Sorriu um pouco mais — sem realmente exagerar quando os lábios curvaram — ao notar o rubor na face alheia. “Naturalmente, você não deve andar com um espelho na sua bolsa. De nada.”
Abaixou o olhar só o suficiente para capturar a maneira como suas bochechas curvavam e permitiu que o sorriso mínimo continuasse nos lábios. “Sabe que algumas pessoas chamam isso de falha genética?” Referenciou as covinhas com a cabeça.