@GabriellenCarmo Outra coisa, fiquei abismada com a falta de educação e noção das pessoas quando eu casei. Convidado querendo “fazendo biquinho” pq as coisas não são como ele quer… inacreditável. As pessoas perderam completamente. Ser convidado p/ um casamento deveria ser encarado como uma honra
@GabriellenCarmo Concordo totalmente. As pessoas no meu trabalho deixaram de ir ao meu casamento pois não convidei os cônjuges. Sinceramente, não me importei.
A New Yorker revelou que os diários de Oliver Sacks (o finado neurologista, contribuidor frequente da publicação) mostram que muitos dos seus relatos sobre pacientes eram invenção.
E Steven Pinker bota o dedo na ferida: vários dos outros contribuidores da New Yorker também se valeram de falsificação - e também foram publicados acriticamente, sem checagem, porque suas teses se encaixavam na linha editorial da publicação.
Um caso a se pensar: estes artigos são de opinião pessoal do autor e, como tanto, não demandam fact-checking, ou a publicação também carrega responsabilidade?
@macenadacosta@sccplaris Pastor, pelo o amor de Deus. Que postura passiva/agressiva horrível de se ter com uma mulher jovem na internet. Eu sou uma simples membra da minha igreja e não ficaria em paz com Deus depois de responder alguém assim.
@PorrecaMori Quando eu falei para uma irmã da minha igreja que eu nunca tinha ouvido falar de Educação positiva na faculdade… pense na surpresa dela.
Isso pq muitos “influencers cristãos” falam mal de profissionais jurando que a gente ensina educação positiva.
@PorrecaMori Senhor, obrigada pelos tweets do Bruno 😂 se esse pessoal conhecesse os bastisdores de igreja, saberiam que a coisa não é tão simples assim.
@sugamosto1 Exatamente. Conversei outro dia com uma pessoa sobre isso… naturalizamos o não sair de noite a pé, o medo do celular roubado, as infinitas grades e trancas. É terrível.
O melhor modelo da personalidade na psicologia hoje é o Big 5. Propõe que a nossa personalidade pode ser entendida como composta de alguma medida desses cinco ingredientes:
- Abertura (a novas experiências). Mede o quanto você está disposto a explorar novas situações ou ideias, a apreciar novos estilos de arte etc.
- Conscienciosidade: característica de quem é regrado, disciplinado, gosta de ordem. Quem tem alta nota nisso são aquelas pessoas que planejam a viagem com antecedência, são boas em evitar procrastinação, são responsáveis e consistentes.
- Extraversão, medida de sociabilidade. Uma pessoa introvertida se sente cansada interagindo com muita gente, uma extrovertida se sente energizada.
- Agradabilidade: a tendência a ser compassivo e colaborativo com os outros, em vez de desconfiado e hostil. Quem tem alta agradabilidade é bom em mediar conflitos.
- Neuroticismo: esta característica mede a instabilidade emocional. Algumas pessoas não conseguem lidar bem com situações que provocam emoções negativas, estresse, ansiedade, outras passam incólumes.
Um modo de memorizar as cinco características é usar a sigla em inglês "OCEAN" (openness, conscientiousness, extraversion, agreeableness, neuroticism).
O cinema está cheio de obras feitas para pessoas com altos escores em O, E e A e baixos escores em C e N. Pensem em filmes como "Curtindo a vida adoidado".
É pela novidade de exaltar as pessoas com altos C e N e baixas ou moderadas O, E e A que eu gostei bastante da animação Carol and The End of The World, da Netflix, que assisti pela segunda vez. Pode ter alguns episódios ou cenas que são mais enfadonhos (especialmente para quem não tem esse perfil de personalidade), mas é engraçado, tocante e muito bem feito.
Também tem um ângulo político que pode ser explorado, pelo fato de pessoas de alta C tenderem a serem conservadoras. Mas este ângulo talvez nem seja consciente para os criadores. O que pessoas como Carol têm é um contentamento com uma vida pacata e, portanto, uma vontade de conservá-la. Não casam bem com sonhos de revolução.
A santificação é menos parecida com “sufoque suas emoções e faça o que é certo” (estoicismo) e mais com “confie no amor de Deus p apresentar-se por inteiro diante dele, e ele irá curar vc por inteiro, mente e emoções, p que a sua obediência venha mais e mais a partir do amor”.
A dor não é sinal de abandono divino, mas uma ferramenta de crescimento espiritual. Paulo, em 2 Coríntios 12:9, celebra a força de Cristo em sua fraqueza. Como cristãos, nosso sofrimento nos lembra de que nossa força está em Deus, não em nossa carne. Dependamos dele diariamente!