Sugiro ao corinthiano olhar esse ranking com calma.
Faço o alerta que o texto não será curto, mas do tamanho proporcional à complexidade em que nossa maior paixão se encontra.
Leia com atenção, reflita com razão, com o seu coração corinthiano e forme seu próprio juízo.
Os cinco primeiros colocados do ranking tem histórias completamente diferentes, mas todos tem em comum que em algum momento alinharam capital, comando, governança e, consequentemente, os INCENTIVOS CORRETOS.
Athletico com Petraglia. Flamengo com um grupo profissional de mercado desde o seu turn around. Bahia e Cruzeiro com capitalização inorgânica e gestão profissional. Palmeiras com Paulo Nobre e, depois, Leila, mantendo cultura empresarial e disciplina financeira.
Não há mágica para salvar e recolocar o Corinthians no topo. Existe apenas a necessidade de construir uma estrutura em que os incentivos apropriados prevaleçam.
Dito isso, importante dizer que todos esses clubes carregam riscos de sucessão, captura futura, troca de controlador ou perda de alinhamento.
O modelo associativo depende de encontrar, repetidamente, pessoas extraordinárias e honestas nos ciclos políticos. A SAF de dono depende de encontrar o dono certo (e do próximo dono também).
Ambos podem funcionar, mas carregam fragilidades importantes, pois dependem da aleatoriedade futura.
O Corinthians, porém, parte de uma realidade gravíssima e sem paralelos.
Somos líderes nacionais em dívida, patrimônio líquido negativo, comprometimento do caixa com despesas financeiras, crise institucional e um nível de captura política e econômica sem precedentes.
A instituição está em estado crítico que inviabiliza resgate sem ruptura e a SAFIEL nasceu exatamente desse diagnóstico.
Não para vender o Corinthians a um único dono, não para depender de um salvador e, óbvio, não para preservar um modelo associativo que, pela natureza de seus incentivos, é vulnerável à captura política e econômica.
A proposta é de capitalização bilionária, torcida como sócia, conselho de administração independente, gestão executiva profissional e estatutariamente independente, separação entre poder político e poder econômico e uma série de mecanismos objetivos de governança para reduzir drasticamente o risco de capturas.
O ponto central, portanto, não é SAF sim ou SAF não. A pergunta que todo corinthiano deve se fazer é:
Qual modelo é capaz de recapitalizar o clube, profissionalizar (de fato e definitivamente) a gestão do futebol e impedir que o Corinthians volte a ser sequestrado por pessoas ou grupos, sem abrir mão da nossa identidade?
Clubes de futebol não quebram apenas por falta de dinheiro, mas quando os incentivos errados prevalecem e se enraízam.
A SAFIEL é, antes de tudo, uma tentativa de resolver esse problema substituindo a dependência de pessoas por instituições, criar freios e contrapesos permanentes e fazer com que o Corinthians deixe de depender da virtude de pessoas/dirigentes para depender da força de sua governança.
Reflita.
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É inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos, como fica claro no documento enviado hoje por um de seus integrantes ao governo norte-americano.
Nós sempre vamos dialogar de igual pra igual com qualquer nação do mundo.
Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois.
O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros.
Defender o fim do Mercosul, o bloco econômico mais importante da América Latina e que acaba de firmar um acordo histórico com a União Europeia, é outro ataque ao interesse do povo brasileiro.
Como se não bastasse, querem entregar o Pix a interesses estrangeiros. Não vão conseguir. O Pix é uma conquista do Brasil e não vamos abrir mão dele.
Nossa Pátria não está à venda. Nossa soberania é inegociável. O Brasil é dos brasileiros.
@bicudoT9999@will_cascaes@mengaorcomics então não palpita sobre o futebol do cara, vampeta jogasse hoje em dia, era ele e +10 na seleção, pode ter certeza absoluta disso.
sem contar que estaria em um gigante europeu, assim como jogou.
@alonsoduvoisin@alambradoraiz o problema tá aí, sai os cara ganhando 2,5 m 3m
e vem 5,6 jogadores que também vai ocupar esse valor na folha salarial e não vai agregar em nada.
Roger,jhonatan cafu, léo natel, manuel,araos,cazares, jhonatan centroavante, everaldo, e por aí vai a lista é imensa..
@dcsouzadns@FielNaAlma@Vessoni não tem solução por quem causou o problema. esquece isso é só pra passar o tempo até chegar o dia de colapsar, ou da intervenção, pq ambos vai acontecer em breve breve.
@ropsantosccp@SeLigaFiel não incomoda até onde não ser sua filha, sua esposa, sua mãe, sua irmã..
a partir do momento que atingir essas, aí terá incomodo. e o nome disso é hipocrisia.
@JottaLira7@Corinthians 22 milhões vai mudar completamente a história financeira do Corinthians né? que deve 3.3 bilhões,
vai toma no cu, antes que eu me esqueça
@lucassbastin@bibliavascaina tem pessoas perdendo a vida por tudo, por coisas mais bestas que bet, o acéfalo.
as pessoas que eu conheço que perdeu dinheiro em aposta é tudo em tigrinho,aviãozinho,roleta.
nunca em futebol, que coisa não?
⚖️ | O Corinthians enviou, neste sábado, uma notificação extrajudicial à Futebol Forte União (FFU) e à Sports Media, investidora do grupo, manifestando formalmente sua preocupação com a estrutura jurídica e concorrencial da liga diante de uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão federal, responsável por fiscalizar o tema no Brasil, publicada nesta quinta-feira.
O Meu Timão teve acesso ao conteúdo da notificação, assinada pelo presidente Osmar Stabile. No documento, o Corinthians expressa receio institucional em relação à decisão da Superintendência-Geral do Cade, que impôs, por meio de liminar, uma medida preventiva determinando que a Sports Media se abstenha de criar obstáculos à saída de clubes da FFU. A medida foi acompanhada de multa diária de R$ 250 mil em caso de descumprimento.
A notificação segue afirmando que a decisão do Cade, ainda que de caráter preliminar, desperta "séria preocupação" do clube quanto à compatibilidade da estrutura da FFU e dos arranjos a ela vinculados com a legislação de defesa da concorrência , em especial à Lei nº 12.529/2011, que estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e proíbe condutas que limitem ou prejudiquem a livre concorrência, como a imposição de barreiras artificiais à saída de agentes de um arranjo de mercado.
Em seguida, o Corinthians declara que não pode negociar seus direitos em conjunto com um ente associativo que não observe integralmente a legislação concorrencial. A plena regularidade concorrencial é descrita no documento como "condição inafastável" para que o clube siga participando das negociações coletivas de direitos.
Com base nisso, o clube pediu esclarecimentos sobre quais providências a FFU e a Sports Media adotarão para adequar a estrutura às exigências da lei e ao que determinou o Cade, reforçando que poderá tomar as medidas que julgar cabíveis para resguardar seus interesses.
📸 @itsliim_a / Meu Timão
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