O tanto que a velocidade de internet evoluiu é incrível, parece que foi ontem quando eu tinha que planejar por o jogo pra baixar de noite quando n tinha ngm usando pra pode jogar no almoço do outro dia
✅ Campeão Mundial
✅ Bicampeão da América
✅ Tricampeão Brasileiro
✅ Campeão da Copa do Brasil
✅ Campeão da Sul-Americana
✅ Maior campeão do Campeonato Gaúcho
✅ Melhor clube do Brasil na década de 70
✅ Um dos clubes brasileiros mais vencedores do século XXI
✅ Possui um dos melhores retrospectos contra os adversários do G12
Posso falar?
O Internacional é um dos clubes mais subestimados do futebol brasileiro! 🔴⚪
𝐎 𝐂𝐋𝐔𝐁𝐄 𝐃𝐎 𝐏𝐎𝐕𝐎 𝐄𝐒𝐓Á 𝐍𝐀𝐒 𝐐𝐔𝐀𝐑𝐓𝐀𝐒 𝐃𝐄 𝐅𝐈𝐍𝐀𝐋 𝐃𝐀 𝐂𝐎𝐏𝐀 𝐃𝐎 𝐁𝐑𝐀𝐒𝐈𝐋! ❤️🤍❤️🤍❤️🤍❤️🤍❤️🤍❤️🤍 #IssoÉInter
DEPOIS DE VENCER O JOGO DA IDA POR 2 A 0, INTER CONTA COM GOL DE BERNABEI NA NEO QUÍMICA ARENA, SUPERA O CORINTHIANS PELO AGREGADO DE 3 A 2 E AVANÇA DE FASE! 💪🇦🇹💪🇦🇹💪🇦🇹
NOS CLASSIFICAMOS 𝑱𝑼𝑵𝑻𝑶𝑺! VAMOS, COLORADO! TE AMO, MEU INTER! 🤝😍
No dia 1º de agosto de 1987, o Internacional vencia o Ajax de Frank Rijkaard e Dennis Bergkamp e treinado por Johan Cruyff!
O jogo aconteceu na Escócia, pelo Torneio Internacional de Glasgow.
Paulo Matos e Heider marcaram para o Inter. Rijkaard descontou para o Ajax.
Com a vitória, o Colorado avançou para a final, para enfrentar o Rangers, da Escócia.
O Inter estava desfalcado de Taffarel, que servia a Seleção nos Jogos Pan-Americano. Estrearam na equipe o lateral Paulo Roberto (vindo do Caxias) e o ponteiro Paulo Matos (vindo do Esportivo).
Ademir; Luiz Carlos Winck, Aloísio, Laércio e Paulo Roberto; Aírton, Norberto e Balalo; Heider (Dacroce), Amarildo e Paulo Mattos (Nórton).
Técnico: Ênio Andrade.
Stanley Menzo; Sonny Siloy, Frank Veerlat, Peter Boeve e Aron Winter; Frank Rijkaard, Jan Voutrs, Arnold Scholten e John Van Schip; Rob Witschge e Dennis Bergkamp.
Técnico: Johann Cruyff.
📆 01/08/1987
O Cristiano Ronaldo foi uma espécie de super-herói da minha pré-adolescência.
Enquanto muita gente era fã do Batman, Hulk, Homem-Aranha, eu só queria saber do Cristiano Ronaldo. Ligava a TV por causa dele, vibrava a cada jogo, comemorava cada gol, imitava cada comemoração, cada corte de cabelo, como se também fizesse parte daquela história.
Hoje sou adulto, chefe de família e ainda recordo esses momentos com uma nostalgia boa demais, até por isso sigo torcendo como se ainda fosse aquele menino encantado pelo futebol do pernudo com o cabelo de miojo, brinco na orelha e dente separado.
Percebo que ele não fez parte apenas da minha paixão pelo futebol, mas também de uma fase da minha vida que nunca mais vai voltar.
Talvez seja por isso que essa quase despedida pese tanto. Não é apenas o fim da carreira de um jogador, também será o encerramento de um capítulo da minha própria história.