🚨🇧🇷Jão esgota ingressos de show 360º no Nubank Parque e se torna o primeiro artista pop brasileiro da história a utilizar a capacidade total do estádio.
"Eu entendo que, hoje eu trato o relacionamento de uma forma muito mais cotidiana e vendo nossa construção da nossa vida como é bonita, sabe? E de enxergar o detalhe no café da manhã, e de enxergar o detalhe na conversa antes de dormir. […] Eu conversando com a mãe dele, ele conversando com a minha. Eu acho isso mais bonito." – Jão falando sobre seu relacionamento com Pedro Tófani.
Nunca vou achar normal isso, de verdade. Ingressos esgotados em 10 minutos e o maior público que esse estádio já recebeu. Eu quase tive um colapso antes de anunciar esse show. Ficar um ano e meio fora, do jeito que funciona nosso mercado, gera todo tipo de pensamento. Mas estamos aqui de novo e eu não vejo a hora de pisar nesse palco. Vai ser o show das nossas vidas!
Jão estreou TODAS as faixas do “Memórias Póstumas” no Top 100 do @SpotifyBrasil! 💚
#9 Catedral
#12 Aurora
#14 Por Você
#16 O Amor
#21 Literatura
#25 Eu Sempre Volto
#26 João
#38 Jabuticabeira
#42 Tudo Me Lembra
#44 Coincidências
#51 O Arquiteto
#55 Passeios Noturnos
#63 Memórias Póstumas
#68 Curioso
Jão fala sobre a morte do pai, Alberto Balbino, e como tem lidado com a perda:
“Foi num dia idiota. Uma terça-feira, meio-dia, de sol. Nada incomum. Nenhum sinal, nenhum aviso. Nem o café estava amargo. Estava tudo certo. Aconteceu. Minha irmã me ligou e a ruptura aconteceu assim. O rasgo aconteceu. E estou lidando com ele até agora.
Eu estou lidando com o dia. E esse foi o meu trato comigo mesmo. Quando eu comecei a pensar no que ia ter adiante, no quando minha casa ficasse pronta, no quando eu tivesse um filho, no quando eu estivesse fazendo o show de 30 anos da minha carreira, isso tudo começou a me destruir. Porque nenhuma dessas coisas teria ele.
Então, eu comecei a lidar com o dia. E acho que esse álbum foi muito importante para mim nesse sentido. Eu tinha o meu álbum para fazer. Então eu fazia o álbum, criava uma rotina em que eu existia ali.
Mas é muito isolante. É muito isolador, na verdade, né? Porque nós perdemos pessoas diferentes, apesar de ser a mesma pessoa. Então, eu não consigo ajudar minha mãe, porque ela perdeu o marido dela e o melhor amigo dela. E ela não consegue me ajudar, porque eu perdi meu pai. E eu e minha irmã temos a maior confluência da pessoa que perdemos, mas, ao mesmo tempo, quem ele era para ela também não era igual ao que ele era para mim. Então, é bem confuso.”