O Haaland coloca em prática um ensinamento que o Romário sempre fala sobre ser atacante, mas muita gente acha que é arrogância, preguiça ou deboche.
Romário diz que ser atacante não tem a ver com correr, se movimentar ou se desgastar. Pelo contrário, quem corre é a bola e o resto do time. Não o atacante.
Para ele, ser atacante é estar no lugar certo e descansado. Só. É saber se posicionar e ter a energia e a explosão necessária para fazer o gol.
E foi exatamente o que a gente viu ontem do Haaland. Ele anda em campo. Quase não pega na bola. Mal se movimenta a ponto da gente achar que ele sequer está jogando. A gente acha que ele está jogando mal. Que aquele não é e não será o dia dele.
Até que chega uma bola. E é só o que ele precisa. E aí ele cresce. E a gente morre. E sobra outra.
Um monstro que tem mais gols que jogos em sua seleção. Como Romário que fez mais de mil gols na carreira.
E a gente tem um tal de Neymar que prefere arrumar briga nos últimos minutos quando a gente tinha um último fôlego pra empatar.
Que diferença, não?
Mundial 2006: Seremos Hexa
Mundial 2010: Seremos Hexa
Mundial 2014: Seremos Hexa
Mundial 2018: Seremos Hexa
Mundial 2022: Seremos Hexa
Mundial 2026: Seremos Hexa
O último lance do jogo é nosso “Craque” da seleção sai assim, zoando o goleiro.
Na cabeça egocêntrica, acho que a copa dele já está feita.
Pra os babões, ele foi um gênio.
Na realidade? Uma criança patética.
Parabéns.
Bizarro.
Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
Perfeito a Fernanda!
Assume a responsabilidade de protagonista ou assume que nasceu pra ser coadjuvante.
“Ah, mas foi definido antes”
Não pode! Se não tem um especialista, quem tem que assumir essa responsabilidade é o “craque” do time.
Sabe o que é foda? Essa geração foi moldada para ser coadjuvante do Neymar.
Todo mundo sempre jogou a responsabilidade para o Neymar resolver, na hora que precisa de protagonismo sem o Neymar, não tem um pra assumir essa responsabilidade.
Mbappe decisivo
Messi decisivo
Haaland decisivo
Cristiano Ronaldo decisivo
Harry kane decisivo
Aí na minha vez o Bola de ouro man deixa o pênalti decisivo pro volante do Newcastle bater