tranquilidade tendo consciência dessa aparente contradição entre a fé cristã e sua prática homossexual pública. Às vezes parece que o que atrai essas pessoas à Igreja é apenas a estética de retiros, roupas e coisas do tipo, mas não a doutrina em si.
Nós últimos meses eu estou observando algo curioso nas redes sociais:
Homens católicos que sempre postam fotos na igreja, em missas, grupos de oração, rezando o terço com Frei Gilson, etc., e postam também seu relacionamento homossexual com outro homem. Isso soa como algo +
2359: "As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes [...] podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã."
Minha questão a respeito disso: não imagino como um católico homossexual praticante consegue viver com +
@cassioolivveira@brunoguzzo Eu trabalho na 6x1 atualmente, minha folga é no domingo, e sinceramente eu prefiro trabalhar a mais de segunda a sexta feira do que ter que trabalhar no sábado.
A proposta do deputado Hugo Motta de elevar para 35% o teor de etanol anidro misturado à gasolina soa, à primeira vista, como um passo patriótico. O discurso é bonito: menos dependência do petróleo estrangeiro, mais sustentabilidade, mais renda para o setor sucroenergético. Mas quando a poeira do marketing político baixa, o que resta é um cálculo frio, e o resultado desse cálculo mostra que alguém vai pagar a conta. E esse alguém é o motorista comum que ainda tem carro só a gasolina.
A química não se comove com discursos. O etanol tem cerca de um terço menos energia por litro do que a gasolina. Quando se aumenta o teor alcoólico da mistura, cada litro de combustível passa a render menos. Nos carros flex, o sistema eletrônico ajusta a queima; nos carros antigos ou puramente a gasolina, o motor trabalha fora do ponto ideal. O resultado é simples: maior consumo, menor desempenho e desgaste prematuro de componentes que nunca foram feitos para lidar com tanto álcool.
Hoje, o Brasil tem aproximadamente 5,1 milhões de veículos que rodam apenas a gasolina. Se cada um deles rodar 12 mil quilômetros por ano, consumindo 10 km por litro, e a eficiência cair entre 3 % e 5 % por causa da nova mistura, o aumento de gasto em combustível será de R$ 216 a R$ 360 por ano por veículo. Somando a isso a manutenção extra provocada pelo efeito corrosivo e higroscópico do etanol, cerca de R$ 300 por ano em média, o prejuízo individual chega facilmente a R$ 500 a R$ 650 anuais. Multiplique isso pela frota afetada e o resultado é um rombo coletivo de R$ 2,6 a R$ 3,4 bilhões por ano.
Esse dinheiro não aparece em planilha de orçamento público nem em balanço energético. Ele desaparece silenciosamente no consumo extra de combustível, na troca antecipada de bomba, bico, filtro e vela. É uma drenagem pulverizada, que o motorista sente no bolso, mas não identifica como política pública.
Os defensores do aumento afirmam que isso reduziria a dependência do Brasil em relação ao petróleo, principalmente em tempos de instabilidade no Oriente Médio. Pode até ser verdade. Mas há uma diferença entre uma política energética responsável e uma transferência de custo mascarada. O que se propõe é, na prática, subsidiar o setor do etanol à custa de milhões de consumidores que compraram carros projetados para outro padrão de combustível.
Se o objetivo é diminuir a dependência do petróleo, o caminho passa por transparência, planejamento técnico e compensação justa. Que se estabeleça um cronograma de transição, testes de compatibilidade, incentivos à adaptação dos motores e esclarecimento público dos impactos. O que não se pode é esconder uma fatura bilionária atrás de slogans ambientais.
O aumento do teor de etanol pode parecer pequeno no papel, apenas “cinco pontinhos” a mais, mas para quem entende de física, mecânica e economia, sabe-se que esses cinco pontos custam caro. É a diferença entre uma política verde de verdade e uma jogada populista pintada de verde. O combustível pode até ficar mais “limpo” nos discursos, mas o motor e o bolso de milhões de brasileiros sairão mais sujos do que nunca.
23:00 e o meu gás acabou quando eu estava preparando a última refeição do dia, agora vou ter que dormir com fome, não estava esperando com mais esse gasto 😭😭
acho que o dia que eu trouxe mais orgulho e alegria pros meus pais foi quando eu cheguei pra eles e falei:
"deixei de ser vegana"
meu pai fez um churrasco pra comemorar. ele me assistia comer carne com gosto, numa felicidade