As 7 magníficas do Brasil:
-Mercado Livre
-Nubank
-WEG
-BTG Pactual
-Raia Drogasil
-Localiza
-Itaú.
Tradução do arquivo caso você queira:
Brasil Magnificent 7
O grupo “Magnificent 7” dos EUA (introduzido por Michael Hartnett em 2023 — veja o relatório The Flow Show) se destaca por sua escala, execução e exposição a tendências estruturais de crescimento (principalmente em tecnologia).
Queremos introduzir essa ideia no universo de ações brasileiro, então fizemos um filtro para encontrar ações com a combinação mais forte de crescimento, escala e rentabilidade.
Nosso filtro quantitativo de ações do “Brazilian Magnificent 7” inclui:
Mercado Livre, Nubank, WEG, BTG Pactual, Raia Drogasil, Localiza e Itaú.
Veja os Gráficos 4 e 5.
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Gráfico 4: BTG e Itaú impulsionaram os retornos do Brazil Magnificent 7 nos últimos 4 anos
Nosso filtro do “Brazil Mag 7” compara os retornos totais simples médios em BRL vs. Selic desde dez/2021.
Veja a metodologia para detalhes.
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Gráfico 5: Nvidia impulsionou os retornos do Magnificent 7 dos EUA desde 2021
Retorno total em USD (média simples do filtro), acumulado desde dez/2021.
Veja a metodologia para detalhes.
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Fonte: BofA Global Research, Bloomberg
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Veja a metodologia em nosso relatório: Brazil’s Magnificent 7
Os 7 Inesquecíveis do Brasil
Também filtramos outro grupo de empresas de grande porte que talvez não ofereçam o mesmo perfil de crescimento, mas que são líderes de mercado em setores maduros, como energia, mineração e bens de consumo básicos.
Essas empresas são fortes geradoras de fluxo de caixa, negociam a preços mais baratos do que o grupo Mag 7 e podem se sair bem em um cenário de juros em alta, quando estratégias orientadas a valor tendem a performar melhor.
Chamamos esse grupo de “Unforgettable 7”:
Petrobras, Vale, JBS, Banco do Brasil, Ambev, Bradesco e Gerdau.
Veja o relatório Brazil’s Magnificent 7 para detalhes sobre nossos filtros e metodologia.
A Sociedade Esportiva Palmeiras manifesta repúdio à conduta da atual gestão do Clube de Regatas do Flamengo, que, por meio de liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, travou o repasse de R$ 77 milhões referente a uma das parcelas do contrato firmado entre os clubes da Libra (Liga do Futebol Brasileiro) e a TV Globo sobre os ganhos com a audiência.
Ao obstruir de forma contraditória e indevida o fluxo desses recursos, a estratégia do clube carioca se revela predatória e torpe, pois busca asfixiar financeiramente as demais instituições que constituem o bloco, algumas delas em situação de dificuldade, a fim de subjugá-las e extrair ainda mais benefícios individuais.
Cabe ressaltar que o Palmeiras tem lugar de fala para se manifestar sobre o tema; afinal, além de equilibrado economicamente, seria um dos beneficiados diretos caso prosperasse a alteração pleiteada pela atual gestão do Flamengo. Entretanto, o Palmeiras compreende que não joga sozinho e, por isso, defende o crescimento coletivo do futebol brasileiro.
A postura prepotente e dolosa da atual gestão do Flamengo, infelizmente, não surpreende. Trata-se do mesmo grupo político que, no início do ano, recusou-se a assinar o manifesto da Libra que cobrava providências no combate ao racismo nos gramados sul-americanos.
Clube brasileiro com mais títulos nacionais, o Palmeiras trabalha pela construção de um futuro sustentável para todos. Confiamos que a Justiça do Rio de Janeiro logo perceberá as reais intenções por trás das ações do Flamengo – inclusive concluindo que os prejudicados pela liminar foram, na verdade, os demais clubes da Libra – e restabelecerá a legalidade do acordo vigente entre o grupo e a TV Globo, de modo a preservar o espírito de cooperação que deve nortear o esporte.