tw: violência sexual
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Em um vídeo, Kid Milli disse que, mesmo que percebesse que o preservativo rasgou durante a relação sexual, não contaria à namorada e continuaria até o fim sem dizer nada.
Ele afirmou que um homem que avisaria a parceira sobre isso seria um hipócrita, e que a situação o excitaria ainda mais.
A SELEÇÃO DO JAPÃO TEM UM ESTUPRADOR CONFESSO QUE FOI REINTEGRADO À SUA SELEÇÃO!
Não é bait. Um cara do X descobriu que o elenco japonês incluía Kaishu Sano, jogador preso em 2024 sob suspeita de estupro. A postagem viralizou, passou de milhões de visualizações e acendeu um alerta que a federação japonesa parecia acreditar que poderia manter enterrado. Em julho de 2024, poucos dias depois de fechar uma transferência milionária para o Mainz, Sano e dois amigos foram presos após uma denúncia de estupro coletivo em um hotel em Tóquio. A vítima teria chamado a polícia imediatamente, e os homens foram encontrados nas proximidades.
Depois, o caso foi resolvido de forma privada. Não houve prosseguimento das acusações. Podemos chamar de estuprador porque logo após veio a coletiva de desculpas, veio o discurso de “erro” e veio a... reintegração à seleção!
E agora veio a convocação.
A Federação Japonesa de Futebol decidiu que esse histórico não impedia Sano de vestir a camisa da seleção. O problema é que fora do Japão muita gente não está disposta a fingir que isso é normal.
A história saiu dos círculos em espanhol, chegou ao inglês e agora volta para o Japão amplificada. Com tradução automática no X, torcedores japoneses conseguem ler em tempo real o que o mundo pensa sobre um jogador ligado a um caso de estupro coletivo representando o país.
E a reação doméstica começa a mirar não apenas o jogador, mas a própria JFA.
Porque o ponto central é esse: não se trata apenas de um atleta. Trata-se de uma instituição que parece ter tratado violência sexual como um problema de imagem, não como uma questão moral grave.
Desde que a polêmica explodiu, as contas oficiais da federação e da seleção ficaram em silêncio. Nada de explicações. Nada de posicionamento claro. Fotos cortadas, ausência de menções, controle de dano.
Só que o dano já está feito.
A ironia é brutal: atletas de outras modalidades no Japão enfrentam consequências reais por casos envolvendo maconha, enquanto um jogador ligado a um caso de violência sexual consegue voltar ao topo e vestir a camisa nacional.🇯🇵 TEM UM ESTUPRADOR REINTEGRADO À SUA SELEÇÃO!
Não é bait. Um cara do X descobriu que o elenco japonês incluía Kaishu Sano, jogador preso em 2024 sob suspeita de estupro. A postagem viralizou, passou de milhões de visualizações e acendeu um alerta que a federação japonesa parecia acreditar que poderia manter enterrado. Em julho de 2024, poucos dias depois de fechar uma transferência milionária para o Mainz, Sano e dois amigos foram presos após uma denúncia de estupro coletivo em um hotel em Tóquio. A vítima teria chamado a polícia imediatamente, e os homens foram encontrados nas proximidades.
Depois, o caso foi resolvido de forma privada. Não houve prosseguimento das acusações. Podemos chamar de estuprador porque logo após veio a coletiva de desculpas, veio o discurso de “erro” e veio a... reintegração à seleção!
E agora veio a convocação.
A Federação Japonesa de Futebol decidiu que esse histórico não impedia Sano de vestir a camisa da seleção. O problema é que fora do Japão muita gente não está disposta a fingir que isso é normal.
A história saiu dos círculos em espanhol, chegou ao inglês e agora volta para o Japão amplificada. Com tradução automática no X, torcedores japoneses conseguem ler em tempo real o que o mundo pensa sobre um jogador ligado a um caso de estupro coletivo representando o país.
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คือที่ คือถูกต้องงงงง🐸🤣👊🏻
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