós podemos. Antes, Galarza não podia jogar no River, mas pode jogar contra Alemanha e França. Ele pode jogar em qualquer equipe do mundo. O Gill teve que vender suas roupas para salvar a vida da filha. Que equipe do mundo não quer ter um goleiro como ele?
Eu queria tentar uma revolução no Paraguai. Podíamos fazê-la através do Mundial. Queria chegar mais longe, era algo que senti internamente, por isso morro com essa dor."
📽️ @DSports
▪️ Repórter: “Qual é a principal conclusão de Zlatan Ibrahimović sobre esta Copa do Mundo até agora?”
🗣️ Zlatan Ibrahimović: “O futebol sul-americano continua sendo a maior referência do mundo.”
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Emerse Faé, técnico da Costa do Marfim, não mediu palavras ao comentar a fala de Bastian Schweinsteiger sobre o futebol africano, considerado por ele "um pouco selvagem, não convencional e talvez não condicionado pela tática".
"Quando ouvi esse comentário, fiquei decepcionado. Decepcionado com o homem. Quando você conhece tanto de futebol quanto ele, é estranho que ele fale de uma forma que podemos chamar de racista, se vamos dar nome aos bois".