“Don’t look up" don’t look anywhere at at all ( the mantra of the ruling class)
Não olhe para cima, não olhe para lugar nenhum (o mantra da classe dominante).
Ontem à noite ouvi o Milhazes a perorar na TV. Está a adaptar o seu discurso à realidade no terreno. Os conversos têm uma especial habilidade para torcerem a espinha. Descobriu agora que os defensores dos "valores europeus" e da Democracia são afinal uma corja de corruptos. Tarde piaste.
Tive a honra de participar, ontem, no fórum "Dialog on Fakes 3.0", realizado em Moscovo.
Tive participação em dois painéis.
No primeiro, às 10h30, apresentei o quadro da desinformação em Portugal de uma forma relativamente resumida (dava uma tese de doutoramento) e dividida em dois vectores.
A primeira, compreendeu a forma como o Estado Português aborda as "notícias falsas" e a "desinformação", assumindo uma abordagem paternalista e passiva, na medida em que pretende atacar conteúdos que atentem contra a democracia e as instituições - seja lá isso o que for -, ao mesmo tempo que age em função das directrizes da União Europeia sobre o que compreende a noção de desinformação que justifica a intervenção.
Na segunda, decidi mostrar a forma como o panorama da comunicação social portuguesa tem como intenção assegurar o monopólio da narrativa anti-russa a todo o custo, promovendo todo o tipo de conteúdos falsos sem rigor jornalístico e pluralismo, nem verificação de fontes, e tendo como prioridade a pura disseminação do que estiver mais à mão para fomentar a russofobia.
Neste último caso, dei como exemplo o grupo Impresa, que tem um canal de televisão (SIC) e um jornal (Expresso) onde a estratégia assenta no monopólio da russofobia primária e na disseminação de teorias da conspiração com base em fontes inexistentes de quem o faz, ao mesmo tempo que tem um projecto de verificação de factos (Polígrafo) que assobia para o lado perante tudo isto e combate moinhos de vento para atirar areia para os olhos do público.
Sem qualquer esforço, em 30 segundos, bastou procurar a última edição do Jornal da Noite onde uma dupla de teoristas da conspiração disseminaram vários conteúdos falsos, que eu expus e indiquei o porquê de serem falsos.
Falamos, assim, de um embuste nacional no combate à desinformação, que promove, na realidade, o ódio e a mentira.
Ao final do dia, tive a honra de estar presente no painel cuja foto junto agora e onde debatemos a soberania digital num ambiente multipolar.
Salazar e a sua obra
Tarrafal – o Campo da Morte Lenta (89.º aniversário)
Há 89 anos, outubro era mês e 29 o dia em que, ao Campo de Concentração do Tarrafal, chegaram 152 presos políticos, onde era mais doce a morte do que o Inferno da vida que os torturadores lhes reservavam.
It was a tremendous pleasure to finally meet a person who is a real Ambassador of Russian culture: @sashameetsrus
Alexandra also delivered a very insightful speech!
Hope to see you soon!🇷🇺🇵🇹
Israel has killed nearly 500 Palestinians in Gaza since the so-called “ceasefire.”
Despite international headlines announcing an end to the war, Israel has continued its attacks — bombing homes, aid convoys, and shelters across Gaza.
Health authorities report nearly 500 Palestinians killed and thousands more injured since the ceasefire took effect, exposing what many describe as a “ceasefire in name only.”
The United States maintains that Israel has not violated the ceasefire.
Meanwhile, Israel maintains its siege, blocking reconstruction materials, fuel, and essential aid — leaving Gaza in ruins and survivors trapped under occupation.
I am a father drained by endless displacement, unable to provide food or milk for my children. Their innocent faces plead for mercy, begging kind hearts to help. Your donation can ease their hunger, bring them warmth, and give them hope to survive 💔
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